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Notícias



Novidades Âncora Editora para Novembro

16 Nov, 2015

Conheça aqui as novidades da Âncora Editora para o mês de Novembro.

Manta de Farrapos
Autor: João de Araújo Correia

ISBN: 978 972 780 518 1
Código: 42002
Colecção: João de Araújo Correia
N.º páginas: 150
2.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: É um diário sentimental o conteúdo destas páginas de João de Araújo Correia, mas um diário sentimental em que a vida lateja, linha após linha, página que segue outra página.
Não se esquece Araújo Correia do amor que devemos à nossa língua; dos elos que nos ligam ao Brasil, da paisagem humana e geográfica do nosso nordeste.
Em tudo isto está o criador de ficção; mas está também o artista, a sensibilidade do duriense a descobrir no dia a dia dos seus olhos rasgados os motivos de renovação da sua literatura, da sua presença literária, do seu estilo, dos seus contactos com os entes seus semelhantes. Ponto de encontro entre o passado e o presente Araújo Correia relembra os grandes do seu sítio, do seu regionalismo universalista – sejam eles os médicos, os romancistas como Camilo ou os narradores seus mestres e seus iguais, como Trindade Coelho. O volume Manta de Farrapos é tão fora do comum e o seu estilo é tão permeável ao diálogo que, mal ele se encontra lido, logo dá vontade de se voltar ao princípio. A lição larga que de ele se colhe fica amplamente documentada nesse desejo, um desejo que se espraia por mais de duas centenas de páginas.
É esta a originalidade de Manta de Farrapos que quase dá vontade de classificar como manta de brocado.
Amândio César






Força Restante
Autor: Joaquim Chito Rodrigues

ISBN: 978 972 780 520 4
Código: 25009
Colecção: Outros títulos
N.º páginas: 176
1.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: Surpreendente, este novo livro de Chito Rodrigues. Aflorando, não bem ao de leve mas sem insistência marcada, temáticas desenvolvidas em conjuntos poemáticos anteriores (Segredos da Guerra e da Paz, Geração, Há Sempre Um Vapor Acostado Ao Cais, Pedaços de Alguém), o recente agregado versificado substancia outras abordagens, de articulação ramificada, que se espraiam num discurso formal que, ao acaso, faz do verso quase prosa e da quase prosa autêntico verso, mas ambas as operações com naturalidade levadas a efeito alicerçadas em polivalentes conteúdos; e em discurso aquele que constitui linha de partida para expressiva explanação de cativantes modulações linguísticas. Na verdade e para o autor, o poeta “tem sempre algo a dizer de si-próprio e do mundo que o rodeia.”
Com dedicatória À VIDA (que curioso referente!) e singrando por “horizontes claros” (ideário que formaliza uma espécie de arte poética), todas as páginas do livro se animizam, pois, e como escreve o poeta, “este livro é um narrador do que a poesia teve em vista.”
Original asserção que define e acentua com todas as múltiplas forças (anímicas, espirituais, patrióticas e enfim e até residuais, no contexto da dinâmica discursiva) que, como um eixo transversal à organização intrínseca do delineamento do percurso vivenciado por todo o livro, alumiam o encontro entre o terreno/real e o transcendente.





O que Faz Deus Quando se Sente Sozinho
Autor: Paulo Amado

ISBN: 978 972 780 521 1
Código: 16061
Colecção: Holograma
N.º páginas: 88
1.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: O autor escolheu 9 histórias bíblicas e redefiniu personagens e acontecimentos. Diz ter aplicado uma possibilidade humana, explicando acontecimentos, aligeirando penas, intrincando gente nos grandes feitos. A ideia geral é a de desanuviar o peso da metáfora bíblica. 
Para ser lido livremente, anuncia-se como obra de ficção. Os 9 assuntos apresentam-se como contos e não pretendem ser exaustivos no acontecimento. É do nosso tempo, porque é o tempo em que vive o autor, ainda assim, toda a luz é a do tempo do acontecimento.
A capa é da street artist Tamara Alves. 





Radiografia Militar e os 4 DDDD? – Fim do Império Anverso e Reverso?
Autor: Manuel Barão da Cunha

