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Democracia do Livro em Portugal: Transições, Protagonistas e Evolução Sociocultural



Sinopse

«Precisávamos de um livro assim. Que enfrentasse a década de 70, uma das mais complexas e controversas do nosso passado recente, com um olhar seguro, persistente, directo mas ponderado. Com o saber tranquilo de quem conhece o sector – de que é figura de referência – há cerca de quarenta anos. 
É obra de anos de investigação e muita experiência, indispensável para cumprir o objectivo a que se propôs: “análise e conclusão possível sobre a relação entre as transformações ocorridas na edição e comércio do livro durante a década de 70 do século XX e o comprovado progresso sociocultural da população portuguesa na sequência da instituição da democracia em 25 de Abril de 1974.”. Para tanto, Rui Beja definiu um modelo de análise em três planos: “O livro no estertor do Estado Novo” e d’ “O livro no dealbar da democracia”, são os dois grandes planos que permitem contextualizar e fundamentar as considerações e conclusões relativas a “O livro em democracia e o desenvolvimento sociocultural”. Mas o mérito e a dificuldade desta investigação não ficam por aqui. Na verdade, nela se deixam já entrever as duas grandes transformações que o sector começa a enfrentar: a economia do livro, o livro como indústria cultural, e as sucessivas alterações - exógenas e endógenas – na sua fileira, ainda hoje longe da estabilização; e a emergência e rápida expansão das TIC e a entrada no universo digital.»

José António Furtado,
do prefácio

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