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Novidades D. Quixote - Setembro

29 Ago, 2023

O Monte do Silêncio
Francisco Camacho
Diogo vive atormentado por duas tragédias, uma na infância e outra na adolescência, numa família da alta burguesia reconstruída por um tio que cultiva o segredo e a mentira. Os traumas do passado empurram-no para uma existência desregrada e sem rumo, em que os problemas de memória e os sentimentos de culpa o afastam cada vez mais da verdade acerca de si próprio e daqueles que o rodeiam.
Até que, numa manhã de setembro em que o sol brilha intensamente mas um horizonte negro anuncia a tempestade, o cadáver de Norma, a afilhada do tio sobre a qual pouco se sabe, é encontrado no cenário majestoso da Praia do Eco.
Passado entre a Lisboa dos anos oitenta e os dias de hoje, em ambientes que ilustram um país feito de desigualdades e satirizam uma certa elite portuguesa ciosa das aparências, O Monte do Silêncio é um romance profundamente visual, com uma atmosfera de thriller psicológico e um enredo sinuoso.

Cidade da Vitória
Salman Rushdie
Na sequência de uma batalha menor entre dois reinos do Sul da Índia do século XIV, há muito esquecidos, uma rapariga de nove anos tem um encontro divino que irá alterar o curso da história. Depois de assistir à morte da mãe, Pampa Kampana, dominada pela dor, torna-se o veículo de uma deusa, que começa a falar pela boca da rapariga. Concedendo-lhe poderes que estão para lá da compreensão de Pampa Kampana, a deusa diz-lhe que ela será determinante no surgimento de uma grande cidade chamada Bisnaga – «a cidade da vitória» –, a maravilha do mundo.
Ao longo dos 250 anos subsequentes, a vida de Pampa Kampana virá a estar profundamente interligada à de Bisnaga, desde o literal lançamento à terra de um saco de sementes mágicas até à sua trágica destruição da mais humana das maneiras: a arrogância dos que detêm o poder. Conferindo existência a Bisnaga e aos seus cidadãos por meio de sussurros, Pampa Kampana tenta levar a cabo a tarefa que a deusa lhe confiou: dar igual representação às mulheres num mundo patriarcal. Mas todas as histórias têm tendência para fugir ao seu criador, e Bisnaga não é exceção.
Nas livrarias a 12 de Setembro


Zuckerman Libertado Philip Roth
Francisco Agarez
Com o sucesso estrondoso do seu romance Carnovsky, Nathan Zuckerman vê-se catapultado para a ribalta literária. Quando se aventura pelas ruas de Manhattan, vê-se cercado por todos os lados, alvo de admoestadores, conselheiros, aspirantes a críticos literários e – o pior de tudo – admiradores, que veem nele o sátiro ficcional de si próprio, Gilbert Carnovsky.
Celebridade incompetente, pouco à vontade com a sua fama recente e sem saber bem como poderá estar à altura da notoriedade da sua criação ficcional, Zuckerman debate-se desajeitadamente com um caso de grande visibilidade pública, a desintegração da sua vida familiar, e esquiva-se às atenções do mais persistente dos seus admiradores, enquanto a turbulenta década de sessenta se fecha gradualmente à sua volta. Em segundo plano da notoriedade embaraçosa estão os assassínios recentes de Robert Kennedy e Martin Luther King, Jr., e o intranquilo Zuckerman sente-se observado...

O Povo é Imortal
Vassili Grossman
Vassili Grossman era correspondente do Estrela Vermelha (jornal do exército soviético) quando escreveu O Povo é Imortal em dois meses, em 1942, para ser publicado em fascículos no jornal.
Este romance abrange um breve período no final do verão de 1941, quando a Rússia estava a sofrer pesadas perdas após a invasão das tropas alemãs em junho desse ano.
Grossman relatou a ação em primeira mão, e os seus conhecimentos transparecem nos pormenores que dá sobre a vida militar, a crueldade dos bombardeamentos, ou o impacto de uma ordem que proíbe a rendição ou a retirada.
A narrativa centra-se num grupo de tropas russas cercadas e nos seus esforços para romper as linhas
do inimigo. O soldado da linha da frente é representado pelo agricultor Ignátiev, alegre e corajoso. Mais acima na hierarquia está o ponderado e severo comissário de batalhão Bogariov, um antigo académico cuja leitura de textos militares clássicos o leva a questionar a estratégia oficial.
Este romance foi a contribuição de Grossman para o esforço de guerra. Mais importante ainda, lançou as bases para as vastas telas do autor sobre o tempo de

