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Notícias



Novidades Leya - Junho

28 Mai, 2024

Novidades de Junho - Leya

"Cenas Portuguesas" de António Carlos Cortez.

Caminho

Nas livrarias a 11 de Junho

António Carlos Cortez oferece-nos nestes dez contos, numa prosa fluida e viva, ora sarcástica, ora nostálgica, um livro com personagens que todos nós um dia conhecemos.

Cenas Portuguesas é, como o título indica, um conjunto de cenas, isto é, de contos que são cenas vivas, pitorescas, satíricas e outras talvez melancólicas sobre uma certa forma de ser português.

Dez contos onde se passeiam figuras dum país à esquina do planeta: uma Dona Preciosa, emblema duma rua de Lisboa; um tal Sr. Rato, ex-agente da PIDE e taxista nos anos 80; Uma Linda de Guadalupe, moça que nos anos 60 veio cantar para Lisboa e aí se perde; um certo grupo de adolescentes que se descobre vivendo o jogo da vida numa partida de futebol...

Cenas Portuguesas, como quem diz, cenas de Lisboa, ou de Braga, de alguém recordando a Calçada do Tojal, rua do mundo, espelho humano. Um escritor que redige um livro para sobreviver a um casamento-naufrágio, ou, noutro conto, um Portugal em 2050 mergulhado numa ditadura, sendo um sapateiro o último detentor de uma biblioteca nesse futuro distópico.

"Os Rostos", de Tove Ditlevsen.

Os Rostos

Tove Ditlevsen

Dom Quixote

Literatura Traduzida

Tradução de João Reis

Nas livrarias a 30 de Junho

Da aclamada autora de A Trilogia de Copenhaga, chega-nos um romance inquietante sobre uma mulher à beira do abismo, escrito com o fulgor e a franqueza da experiência vivida.

Copenhaga, 1968.

Lise, uma escritora de livros infantis e mãe de três filhos, casada, vê a sua vida quotidiana a esvair-se. É cada vez mais assombrada por rostos e vozes sem corpo. Além disso, está convencida de que o seu marido, extravagantemente infiel, a vai deixar. Mas, acima de tudo, tem medo de não voltar a escrever. No entanto, à medida que mergulha num mundo de comprimidos e hospitais, começa a interrogar-se: será a loucura algo que realmente se deva temer, ou será que traz uma espécie de liberdade?

Em Os Rostos Tove Ditlevsen reflete sobre casamento e divórcio, amor e loucura, medo, ternura e maldade, utilizando magistralmente os meios literários para tornar tangíveis as mudanças na perceção de uma mulher.

Tendo-se inspirado no seu quarto e último casamento, com a sua escrita sensível, sofisticada e de uma integridade e ironia corajosas, Ditlevsen consegue transformar em arte as experiências da vida pessoal. É por isso vista como uma precursora de escritores confessionais como Karl Ove Knausgård, Annie Ernaux, Rachel Cusk e Deborah Levy.

"A Mão Que Cura", de Lina María Parra Ochoa.

A Mão Que Cura

Lina María Parra Ochoa

Dom Quixote

Literatura Traduzida

Tradução de Helena Pitta

Nas livrarias a 25 de Junho

 Um romance estreia e a ascensão, quase imediata, ao patamar onde se encontram as vozes mais promissoras entre a nova geração de escritores latino-americanos

Há encontros que deixam uma marca indelével na nossa memória e no nosso corpo, encontros que nos transformam profundamente, ou, quem sabe, nos revelam apenas quem na verdade somos. É isso que acontece à menina Soledad quando conhece Ana Gregoria, sua professora de escola, com quem aprenderá a fazer trabalhos, amarrações, beberagens. A convocar o silêncio para não ser vista ou ouvida. A dominar as almas do purgatório. Porque a menina Sole tem a mão que cura.

Passados muitos anos, a sua filha Lina descobrirá ter também a mão que cura e, depois da morte do pai, uma força desconhecida levá-la-á a procurar uma Ana Gregoria já velha, para encontrar respostas num mundo cada vez mais escuro e impenetrável.

A Mão Que Cura fala dos poderes, da bruxaria e das superstições que se transmitem em segredo. Do luto e da morte, do desejo de constituir família. Fala de magia e de ciência, e de como tudo é a mesma coisa.

Com uma prosa envolvente, a escritora colombiana Lina María Parra Ochoa explora a complexidade dos vínculos afetivos, o peso da tradição e a nossa ligação com a natureza num texto repleto de tensão telúrica que encantará os amantes do sobrenatural e do realismo mágico.

"O Segredo de Lourenço Marques", de Eduardo Pires Coelho.

O Segredo de Lourenço Marques

Eduardo Pires Coelho

Oficina do Livro

Literatura Lusófona

Nas livrarias a 11 de Junho

Na senda de O Segredo da Flor do Mar e Taprobana, Eduardo Pires Coelho brinda‑nos com mais um thriller histórico, que nos vai oferecendo surpresas até mesmo à última página.

Terminada a investigação a uma antiga embarcação portuguesa naufragada no Estreito de Malaca, Filipe recebe um telefonema enigmático de um grande empresário sul-africano; este pede-lhe que descubra o paradeiro de três passageiros clandestinos de um cargueiro português – o Angoche – que, em 1971, foi encontrado a arder ao largo de Moçambique sem ninguém a bordo.

A busca levará Filipe a vários países africanos, mas também ao tempo em que Lourenço Marques florescia com a nova linha férrea e o Império Britânico combatia as repúblicas boers para se apoderar da sua riqueza – guerra em que um português chamado Miguel Ferreira acabaria por envolver-se, antes de regressar à Ilha de Moçambique para desposar Maria Teresa, a mulher da sua vida.

Mas que mistério liga este homem nascido no século XIX aos homicídios obscuros que Filipe descobre ao longo das suas viagens? E, apesar das ameaças de morte e do preço que pode vir a pagar, deve realmente continuar a sua pesquisa?

"Vencer Contra a Corrente", de Tomás Appleton.

Vencer Contra a Corrente

Tomás Appleton

Oficina do Livro

Testemunho

Nas livrarias a 11 de Junho

O capitão da selecção nacional dá-nos a conhecer os bastidores da histórica participação portuguesa no mundial de râguebi, disputado em França, em 2023

Tomás Appleton, capitão dos Lobos, leva-nos aos bastidores da jornada da seleção portuguesa de râguebi rumo ao Campeonato do Mundo de 2023, onde Portugal foi a equipa sensação e conquistou a sua primeira vitória num Mundial, batendo, contra todas as expectativas, a poderosa seleção de Fiji.

Oferecendo lições práticas dessa experiência, Vencer Contra a Corrente parte do primeiro contacto do autor com o râguebi e percorre toda a experiência vivida com a seleção até à atualidade.

Recorda dezenas de momentos de glória, e também de desaire, enumera sacrifícios dentro e fora de campo, e transporta o leitor para os relvados, fazendo-o sentir-se parte de um xv de râguebi e de toda a batalha que é necessário travar para vencer contra a corrente.

 

 

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