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Jurgen, A Comédia da Justiça



Sinopse

O grande livro de culto da literatura norte-americana que suscitou comparações com nomes como Dante, Sterne, Rabelais, Voltaire ou Swift.

Jurgen é um cavaleiro que parte em busca do "amor cortês", o amor idílico. As suas aventurtas por reinos mágicos e misteriosos encontrando pelo caminho os mais excentricos personagens e acabando, muitas vezes, nos leitos de mil damas - da Rainha Guinevere à mulher do Diabo - são uma entrincada alegoria aos tempos modernos e à América mas podem, igualmente, ser lidas como um rormance de aventuras, uma fantasia, uma obra política ou um tour-de-force literário cheio de referências mais ou menos claras aos grandes clássicos da literatura universal e a obras menores mas de igual forma relevantes.

Jurgen foi alvo do primeiro e mediático processo de obscenidade que ocupou as primeiras páginas dos jornais norte americanos entre 1919 e 1922.

Extras

«O romance filosófico que inaugura e define uma nova era da literatura de língua inglesa.»
- Aleister Crowley

«Cabell atinge em Jurgen o estatudo que o eleva entre os grandes mestres da literatura inglesa moderna.»
- Vernon Louis Parrington

«Só há um verdadeiro e portentoso romance alegórico em toda a literatura americana: Jurgen.»
- Hugh Walpole

«A grande obra-prima deste século que ainda agora principía.»
- Basil Davenport

«Cabell e o seu magnífico Jurgen foram esquecidos porque pertencem a uma linhagem extinta da literatura americana na qual se inscrevem Poe e Lovecraft: a dos escritores cujas referências são a literatura universal e uma cultura portentosa. [...] Daí que seja perfeitamente natural que os únicos que se lembram de cabell sejam os grandes nomes das literaturas ditas alternativas.»
- Harold Bloom

«Há um cansaço enorme na literatura americana, provavelmente porque ninguém conseguiu ultrapassar Cabell.»
- Robert A. Heinlein

«Se há alguém capaz de elevar a literatura americana ao nível de inventividade dos melhores da literatura universal, falamos certamente de Cabell.»
- Sinclair Lewis

«O mais ácido de todos os anti-românticos: os personagens de Cabell perseguem dragões do mesmo modo como os corretores da bolsa jogam golfe.»
- H. L. Menken

«Cabell vai ser esquecido pela literatura americana - que tanto lhe deve - precisamente porque nos tempos que vivemos o público exije um realismo na literatura que o autor despreza. Hitler e Cabell não habitam o mesmo universo.»
- Alfred Kazin

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