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Notícias



Novidades Âncora Editora para Dezembro

11 Dez, 2015

Conheça aqui as novidades da Âncora Editora para o mês de Dezembro.

Sampaio da Nóvoa – Evidentemente, a Liberdade
Autor: Fernando Madaíl

ISBN: 978 972 780 500 6
Código: 6039
Colecção: Pessoas
N.º páginas: 312
1.ª Edição: Dezembro de 2015

Sinopse: E atinge assim um patamar de cultura renascentista, pois joga futebol de salão com a família nas manhãs de sábado e ficou com uma sólida experiência artística de palco, tem formação em Matemática e domina a História e a Filosofia, leu imensa poesia e teoria política, disserta com facilidade sobre o minimalismo de Paul Klee ou acerca de uma tela de Vieira da Silva, discorre sobre o comentário do filósofo Bronislaw Baczko ao abordar o quadro Uma Visão Fantástica, de Goya, ou acerca das fotografias de Paulo Catrica (“As imagens estão ali para nos interrogar e para que nós as interroguemos”), conhece como ninguém a pedagogia dos vários níveis de ensino e sabe comparar épocas e países, viveu em várias regiões de Portugal e trabalhou em diversas universidades do Mundo.


Memórias da Cozinha Transmontana
Autores: Adozinda Marcelino e Acúrcio Martins

ISBN: 978 972 780 526 6
Código: 43002
Colecção: Gastronomia & Cultura
N.º páginas: 264
1.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: «Desta forma, estas tão oportunas Memórias da Cozinha Transmontana, que retratam créditos individuais e colectivos – dos aspectos mais humildes às actividades mais ricas e ignoradas, da celebração romeira à rotina do quotidiano, do caldo de lentilhas (da mãe) Domitília aos comeres dos dias de feira nas tabernas da sua Terra ou da perdiz de escabeche à Mariazinha aos caldos ripados dos hábitos do povo cigano – são, acrescidamente, repositórios de adulação ao gozo da mesa e o princípio de grandes sentimentos. Prazeres de agrado e a promessa do futuro que queremos.
[...]
Que este livro de manifestas memórias, que é – também – um acto de Amor, seja, então, mais um dos elogios à vida como exercício de arte e prazer e – elevadamente – o gozo cultural em querer apreciar todos os atractivos que a Natureza Transmontana nos pode oferecer. [Brindo: ao mito dos saberes e sabores das cozinhas identitárias de um território!]»


Uma Sombra Laranja-Tigre
Autor: Afonso de Melo

ISBN: 978 972 780 527 3
Código: 16062
Colecção: Holograma
N.º páginas: 208
2.ª Edição: Novembro de 2015

Sinopse: Em Colva, pequenas coisas podem merecer grandes conversas; mas raramente grandes coisas merecem pequenas conversas. Às sete horas o falcão suspende-se sobre as ondas vigiando os peixes. Michael Fernandes debruça-se sobre a varanda do seu restaurante de madeira sonhando com viagens até Lisboa. Tudo parece estar certo e no seu lugar. Mas, a sua obsessão vai mudar o pequeno e sossegado mundo onde faz tanto calor que cheira a suor de porco e os ovos cozem ainda dentro das galinhas. Certa manhã, os corvos acordaram brancos, um cavalo bêbado adormeceu sobre Duhla, o pescador, e uma sombra cor-de-laranja-tigre espalhou-se pelo redor.
Colva é Colva: e tudo pode acontecer em Colva.



E Agora, Esquerda?
Autor: Porfírio Silva

ISBN: 978 972 780 528 0
Código: 9039
Colecção: Ágora
N.º páginas: 158
1.ª Edição: Dezembro de 2015
Preço de capa: € 13,00


Sinopse: Este livro reúne intervenções políticas do autor (artigos, entrevistas, discursos, apontamentos no blogue Machina Speculatrix) num período iniciado com o seu envolvimento nas Primárias do PS em 2014 (onde apoiou António Costa e a sua proposta “Mobilizar Portugal”, tendo sido o coordenador da moção política de grandes opções de governo) e que termina com a assinatura dos acordos entre o Partido Socialista, o Bloco de Esquerda, o Partido Comunista Português e o Partido Ecologista Os Verdes para uma solução de governo sem precedentes em Portugal, com apoio numa maioria parlamentar à esquerda.
Os textos aqui recolhidos evidenciam uma concentração temática em duas questões. Primeira, as relações difíceis, mas necessárias, entre os vários partidos da esquerda portuguesa. Segunda, os desafios que a pertença de Portugal à União Europeia coloca à reflexão e à ação das esquerdas europeias. Ambas as questões continuam plenamente atuais e a exigir o empenhamento das mulheres e homens de esquerda que não se acomodam às dificuldades de um diálogo plural, aberto e democrático entre as forças de progresso.



