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A Idade das Descobertas



Sinopse

A Humanidade vive o seu melhor momento. Contudo, este é também o nosso instante mais frágil. Verifica-se um crescimento da saúde, da riqueza e da educação à escala global. As descobertas científicas florescem. Mas as mesmas forças que permitem lucros fartos a uns conduzem a graves prejuízos para outros – e envolvem-nos de uma forma que a todos torna vulneráveis. Já passámos por isto. O primeiro Renascimento, a época de Colombo, Vasco da Gama, Copérnico, Gutenberg e tantos outros, redesenhou todos os mapas do mundo, expandiu a informação e transportou a civilização ocidental da era medieval para a moderna. Esta mudança teve um custo: divisão social, extremismo político, crises económicas, pandemias e as outras consequências imprevisíveis dos empreendimentos humanos.
Hoje vivemos o nosso segundo Renascimento.

Extras

«Ian e Chris levam-nos numa viagem impressionante e recordam-nos a importância da colaboração, da compaixão e do génio. Não devemos construir muros, subir a ponte levadiça e viver com medo. Este livro ajudará o mundo a acolher corajosamente o potencial da inteligência coletiva e a assegurar que compreendemos as lições do passado e que nos apercebemos das oportunidades que temos diante de nós neste Novo Renascimento.»
RICHARD BRANSON, fundador do Virgin Group

«Estaremos a viver um novo Renascimento? Neste livro estimulante, Ian Goldin e Chris Kutarna analisam os centros de inovação dos nossos dias e identificam as novas versões da Florença da era dos Médicis. A nossa época, argumentam, é uma nova idade das descobertas. Contudo, tal como nos tempos de Da Vinci e Vasco da Gama, as novas tecnologias e a integração global trazem consigo novos perigos: pandemias, fanatismos, guerras. Todos deviam ler o apelo dos autores a um novo humanismo que está pronto para defender o Renascimento moderno dos ataques que já começaram.»
NIALL FERGUSON, Universidade de Harvard

«Uma mudança refrescante relativamente às análises frívolas e aos debates estéreis da direita e da esquerda. O progresso nas comunicações e nas ciências possibilita uma expansão da criatividade à escala mundial. Porém, estas possibilidades serão em grande medida ignoradas se os cidadãos não agirem e as nações não se organizarem para tirarem partido delas. É uma obra impressionante e importante.»
EDMUND PHELPS, Prémio Nobel da Economia

«Os autores distanciam-se dos acontecimentos quotidianos para ilustrar o modo como o nosso tempo — com o seu ritmo implacável, as novas tecnologias e o elevado grau de conectividade — se tornou um Novo Renascimento. O leitor aprende as lições do Renascimento original, como a necessidade de tomar precauções perante novos riscos sistémicos e a necessidade de “acolher os génios”. Com esta perspetiva, os dirigentes podem aprender a tomar decisões prudentes para o longo prazo, sem serem subjugados pela volatilidade do curto prazo.»
DOMINIC BARTON, McKinsey

«Não devemos esquecer-nos de aproveitar as oportunidades presentes nos muitos desafios que estamos a enfrentar hoje em dia, como fizemos, com êxito, noutros tempos. Temos feito progressos enormes ao alcançar novas soluções de forma sistemática. Não há motivo para sermos pessimistas.»
HANS-PAUL BUERKNER, presidente do Boston Consulting Group

«Visionário [...]. Consegue convencer-nos de que a nossa época é invulgarmente interessante para se viver, com níveis pouco habituais de promessa, de expectativa e de riscos.»
Times Higher Education Supplement

«Um relato vivo do Renascimento e da História contemporânea [...]. Talvez alguém deva enviar ao Sr. Trump um exemplar deste livro, que ainda pode vir a dar origem a tuites provocadores.»
The Financial Times

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