ISBN: 978 972 780 522 8
Código: 44004
Colecção: Fim do Império
N.º páginas: 392
1.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: «(…) A radiografia militar, escrita em 1974, integra textos da comunicação social e de outros, na sua maioria datados dos anos 50 e 60, ainda a quente, verificando-se, quatro décadas depois, como o Autor afirma, «que muito trigo se transformou em joio». Para além do «trigo» que ainda sobrou outro «trigo» foi surgindo e com uma nova arrumação tenta-se agora, feita a catarse, a hipótese de uma radiografia sócio-militar. A reestruturação teve em conta os 3 DDD do Programa do MFA mas acrescentou-lhe um quarto: o «D» de «e Depois?», incluindo na análise os anversos e os reversos.
Para o quarto «D», Barão da Cunha recolheu depoimentos das mais diversas origens escritas e faladas, produzidos por elementos cujas profissões, políticas, origens sociais e, até, nacionalidades são diversificadas, demonstrando um enorme esforço de isenção para deixar ao leitor uma total autonomia nas conclusões a que entenda chegar.
Estamos perante uma obra diferente das que habitualmente são postas à nossa disposição. Diferente na forma mas, fundamentalmente, diferente no conceito. Trata-se na realidade de, tal como o médico radiologista que, frente à radiografia do paciente, procura decidir qual o diagnóstico correcto, colocar o leitor perante textos que lhe permitam decidir qual o diagnóstico que o País, a classe política civil e militar, as instituições e as organizações lhe merecem.
A análise que cada leitor pode fazer, ao longo das seis décadas abrangidas pelas transcrições (entre os anos 50 do século xx e a primeira década do xxi), fazem desta obra a mais perfeita concretização do que os promotores desejavam com a colecção Fim do Império:
contribuir para a catarse nacional através de uma análise racional das memórias sectoriais de cada português – militar profissional ou miliciano, civil europeu ou africano, político de direita ou de esquerda, homem ou mulher – garantindo um manancial de dados que permitam ao historiador no futuro poder interpretar correctamente os documentos para produzir uma História isenta e tão completa quanto possível da segunda metade do século xx português.
Não admira que tal desiderato seja conseguido exactamente pelo coordenador da colecção, mas tal só é viável por ele próprio ser um conceituado pensador militar e um hábil trabalhador da pena de marte, como nesta nítida Radiografia Socio-Militar fica claramente demonstrado.»
General Sousa Pinto,
Do prefácio 





Na Fronteira de Timor
Autor: Hélder Tadeu de Almeida

ISBN: 978 972 780 523 5
Código: 44005
Colecção: Fim do Império
N.º páginas: 240
1.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: «O autor era furriel miliciano nos anos 1967/69, tendo sido mobilizado para Timor, já casado e com uma filha. Não estava minimamente preparado para o contacto com uma cultura e um território situados praticamente nos antípodas, nem sequer para montar a cavalo, pois nem tinha sido preparado na Arma de Cavalaria. É esse choque que nos descreve, impregnado de um certo pessimismo, mas também de muito afeto, face a usos e costumes que lhes eram totalmente desconhecidos. Foram 26 meses nas montanhas timorenses, na raia com a Indonésia, num grande isolamento, num mundo onde a Natureza era a rainha e a deslocação por veredas e picadas só era possível a pé ou a cavalo. Ele, apoiado apenas por duas ou três praças metropolitanas, seis cavalos pequenos e tropa de 2.ª linha (…)
Ao ler e reler a presente obra, um olhar bem singular e inédito na nossa colecção, recordei parte da minha infância na serra de Montejunto, na região Oeste, em Portugal, onde as crianças também não tinham brinquedos, mas improvisavam, e também muitas ajudavam os pais na pastorícia.
Igualmente, os agricultores viviam uma economia de subsistência, onde só a vinha e o vinho permitiam algum dinheiro para compras de vestuário e alfaias em feiras, o correspondente aos bazares em Timor (…)
No final do nosso império, muitos dos nossos militares encontraram culturas diferentes, mas condições de vida não tão diferentes das que viviam por cá (…)»
Manuel Barão da Cunha,
da Nota Prévia





Mais Património – Vida e Alma por Trás das Pedras
Autor: José Miguel Noras

ISBN: 978 972 780 524 2
Código: 14035
Colecção: Caminhos da História
N.º páginas: 160
1.ª Edição: Novembro de 2015


Sinopse: O título escolhido, Mais Património, assim apresentado sem outras informações, sugere-nos a imensidão de um rio sem limites, de um mar sem fronteiras… Carece, pois, desde logo, do conforto de uma explicação que lhe marque os contornos e lhe precise o objecto.
Com efeito, a riqueza e a diversidade do património, praticamente inesgotáveis, tornam-se insusceptíveis de uma completa apreciação num escorço como aquele a que nos propomos. Na verdade, Mais Património não excede a amplitude do “trabalho de salvaguarda”, vivido no terreno aquando do exercício de funções autárquicas, tanto no âmbito dos concelhos de Santarém e de Lamego, como no domínio da Associação Portuguesa dos Municípios com Centro Histórico.
Para fundamentar as suas propostas, o autor oferece nesta obra úteis informações sobre a legislação portuguesa actual, recorda a acção de Alexandre Herculano, estuda dois momentos especialmente dramáticos para a preservação do património português – o Terramoto de 1755 e a extinção das ordens religiosas em 1834 –, além de referir os nomes e acções de outros lutadores pelo Património, como Mouzinho de Albuquerque e Mendes Leal. Finalmente, mostra como surgiu e se desenvolveu, na teoria e na prática, o conceito de “Património Mundial”, por iniciativa da UNESCO, desde a proclamação da Carta de Atenas (1931) até aos nossos dias. Em apêndice, oferece um elenco de diplomas legislativos que fixam o quadro legal português desde 1901 até hoje, e por fim um elenco bibliográfico de estudos acerca do Património. Não é preciso mais do que este breve sumário de conteúdos para recomendar a obra. Mas parece-me também oportuno referir que ela aparece cinco ou seis meses depois da destruição das ruínas e vestígios arqueológicos de Palmira, um dos sítios mais veneráveis do Património Mundial, expoente máximo do encontro pacífico das civilizações do Oriente e do Ocidente, e, simultaneamente, do papel que a Arte e o Pensamento tiveram no desenvolvimento espiritual do Homem. A sua destruição voluntária significa que a barbárie pode surgir ou ressurgir a cada momento, por vezes com uma violência inaudita, e que as aquisições espirituais não são definitivas. Com efeito, o atentado seguia-se à destruição dos budas gigantes de Bamiyan perpetrada pelo governo taliban do Afeganistão em 2001. Estes acontecimentos tão recentes fazem estremecer qualquer pessoa civilizada. Põem em causa o conceito de património como legado simbólico de valores transmitidos à colectividade de geração em geração. Mas convém também lembrar que a noção de património colectivo, de bem comum, alheio à propriedade privada, condena igualmente quem dele se apodera e o transfere para as suas colecções particulares. Como se sabe, também alguns coleccionadores internacionais aproveitaram a dispersão de peças particularmente valiosas dos museus iraquianos, por ocasião da Guerra do Iraque, para delas se apoderarem, sem que os organismos responsáveis pela sua salvaguarda tivessem podido intervir.






