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Novidades Gradiva para Março

08 Mar, 2018

Conheça aqui as novidades Gradiva para o mês de Março.

Ao Encontro da História
O Culto do Património Cultural
Guilherme d'Oliveira Martins
Quando referimos o património cultural, há a tentação de pensar que falamos de antigualhas, de coisas do passado, irremediavelmente perdidas. Puro engano! Referimo-nos à memória viva, seja referida a monumentos, sítios, tradições, seja constituída por acervos de museus, bibliotecas e arquivos. Tratamos de conhecimentos ou de expressões da criatividade humana… Ter memória é, assim, respeitarmo-nos. Cuidar do que recebemos é dar atenção, é não deixar ao abandono. Daí que a presente obra procure aliar a ideia de peregrinação, no sentido da demanda de outros lugares e de outras gentes, através da sua história, como já se fizera em Na Senda de Fernão Mendes, à memória da cultura e da língua portuguesa, como língua de várias culturas e cultura de várias línguas. Neste Ano Europeu do Património Cultural trata-se de um apelo a que a cultura seja compromisso, cuidado, atenção e conhecimento.



Cardeal Cerejeira
Luís Salgado de Matos
O brasão do Cardeal Cerejeira sintetiza o homem e a obra, o místico e o militante. É encimado pela tiara, distinção que o Patriarcado de Portugal partilha com o Sumo Pontífice. No topo do escudo, um triângulo dourado com o tetragrama hebraico do nome divino evoca a Santíssima Trindade e para alguns é maçónico. O seu sucessor, D. José Policarpo, registou esta opinião, sem a endossar. Abaixo, no centro da cruz a negro, o Sagrado Coração de Jesus, central para a espiritualidade de Cerejeira, tal como a mística Santa Teresa do Menino Jesus, simbolizada pelas três rosas, logo abaixo. A estrela de sete pontas simboliza Nossa Senhora. A divisa é: «Venha a nós o vosso Reino», frase do Pai-Nosso sugerindo a intervenção religiosa no social.

Com um texto de apresentação pelo Sr. D. Manuel Clemente, Cardeal Patriarca, este livro percorre a vida do Cardeal Cerejeira, que foi patriarca de Lisboa por largos anos, de 1929 a 1971.



As Razões do Amor
Harry G. Frankfurt
Será o amor moralmente relevante? Estará o amor acima da moral ou deverá a moral prevalecer sobre o amor? Que relação existe entre amor e razão? Será o amor irracional? Que relação existe entre o amor e o sentido da vida? Que relação há entre o amor que temos por algo e o seu valor? Será que algo adquire valor para nós porque o amamos ou, pelo contrário, amamo-lo porque tem valor para nós? Há diferentes tipos de amor? É necessariamente egoísta aquele que se ama a si próprio?

Estas são apenas algumas das questões que Frankfurt procura esclarecer neste livro e às quais procura dar respostas originais e fundamentadas, articulando de forma iluminante o amor, a moral, a razão e o sentido da vida. Diferentemente de outros filósofos que — de Platão a Espinosa e Schopenhauer — se debruçaram sobre a natureza e função do amor nas nossas vidas, Frankfurt oferece-nos uma perspectiva naturalista que destaca a importância central do amor na estrutura mais profunda da nossa psicologia moral. Assim, Frankfurt defende que a moral não é a nossa única fonte de normatividade, nem sequer a principal, cabendo essa função precisamente ao amor. E defende ainda que a forma mais pura de amor é o amor por si próprio. Como é seu timbre, Frankfurt volta a desafiar algumas das nossas ideias e crenças básicas, convidando-nos a pensar de forma mais clara e profunda.




Zombies & Cálculo
Colin Adams
Como pode o cálculo ajudá-lo a sobreviver a um apocalipse de zombies? Colin Adams, um dos divulgadores de matemática mais criativos e divertidos, revela o segredo nesta fantástica aventura de zombies.

Zombies & Cálculo conta a história de um professor de Matemática numa pequena cidade americana, que, a meio de uma aula de Cálculo Infinitesimal, se vê confrontado com um aluno retardatário cuja fome não é de conhecimento... À medida que o vírus zombie se espalha e a civilização se desmorona, o professor usa o cálculo para ajudar o seu pequeno grupo de sobreviventes a derrotar as hordas dos mortos-vivos.

Com este livro, os leitores ficam a saber como evitar ser comidos aproveitando o facto de os zombies apontarem sempre o seu vector tangente ao alvo, e também como usar o crescimento exponencial para determinar uma taxa de propagação viral. Além disso, são tratados tópicos como a aceleração da gravidade, modelos predadores - presas, problemas de perseguição, a física do combate e muito mais. Um livro bastante útil: graças a ele, o leitor poderá sobreviver a um ataque zombie. E enquanto tal não acontece, pode divertir-se com a leitura.

Contendo apêndices que explicam a matemática do livro em maior pormenor mas de um modo acessível, Zombies & Cálculo é recomendado tanto para aqueles que foram recentemente apanhados pelo vírus do cálculo, como para aqueles cuja «doença» já se encontra num estado mais avançado. E ainda para aqueles que ainda não sabem sequer o que é o cálculo.

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