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Novidades editoriais Leya para Abril

03 Abr, 2019

Novidades editoriais da LeYa para o mês de Abril, entre elas, Eu Sou a Minha Poesia, de Maria Teresa Horta (DOM QUIXOTE); Alma, de Manuel Alegre (DOM QUIXOTE); As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia, de Miguel Real (DOM QUIXOTE) e A Filha Devolvida, de Donatella di Pietrantonio (ASA).

Eu Sou a Minha Poesia
Maria Teresa Horta
DOM QUIXOTE - POESIA
Eu Sou a Minha Poesia reúne uma seçecção feita por Maria Teresa Horta do poemas que a autora considera serem os essenciais da sua obra. Um longo percurso poético, iniciado em 1960, que se mantém vivo e cuja actualidade e ousadia a colocam na vanguarda da poesia portuguesa.
De cunho marcadamente feminista e erótico, uma poesia de intervenção e desobediência, que dá voz ao imaginário e ao desejo da mulher.
Uma obra literária ímpar que é um grito de coragem e uma afirmação de liberdade.
Nas livrarias a 30 de Abril

Alma
Manuel Alegre
DOM QUIXOTE
A memória nostálgica dos lugares encantatórios da infância. De Alma, vila mágica onde convivem tradição e subversão, melancolia e audácia, crendices, ideologia e futebol. Dessa infância vêm os cheiros, os sons, as imagens e as emoções que norteiam a vida. Toda a vida: não há flecha que não tenha o arco da infância. Pela voz audaciosa de quem não receia dar-se a conhecer, chegam-nos os ecos de um Portugal dividido entre a República e a Monarquia, um país que era, à época, o mundo de uma criança expectante e atenta. Um testemunho autobiográfico que é também um documento histórico de um passado recente que muitos ignoram.
A presente edição, a 16.ª, traz consigo o texto lido por Mário Soares na primeira apresentação do livro, a 21 de Dezembro de 1995, em Lisboa.
Nas livrarias a 23 de Abril

As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia
Miguel Real
DOM QUIXOTE
Furtado do espólio de Salazar aquando da invasão dos seus antigos apo­sentos no dia 25 de Abril de 1974, o manuscrito «As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia», escrito nos últimos anos de vida e doado pela própria à Casa de Bragança, em Lisboa, através da mão do chefe do Estado Novo, foi recuperado em Sófia, na Bulgária, na Comemoração do Centenário da República, por Miguel Real, que foi incumbido de o depositar na Torre do Tombo, já o tendo feito.
Neste manuscrito, a Rainha D. Amélia retrata a sua vida em doze pequenos capítulos, equivalente a um por cada mês do ano, organizados em quatro grandes partes, seguindo o ritmo das estações, da Primavera, na infância, ao Inverno triste da sua velhice. Um documento pungente, doloroso e comovente, fortemente crítico de Portugal e dos Portugueses, permanente­mente iludidos pelas artimanhas de elites ineptas e ignorantes.
4.ª Edição.
Nas livrarias a 9 de Abril

A Filha Devolvida
Donatella di Pietrantonio
ASA - (Tradução de Tânia Ganho)
Aos treze anos, uma menina descobre brutalmente que o homem e a mulher que a criaram não são seus pais. Filha única, privilegiada, com uma casa à beira-mar e aulas de ballet, é obrigada a abandonar o lar onde cresceu para ser devolvida à família biológica. Não lhe é dada qualquer explicação. Leva consigo uma mala e um saco de sapatos.
A família biológica é pobre, caótica e pouco acolhedora. Naquela que é agora a sua casa, na aldeia, tem de partilhar um colchão com a irmã e o quarto com os três irmãos mais velhos. A violência, a fome, os costumes… tudo lhe é incompreensível. Mas há a pequena Adriana, que a recebe com a candura típica das crianças; e há Vincenzo, o irmão mais velho, que a protege mas também a olha como se fosse já uma mulher… É na sua relação com eles que a jovem irá encontrar forças para começar de novo e – quem sabe? – construir a sua própria identidade.
Livro vencedor do Prémio Campiello
Nas livrarias a 30 de Abril

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