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Novidades LeYa para Janeiro

12 Jan, 2016

Algumas da novidades editoriais da Leya para o mês de Janeiro, entre elas, Do Fundo Se Vê a Lua, de Joca Reiners Terron (Teorema), O País do Carnaval, de Jorge Amado (Dom Quixote), A Brincadeira, de Milan Kundera, O Barão Trepador, de Italo Calvino (Dom Quixote).

Do Fundo do Poço Se Vê a Lua
Joca Reiners Terron
TEOREMA
Depois da morte da mãe – perseguida e torturada pela ditadura militar –, os gémeos idênticos William e Wilson são criados numa redoma pelo pai, ator e encenador num teatro decadente. As semelhanças entre os irmãos são, porém, apenas físicas: enquanto William é bruto, acomodado e taciturno, Wilson é sensível, carente e obcecado pela figura de Cleópatra desempenhada por Elizabeth Taylor. No dia em que os jovens fazem dezoito anos e podem, finalmente, deixar a casa paterna, uma misteriosa tragédia abate-se, porém, sobre toda a família.
Numa trama surpreendente que envolve amnésia, dança do ventre, comércio sexual e assassinatos, William receberá vinte anos mais tarde, da cidade do Cairo, um postal de Wilson. E não precisa de muito para saber que se trata de um pedido de socorro…
Com um estilo ao mesmo tempo cómico e violento, poético e digno da melhor pulp-fiction, Do Fundo do Poço Se Vê a Lua é uma história admirável sobre como o amor fraternal resiste ao tempo, às diferenças e à ameaça constante da morte.
Nas livrarias a 26 de Janeiro

O País do Carnaval
Jorge Amado
DOM QUIXOTE
O País do Carnaval é o primeiro romance de Jorge Amado, escrito quando tinha apenas dezoito anos. Publicado em 1931, numa época em que o Brasil vive tempos conturbados, faz um retrato crítico da imagem festiva e contraditória do país, a partir do olhar do personagem Paulo Rigger, um brasileiro atormentado pela inquietação existencial que, após sete anos em Paris, regressa a um país com o qual não se identifica. Bem recebido pela crítica e pelo público, o livro aborda as questões de uma juventude plena de inquietude, numa ansiosa e mesmo angustiada busca de verdades e do sentido da vida.
Considerado subversivo, O País do Carnaval estava entre os livros de Jorge Amado que foram queimados em praça pública em Salvador, por determinação da polícia do Estado Novo, em 1937.
Nas livrarias a 30 de Janeiro

A Brincadeira
Milan Kundera
DOM QUIXOTE
Embora politicamente significativo, o romance A Brincadeira não pertence contudo ao domínio da literatura engagée. Nele coexistem duas histórias que se referem a versões antagónicas do amor: por um lado, a doçura enigmática de Lúcia; por outro, a dureza de Ludvik, que procura vingar-se no corpo de uma mulher. Estes dois extremos pertencem de facto um ao outro, mas não podem comunicar. Constituem o melancólico canto a duas vozes da incompreensão existente entre a carne e a alma. Outras vozes se lhes juntam, num tecido narrativo polifónico que revela a mestria de Milan Kundera: cada uma delas transporta uma verdade simultaneamente essencial e alheia à verdade das outras, assumindo-se como um elo de uma cadeia de mal-entendidos. Estes são, aliás, o fulcro da relação que, ao longo dos anos, une os diversos personagens do romance. Mais fortes do que a própria paixão, eles são os verdadeiros agentes do erro universal de que a história se compõe, e fomentam a obra de esquecimento e devastação a que preside o «anjo da pilhagem».
Nas livrarias a 26 de Janeiro

O Barão
Trepador
Italo Calvino
DOM QUIXOTE
Nesta fantasia verdadeiramente deliciosa, Cosimo, um jovem nobre italiano do século XVIII, revolta-se contra a autoridade paterna, trepando para cima das árvores. Aí vai permanecer durante o resto da sua vida, adaptando-se eficazmente a uma existência ar­bórea – caça, semeia e colhe, joga vários jogos com amigos que têm os pés assentes na terra, combate in­cêndios florestais, resolve problemas de engenharia e até consegue manter casos amorosos. Do seu poleiro nas árvores, Cosimo vê passar os tempos de Voltaire e assiste à chegada do novo século.
Humor, fantasia e aventura são elementos fundamentais na estrutura deste belíssimo romance, que ocupa o lugar central não só na trilogia fantástica Os Nossos Antepassados, mas também no conjunto da obra de Italo Calvino.
Livro insólito na literatura contemporânea, livro que desafia a imaginação do leitor mais audacioso, O Barão Trepador proporciona um prazer inesquecível a quem o lê. Um livro para ler e reler. Pela vida fora.
Nas livrarias a 30 de Janeiro

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