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Maria Filomena Mónica


Biografia

É filha do economista José António Godinho Mónica (Ferreira do Zêzere, Águas Belas, Varelinha, 2 de Junho de 1910 - Lisboa, 24 de Abril de 1989) e de sua mulher (casados em Ourém, Fátima, Santuário de Fátima, 2 de Março de 1942) Maria Margarida da Conceição Gonçalves de Carvalho (Lisboa, 25 de Janeiro de 1920 - Lisboa, Junho de 2006).
É licenciada em Filosofia e História, pela Universidade de Lisboa (1969), e doutorada em Sociologia, pela Universidade de Oxford (1978). É professora e escritora, autora de vários livros de carácter histórico. Em 2009, era investigadora-coordenadora (aposentada) do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.
Foi casada em Lisboa, São Mamede, a 4 de Abril de 1963 com Carlos Braamcamp Freire Pinto Coelho (Lisboa, Santa Isabel, 26 de Fevereiro de 1940 - Lisboa, Santo Condestável, 10 de Maio de 2008), comandante piloto da aviação civil, de quem se divorciou e de quem teve uma filha, a jornalista Sofia Pinto Coelho, e um filho, Filipe Mónica Pinto Coelho (Lisboa, São Jorge de Arroios, 22 de Novembro de 1964), publicitário. Casou segunda vez com o sociólogo António Barreto do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. O seu primeiro marido casou segunda vez na 4ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa a 11 de Outubro de 1978 com Maria José Horta Paletti (Lagos, São Sebastião, 8 de Setembro de 1944), filha de Gilberto Paletti, de origem Italiana, e de sua mulher Elisa da Encarnação Horta.



Livros escritos por Maria Filomena Mónica




Vídeos de Maria Filomena Mónica




Comentários


A mostrar os últimos 20 comentários:

Rute Faro, 2006-06-14 21:18:17

Obra de escrita espontânea, na qual o relato pessoal, alheio a circunstâncias políticas, valoriza a existência e evolução no centro de uma determinada realidade social portuguesa.

Volume de grande riqueza pictórica, perante o qual o que lemos é o que vemos, dai que não existam rodeios linguísticos.

Escrever memórias não é fácil, porque são escritos muito marcados pelo Tempo. Assim, se uma leitora, como eu, que ainda não era nascida no tempo destas Memórias, consegue sentir o prazer da sua leitura, só tenho a dizer que espero que esta obra seja o exemplo para o ressurgir em Portugal da tradição memorialística.

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