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Novidades Quetzal para Fevereiro

07 Fev, 2018

Neste fevereiro tão breve e frio, magníficas propostas de leitura. Voltamos a Claudio Magris, desta vez com um livro brevíssimo, mas essencial como o é Magris, sempre. E a Filipa Martins, que apresenta o seu novo romance (o segundo com a Quetzal) nas Correntes d´Escritas, embora este já
possa ser encontrado nas livrarias a partir do fim da semana. Mais adiante, teremos a nova edição da Odisseia de Homero, de Frederico Lourenço, uma belíssima edição, revista e aumentada à luz do estado atual dos estudos homéricos.

INSTANTÂNEOS de Claudio Magris
Nas livrarias a 9 de fevereiro.
Uma sequência de textos breves, em que Magris disseca pequenos e grandes aspetos da vida quotidiana, da vida política e da nossa intimidade; estigmatiza falsas crenças e comportamentos por detrás dos quais se escondem abismos de incompreensão e indiferença; destaca pequenos gestos que revelam a grandeza da alma humana; e tira da História e da Literatura situações surpreendentes que iluminam o presente confuso em que vivemos. A moldura é o espírito cáustico e irónico de um grande autor, que nos convida a olhar para nós mesmos com rigor e ternura.

NA MEMÓRIA DOS ROUXINÓIS de Filipa Martins
Nas livrarias a 9 de fevereiro.
Jorge Rousinol é um matemático galego, que sempre defendeu o esquecimento como o melhor veículo para a tomada de decisões acertadas. No final da vida encomenda uma biografia sua a uma casa editora. Estranha decisão para quem nunca quis recordar. O biógrafo escolhido acaba por ser alguém com quem privara décadas antes e que se vê, ele próprio, enleado em memórias moribundas. Uma escrita inesperada, inovadora, feminina (embora sobre homens) – de uma leveza surpreendente. Diálogos ágeis, incursões pela magia dos números primos e desenlace inesperado.

ODISSEIA de Homero
Tradução, notas e comentários de Frederico Lourenço
Nas livrarias a 23 de fevereiro.
Um dos pilares do cânone ocidental, e um poema de rara e extraordinária beleza – o livro que mais influência exerceu, ao longo dos tempos, no imaginário ocidental. A Odisseia e a Ilíada - compostas quando ainda não tinha sido escrita a maior parte dos livros que integram o Antigo Testamento – são, para todos os efeitos, os primeiros grandes livros da cultura ocidental. Anos depois da sua tradução inicial, Frederico Lourenço regressou ao texto e fez uma criteriosa e minuciosa revisão, acrescentando notas e comentáriosque esclarecem dúvidas sobre o texto.

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