Lições de Grego
Han Kang
Esta é a história de um professor de Grego que está a perder a visão e de uma aluna que está a perder a voz. Ambos descobrem, porém, que existe uma dor ainda mais funda a uni-los: numa questão de meses, ela perdeu a mãe e a batalha pela custódia do filho; já ele ganhou o medo de perder a autonomia e o incómodo de, por ter crescido entre a Coreia do Sul e a Alemanha, estar sempre dividido entre duas culturas e duas línguas tão diferentes.
Lições de Grego fala de um homem e de uma mulher comuns que se conhecem num momento de angústia privada – a perspetiva da cegueira dele encontra-se com o silêncio dela. Mas são justamente estes handicaps que os atraem um para o outro, levando-os a encontrar uma saída da escuridão para a luz, do silêncio para a expressão.
Com uma estrutura em espiral e a sensibilidade a que Han Kang já nos habituou, o presente romance é como uma terna carta de amor à intimidade humana, um texto que desperta os nossos sentidos e reflete sobre a essência do que realmente significa estar vivo.


Glória
NoViolet Bulawayo
 Há muito tempo, numa terra abundante, os animais viviam felizes. . .
E então chegaram os colonizadores e, com eles, uma sangrenta guerra. Do caos, porém, surgiu uma nova esperança. Um cavalo carismático tomou as rédeas do poder. Governou durante quarenta anos com a ajuda do seu grupo de Eleitos. Até que um dia, enquanto se sentava para tomar um chá Earl Grey e ouvir o seu programa de rádio favorito, chegou um novo líder, um novo regime. E mais uma vez os animais se encheram de esperança.
Glória conta a história de um país fictício, preso num ciclo tão antigo quanto o tempo. No centro do tumulto está Destino, uma jovem cabra que regressa à sua terra natal para testemunhar a revolução. A chegada de Destino desencadeia uma sucessão de acontecimentos que lembra aos habitantes - e a nós - que a glória da tirania só dura enquanto as suas vítimas o permitem. E que essa história pode ser interrompida a qualquer momento.


Gabo e Mercedes - Uma Despedida
Rodrigo García
Em março de 2014, Gabriel García Márquez, um dos mais aclamados escritores do século XX, já velho e doente, apanhou uma constipação. «Desta não escapamos», disse Mercedes Barcha, a sua esposa de havia mais de cinquenta anos, a Rodrigo, um dos seus filhos.
Estas páginas são a crónica mais íntima e honesta dos últimos dias de um génio, escrita com a espantosa precisão e o justo distanciamento de uma testemunha de exceção: o próprio Rodrigo. Vemos assim o lado mais humano de uma personagem universal e da mulher na qual reparou quando eram ainda crianças, que o acompanhou toda a vida e que apenas lhe sobreviveu uns anos, entremeado com recordações de uma vida irrepetível. A mais bela despedida ao filho do telegrafista e à sua esposa.
Agridoce e perspicaz, comovente e poderoso, Gabo e Mercedes: Uma Despedida celebra o formidável legado dos pais de Rodrigo, oferecendo um olhar inédito sobre a vida familiar de um gigante literário. É, ao mesmo tempo, um presente para os leitores de Gabo e uma homenagem de um escritor que o conheceu bem.
Nas livrarias a 26 de Setembro

O Próximo És Tu
Arne Dahl
A vida do ex-inspetor Sam Berger ficou virada do avesso. É suspeito de assassínio e a sua colega Molly Blom, agente dos serviços secretos, encontra-se em coma.
Entretanto, uma ameaça terrorista paira sobre Estocolmo e um assassino procurado está em liberdade.
Berger foge para o arquipélago de Estocolmo, onde aguarda por ordens do chefe da Unidade de Inteligência da Polícia de Segurança da Suécia.
Mas será ele a solução ou parte do problema?

O Lenço da Mamã
Chimamanda Ngozi Adichie
Esta ode à simplicidade da vida, saída da pena de uma das autoras mais conceituadas da actualidade, com ilustrações de Joelle Avelino, deu origem a um livro infantil mas, na verdade, destina-se aos leitores de todas as idades.
Uma terna e poética homenagem às pequenas alegrias da vida em família.
Tão inesquecível como a memória de um dia perfeito.

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