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Sinopse

«É possível, num poema ou num conto, escrever sobre coisas e objetos quotidianos usando linguagem quotidiana mas precisa, e dotar essas coisas - uma cadeira, uma cortina, um garfo, uma pedra, os brincos de uma mulher - de um poder imenso, quase espantoso. É possível escrever uma linha de diálogo aparentemente inócuo e fazer com que essa linha provoque um arrepio na espinha do leitor - a fonte de deleite artístico, como queria Nabokov. É esse género de escrita que me interessa. Detesto escrita confusa ou aleatória, seja ela experimentação ou simplesmente realismo desastrado. No maravilhoso conto "Guy de Maupassant", de Isaac Babel, o narrador tem o seguinte a dizer sobre a escrita de ficção: Nenhum ferro pode trespassar o coração com tanta força como um ponto final no lugar certo."»

Extras

CRÍTICAS DE IMPRENSA


«[…] quatro ensaios […], curtos esboços biográficos e de reflexão sobre o ofício de escritor, a que se juntam algumas dezenas de poemas e sete contos – constituindo, no seu conjunto, uma excelente introdução à obra de Carver.»
José Mário Silva, Expresso

«Muito poucos escritores poderão, como Raymond Carver, considerar-se amados.»
The New York Review of Books

«Deve ler Fogos já. Estas histórias e estes poemas mostram o enorme talento de Raymond Carver em expansão.»
San Francisco Chronicle

«Seminal nos estudos Carverianos, Fogos é uma recolha de objetos literários díspares unidos por uma mesma visão e obsessão.»
Los Angeles Herald Examinera

«O livro mais revelador de Carver – um conjunto que confirma o valor da obra de Raymond Carver. Como pássaros claros em árvores distantes, as suas histórias aparecem em relances, reverberações. Fogos desenha o arco do seu voo.» 
Boston Globebr> 
«Um dos maiores contistas do nosso tempo – de todos os tempos.» 
Philadelphia Inquirer 

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