Luís Vaz de Camões


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1524 - 1580

Biografia

Luís Vaz de Camões terá nascido em Lisboa por volta de 1524, de uma família do Norte (Chaves). Viveu algum tempo em Coimbra onde terá frequentado aulas de Humanidades no Mosteiro de Santa Cruz onde tinha um tio padre. Regressou a Lisboa, levando aí uma vida de boémia. Em 1553, depois de ter sido preso devido a uma rixa, parte para a Índia. Fixou-se na cidade de Goa onde terá escrito grande parte da sua obra. Regressa a Portugal em 1569, pobre e doente, conseguindo publicar Os Lusíadas em 1572 graças à influência de alguns amigos junto do rei D. Sebastião. Faleceu em Lisboa no dia 10 de Junho de 1580. É considerado o maior poeta português, situando-se a sua obra entre o Classicismo e o Maneirismo.

Livros escritos por Luís Vaz de Camões

Rimas (1595)

El-Rei Seleuco (1587)

Auto De Filodemo (1587)

Anfitriões (1587)

Os Lusíadas (1572)

Poemas escritos por Luís Vaz de Camões

A Dor da Ausência Fica Mais Pequena

A Fé que me Obriga a Tanto Amar-vos

A Vós Seu Resplendor Deu Sol e Lua

Alma Minha Gentil, que te Partiste

Amor é um Fogo que Arde sem se Ver

Amor Fero e Cruel, Fortuna Escura

Amor um Mal que Falta quando Cresce

Bem Sei, Amor, que é Certo o que Receio

Cá nesta Babilónia

Cara Minha Inimiga

Com Tornar-vos a Ver Amor me Cura

Converteu-se-me em Noite o Claro Dia

Corro Após este Bem que não se Alcança

De quem o mesmo Amor não se Apartava

Ditosa Ave

Do Tempo que Fui Livre me Arrependo

Do Viver me Desapossa aquele Riso com que a Vida Dais

Doces Despojos de meu Bem Passado

Em Amor não há Senão Enganos

Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente

Hei-de Tomar-te

Imagens são adonde Amor se Adora

Jurando de não Mais em Outra Ver-me

Lágrimas de Honesta Piedade e Imortal Contentamento

Lágrimas Tristes Tomarão Vingança

Lembranças Saudosas

Louvado Seja Amor em Meu Tormento

Mais Há-de Perder quem Mais Alcança

Males, que Contra Mim vos Conjurastes

Me Vejo com Memórias Perseguido

Mudam-se os Tempos, Mudam-se as Vontades

Náiades, Vós que os Rios Habitais

Não Canse o Cego Amor de me Guiar

Não Pode Tirar-me as Esperanças

Nascerão Saudades de Meu Bem

O Capitão Ilustre, e Assinalado, Dom Fernando de Castro

O Mágico Veneno

Ordena Amor que Morra, e Pene Juntamente

Para que quero a Glória Fugitiva?

Pede o Desejo, Dama, que Vos Veja

Portugal, Tão Diferente de seu Ser Primeiro

Pouco te Ama

Qualquer outro Bem Julgo por Vento

Quando Eu Via o Triste Fim que Davam os Meus Amores

Quando não te Vejo Perco o Siso

Quanto Mais me Paga, Mais me Deve

Quanto Mais vos pago, Mais vos Devo

Que Amor Fez sem Remédio, o Tempo, os Fados?

Que o Rudo Engenho Meu me Desengana

Que Vençais no Oriente tantos Reis

Quem Jaz no Grão Sepulcro

Quis Deixar-me a que Eu Adoro

Repouso na Alegria Comedido

Se Agora não Quereis quem vos Ama

Se as Penas com que Amor Tão Mal me Trata

Sem Causa, Juntamente Choro e Rio

Somente em Ser Mudável Tem Firmeza

Somente se Queixa de Amorosas Esquivanças

Tão Conformes na Ventura

Tomou-me Vossa Vista Soberana

Transforma-se o Amador na Cousa Amada

Trocou Finita Vida por Divina, Infinita e Clara Fama

Tudo Muda uma Áspera Mudança

Vejo que nem um Breve Engano Posso Te

Vivo em Lembranças, Morro de Esquecido

Vos Foi Beijar na Parte Onde se Via

Vós Só Convosco mesma Andai de Amores

Vossos Olhos, Senhora, que Competem



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