O Fedelho Exuberante - Uma crónica familiar pequeno-burguesa no pós-guerra
Autor: Mário Beja Santos

ISBN: 978 972 780 525 9
Código: 9038
Colecção: Ágora
N.º páginas: 272
1.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: Foram os Anos de Chumbo, reza a historiografia que proscreve a era do Estado Novo. Éramos ensinados num Portugal de grandezas, sob a apologia da modéstia digna, de cada um no seu lugar. Os que viviam no Bairro Social de Alvalade conheciam as distinções dos que viviam na Avenida dos Estados Unidos da América, do Bairro de S. Miguel e até do Bairro das Estacas. Havia a confluência entre os que vinham dos arrabaldes e não tinham escola, e a pequenada do bairro, filhos e netos de um pequeno funcionalismo.
Temos aqui uma crónica familiar e de costumes. As matrizes do fedelho: D.ª Ângela Costa, fazendeira e senhora de sobrados, no Cuanza Norte; a filha que ela adotou, quando a menina tinha dois meses, e que tratou como uma princesa; e D.ª Anita, vinda das Pedras Salgadas para Lisboa, mulher de industrial conserveiro. Foram as suas madres tutelares. Lisboa expandia-se, era a irrequietude à volta de um pós-guerra benigno. Na escola, não só Portugal era grande como grande era a literatura, e devíamos estar agradecidos a viver em segurança, pertencer a uma nação respeitada em todo o mundo.
É neste berçário que se vai formar o fedelho, e daí um olhar um tanto emotivo mas buscando rigor no registo de uma sociedade que ia ganhando mais sonhos. Sem estes Anos de Chumbo não é concebível imaginar tudo quanto se passou na prodigiosa década de 1960 e vislumbrar Abril.





Música no D. Maria II – Catálogo da Coleção de Partituras
Autor: David Cranmer

ISBN: 978 989 8349 38 5
Código: BDM4017
N.º páginas: 220
Edição: 2015

Sinopse: O catálogo de partituras da Biblioteca/Arquivo do Teatro Nacional D. Maria II visa chamar a atenção para esta coleção ímpar de partituras e partes cavas, relacionadas sobretudo com encenações no próprio Teatro. Procura ser uma ferramenta útil para estudiosos de teatro e de música, descrevendo as características mais pertinentes das partituras e partes, cruzando dados com outras coleções do TNDM II, assim como da Biblioteca Nacional de Portugal, e acrescentando, sempre que possível, informações, como a data de estreia no Teatro e a identidade do(s) autor(es) do texto correspondente.





Entraria Nesta Sala…
Autor: Ricardo Neves-Neves

ISBN: 978 989 8349 39 2
Código: BDM1038
N.º páginas: 88
Edição: 2015

Sinopse: Comédias que fizeram rir gerações. Musicais cujos grandes temas ainda hoje se trauteiam. Mas também dramas que deixaram marcas no imaginário coletivo. O cinema português dos anos de 1930 e 1940, ora marcado pelo gosto do regime político, ora inteligentemente subversivo, é o ponto de partida de “Entraria nesta sala…”. Ao mesmo tempo que recupera cenas marcantes dos filmes da época, Ricardo Neves-Neves envolve-nos na aventura de uma família investida, por uma Nossa Senhora que só sabe falar espanhol, de uma incrível missão: matar Hitler. Da Costa do Castelo à Berlim de 1945, que estava "pior que o campo da Palhavã quando se desmonta a feira", entra-se num jogo de novidade e reconhecimento, que fará com que uns recordem tempos que já lá vão e outros tenham a oportunidade de conhecer, e se deixar contagiar, pelos ecos das incontornáveis figuras que povoaram o grande ecrã.

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