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Fernando Pessoa - Uma Quase-Autobiografia


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Sinopse

Nas palavras do próprio autor «não é um livro para especialistas, por já terem, à disposição, páginas demais.(…) Nem proponho uma nova interpretação de Pessoa — que também muitas existem, para todos os gostos.» Cavalcanti quer dar a conhecer o homem por trás da obra: «entre tantos personagensse pode contar a história desse homem infeliz que sonhou ser muitos.»

Nas palavras do autor:
«Conheci Fernando Pessoa em 1966, pela voz de João Villaret. Foi o começo de uma paixão que até hoje me encanta e oprime. (…) Pouco a pouco, fomo-nos aproximando. Leio frases suas, hoje, como se tivesse estado a seu lado quando as escreveu; e chego a pressentir as reações que teria perante algum facto do quotidiano. (…) Em Lisboa, pude conversar com pessoas que o conheceram. Tocar, com os dedos, papéis escritos por ele. Visitar as casas onde morou. Em frente à escrivaninha do seu quarto, imaginar que o via escrever O guardador de rebanhos. No fundo, agora o percebo, queria sentir os limites do seu destino; e, a cada passo dessa viagem ao passado, era como se a sua figura fosse ganhando matéria. Como se em cada canto começasse a escapar das sombras. Tanto que o vi, no Chiado, próximo à esquina da Livraria Bertrand. Amigos juram que não era ele; mas esses, coitados, nada conhecem de fantasmas.»

Extras

«São 736 páginas de um livro absolutamente surpreendente e que vai dar muito que falar»
Jornal de Letras

«A ideia de erigir sobre o caos documental pessoano uma ‘quase autobiografia’ diz bem do prolongado envolvimento de José Paulo com a obra do poeta e daa generosa franqueza com que necessariamente a si mesmo se desvela nesta expedição. Acerca do modo como irá ser acrescentada à já extensa biografia passiva de Fernando Pessoa, alimenta cada um de nós a maior expectativa.»
Tereza Sobral Cunha

«Um biografia copiosa, mas nem por isso menos agradável, se revela a mais completa reconstituição da vida triste, sofrida e confusa do poeta maior da língua portuguesa»
Reinaldo Azevedo, VEJA

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