Boas Fadas que te Fadem
Autor: António Monteiro Cardoso

ISBN: 978 972 780 529 7
Código: 16063
Colecção: Holograma
N.º páginas: 296
2.ª Edição: Dezembro de 2015

Sinopse: Isolada do mundo, perdida nas brenhas de Trás-os-Montes, junto à fronteira do norte de Portugal, uma pacífica congregação de religiosos vê-se, de súbito, arrancada à sua vida beatífica, devido às perseguições inquisitoriais contra os cristãos novos. Uma paixão e um crime inexplicado desencadeiam uma fuga desesperada, em que aos fugitivos se vai revelando um mundo desconhecido e prodigioso. De um lado, a Espanha seiscentista do tempo de Velásquez, onde os conversos portugueses lutam pela sobrevivência, num arriscado jogo de dissimulações que os leva dos píncaros da riqueza à humilhação dos autos-de-fé. Do outro, a Holanda de Espinosa, onde vinga a tolerância num mundo atravessado pela exaltação religiosa e pelas esperanças messiânicas e milenaristas. Através dos meandros da perseguição inquisitorial da diáspora dos judeus portugueses e espanhóis, este romance transporta-nos a uma época fascinante, em que o racionalismo e as descobertas científicas dão ainda os primeiros passos numa Europa dominada pela intolerância e pela violência do fanatismo religioso.


As «Guerras» do Capitão Agostinho
Autor: Carlos Gueifão

ISBN: 978 972 780 530 3
Código: 44006
Colecção: Fim do Império
N.º páginas: 176
2.ª Edição: Dezembro de 2015

Sinopse:
Um poeta passou pela guerra sem perder a inocência e conseguiu reter as imagens belas da camaradagem e do amor pelo ser humano, ainda que lutasse do outro lado da barricada. Disfarçado sob a penumbra do tempo, vestindo a capa dum imaginário sui generis, traz-nos o testemunho duma época que marcou profundamente a grande maioria dos nossos contemporâneos. Tempo de guerra mas também de aventura, bem ao jeito da idade que tínhamos na altura dos acontecimentos relatados, conseguiu isolar, com um talento muito peculiar, momentos de evasão característicos do ambiente que a amizade sempre foi pródiga em criar, principalmente por entre os demónios da batalha. - Joaquim Evónio de Vasconcelos, prefácio da 1.ª edição .

O presente livro tinha sido apresentado, na sua 1.ª edição, no 1.º ciclo das tertúlias Fim do Império, em 2009, em Oeiras, na Livraria Municipal. Esgotada a edição, graças à Câmara Municipal de Oeiras – um dos apoiantes do Programa Fim do Império, conjuntamente com Liga dos Combatentes e Comissão Portuguesa de História Militar – foi possível o Autor ter acesso a um rascunho digitalizado que lhe permitiu fazer uma adequada revisão. Para além do facto do autor, dr. Carlos Gueifão, ter sido capitão miliciano, após um significativo percurso militar, julgamos ser de evidenciar, também, que o seu texto integra bastante humor, embora, por vezes, «negro». Assim é mais uma obra da nossa coleção que prova que o período histórico do final do nosso 4.º império (após os do Norte de África, Oriente e Brasil) não foi só drama… Humor que não é cáustico, pelo contrário, como, por exemplo, quando reconhece a beleza da ilha de São Miguel, após ter brincado com alguns dos aspetos físicos e dos próprios micaelenses… E, especialmente, no excelente capítulo Areias da Corimba.

Manuel Barão da Cunha,
da Nota Prévia


Matrizes Clássicas da Literatura Portuguesa – Uma (re)visão da literatura portuguesa
das origens à contemporaneidade
Coordenação Cientifica: Paula Morão e Cristina Pimentel

