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Cândido da Velha


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1933 -

Biografia

Poeta, contista e jornalista angolano, Cândido Manuel de Oliveira da Velhanasceu a 18 de julho de 1933, em Ílhavo, no distrito de Aveiro, onde passou ainfância e parte da adolescência.
Tendo terminado o ensino secundário, foi viver algum tempo para Lisboa e é jáaqui que decide ir para Angola, em 1957, onde viveu até ao momento daIndependência, tendo desempenhado funções de funcionário público noInstituto de Trabalho de Angola. Na verdade, regressa a Portugal em outubro de1975, onde exerceu a sua atividade profissional no Baixo Alentejo, entre 1976 e1986.
A sua atividade literária começou por ser veiculada através da imprensaregionalista, ainda em Portugal, tendo sido um dos organizadores dos cadernos"Atitude".
Foi membro da Sociedade Cultural de Angola e foi galardoado, em 1957, com o1.º Prémio de Poesia da Associação dos Naturais de Angola (ANANGOLA) peloseu livro, à data ainda manuscrito, Poemas do Apocalipse. Em 1959, ganhou oPrémio "Mota Veiga" com o livro As Idades da Pedra.
Entre 1958 e 1975, foi colaborador literário de diversos jornais, nomeadamente"Cultura II" "ABC" "Jornal de Angola" " A Província de Angola" "Notícias deAngola" "Brasília do Sul" e também, embora por curto período de tempo, do"Suplemento Literário" de Minas Gerais (Brasil).
Colaborador da revista "Cultura II", continuadora da revista "Mensagem"extintapela Polícia Política do Governo Colonial, Cândido da Velha assume uma escritapoética notoriamente "engagée" que, constituindo-se como um processo decatarse, evoca o passado de escravidão e denuncia o presente colonial demiséria. Produzindo os seus textos em tempo de repressão e de luta contra ocolonialismo, o autor projeta um "eu lírico" militante que, denunciando aopressão fascista e colonialista, se enforma como um grito coletivo de um povoque começa a tomar verdadeira consciência da sua exploração e se predispõe amudá-la.
Poeta conceituado, os seus textos têm sido selecionados para animar espaçosde poesia promovidos por, entre outros, António Cardoso Pinto.
A sua obra figura em diversas antologias poéticas, a saber: "Kazuela I", 1973"Breve África" 1975 "No Reino de Caliban. Antologia Panorâmica da PoesiaAfricana de Expressão Portuguesa, II", 1976 "Antologia da Poesia Pré-Angolana",1976 e "Antologia do Mar na Poesia Africana de Língua Portuguesa doSéculo XX", 2000.
Escreveu, entre outros, os seguintes títulos: Quero-te Intangível, África (1960-Poesia) Equador (1961-Contos) As Idades da Pedra (1969 - Poesia)Corporália (1972 - Poesia) Signo de Caranguejo (1972 - Poesia) MemóriaBreve de Uma Cidade (1988 - Poesia) Navio Dentro do Mapa (1994 - Poesia) eLugares do Vento Suão (1998 - Poesia).



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