ISBN: 978 989 8465 24 5
Código: CC00111
N.º páginas: 550
Edição: Dezembro 2014

Sinopse: Recolhe-se, neste volume, um conjunto de estudos resultantes da 2ª edição do Colóquio A Literatura Clássica ou os Clássicos na Literatura: uma (re)visão da literatura portuguesa das origens à contemporaneidade, que teve lugar na Faculdade de Letras de Lisboa, em Dezembro de 2013.
Damos assim cumprimento ao objectivo que, em 2011, estabelecêramos de, em cadência bienal, realizarmos um encontro científico dedicado ao estudo da pervivência dos clássicos greco-latinos em textos de língua portuguesa, de todas as épocas, e de, no mesmo ritmo bienal, publicarmos os ensaios que, submetidos ao crivo da arbitragem científica, se afigurassem como de referência nos estudos de recepção. Este segundo volume, mantendo o amplíssimo leque cronológico que vai da lírica galaico-portuguesa à literatura do presente século, alarga-se, porém, a outras dimensões e multiplica-se em inovadoras perspectivas. Nele encontramos obras e autores esperados neste tipo de estudos, como Gil Vicente, Camões, Garrett, Eça, Pessoa, Sophia, Torga, Vasco Graça Moura, mas também outros autores mais (injustamente) esquecidos, ou pelo menos escassamente estudados sob este prisma. Entre os contemporâneos, é o caso de Carlos de Oliveira, Ruben A., Jorge de Sena, Natália Correia, Agustina, Herberto Helder, David Mourão-Ferreira, Saramago, Ruy Belo, Rui Knopfli, Ana Luísa Amaral, ou, entre os mais recuados no tempo, Anrique da Mota, Samuel Usque, João Rodrigues de Sá de Meneses, Francisco de Sá de Miranda, Manuel da Nóbrega, Jorge Ferreira de Vasconcelos, Jerónimo Corte Real, Gabriel Pereira de Castro ou António Dinis da Cruz e Silva. A reflexão sobre o lugar da retórica clássica em autores de quinhentos esclarece os fundamentos de uma poética relacionada com o ensino dos tratadistas antigos. Dos que nos são mais próximos no tempo, são também objecto de análise, no tocante à presença de modelos e motivos clássicos, autores já consagrados como Daniel Faria, Tolentino de Mendonça, Paulo José Miranda ou Gonçalo M. Tavares.
Neste volume, ensaia-se, por outro lado, o alargamento que havíamos proposto a outras literaturas de expressão portuguesa, neste caso a angolana, pela obra de José Eduardo Agualusa. E, ainda que os estudos incidam sobretudo sobre textos literários, abre-se igualmente espaço para investigação fundamental como a que indaga sobre os incunábulos na Biblioteca Nacional de Portugal do poeta Estácio e as vias da sua recepção em Portugal, bem como para a aproximação entre literatura e artes plásticas, por via dos clássicos, como acontece no cotejo entre Eça e Alma-Tadema.
Também neste volume quisemos acolher os leitores com um texto magistral da Professora Maria Helena da Rocha Pereira, figura tutelar do conhecimento dos clássicos e grande impulsionadora dos estudos da recepção desses clássicos na literatura portuguesa.
Quisemos, ainda, guardar memória das intervenções de Hélia Correia, Bárbara Wong e Ana Soares sobre a importância e o eco dos clássicos na literatura juvenil de sua autoria, e, em eco da sessão com escritores que vivem por dentro, nas suas obras, a presença dos modelos greco-latinos, registar o testemunho de Nuno Júdice, Jaime Rocha e Ivone Mendes da Silva.
Palavras prévias: Paula Morão e Cristina Pimentel


Capital Social, Economia Social e Qualidade da Democracia em Portugal
Autores: Jorge de Sá e Conceição Pequito

ISBN: 978 989 8465 30 6
Código: CC00114
N.º páginas: 374
Edição: Novembro de 2015

Sinopse: Se, tal como escreveu na Democracia na América, ainda na primeira metade do século XIX, Alexis de Tocqueville via nas associações dos Estados Unidos da América um meio de integração social e uma forma de sensibilização e preparação cívica para os assuntos públicos, também Robert Putnam, mais de cento e cinquenta anos depois, relacionava o associativismo com a democracia através do conceito de “capital social”. Uma sociedade é tanto mais vigorosa, quanto mais elevado for o seu stock de capital social, fonte e resultado de grupos de pessoas concretas organizadas horizontalmente - em cooperativas, mutualidades, associações culturais, recreativas ou assistenciais, fundações contribuindo positivamente para o bom desempenho das instituições democráticas. O quadro de mal-estar da democracia contemporânea, para o qual alertou Putnam em 2000 (lendo, então, os indícios de apatia, de indiferença e de desafeição face à política, o declínio da mobilização cívica e a crescente desconfiança e ceticismo em relação à atuação das instituições e atores políticos) não poderia levar em linha de conta o desenvolvimento de novas formas de participação política, menos convencionais, que, embora já então presentes, não eram tão visíveis como hoje, quinze anos depois. Cidadãos “críticos”, “assertivos” ou “indignados”, partilhando juventude, elevada escolaridade e valores pós-materialistas, vieram colocar novos desafios à oferta política de que são expressão recente os resultados eleitorais na Grécia ou em Espanha. Se o conceito de “capital social” aparece ligado às condições inerentes ao bom funcionamento da democracia, colocando a ênfase na sociedade civil e nas condições da sua mobilização política, ele aparece igualmente associado à forma de equacionar a relação entre o Estado, a economia e a sociedade na provisão de bens sociais, num momento histórico marcado pela crise do Estado Social na Europa, que leva a equacionar a sua reconfiguração ou desmantelamento em resultado da atual crise económica e financeira.
Um debate que se tornou particularmente relevante em Portugal.

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