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Sessões com Autores e Apresentação de Livros - Campo das Letras

07 Abr, 2008

Conheça aqui algumas Sessões com Autores e Apresentação de Livros pela Campo das Letras.

Índice Geral de O TRIPEIRO
Junho 1908 – Dezembro 2006
Organização de CARMO FERREIRA

Apresentação do livro
10 ABRIL | 5.ª feira | 18h30 | PORTO
ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO PORTO (PALÁCIO DA BOLSA - Rua Ferreira Borges - Porto)
Apresentação do livro por HELDER PACHECO

«Sem dúvida ou exagero, "O Tripeiro" constitui uma espécie de Enciclopédia, cobrindo os mais díspares e, por vezes, insuspeitados assuntos que configuram a história material, social, cultural e económica desta Invicta cidade. Sobre ela, nas páginas desta revista exemplar, encontramos a completa, insubstituível e contínua fonte de informação, tanto do passado mais remoto, como do mais próximo, ou seja, das sucessivas épocas cobertas pela publicação até à actualidade. Por todas estas razões, "O Tripeiro" é profunda herança documental e relevante património portuense, nos campos histórico, etnográfico, sociológico e jornalístico, além de outros.
HELDER PACHECO

 

- SESSÃO DE LEITURA DE POESIA -       
                 
do livro

A PALAVRA PASSE
de ANTÓNIO FERRA

10 ABRIL | 5.ª feira | 19H00 | LISBOA
na LIVRARIA CÍRCULO DAS LETRAS (Rua Augusto Gil, 15 B)
Leitura de poemas por ANTÓNIO FERRA e JORGE LINO

Tentado a questionar-se sobre a necessidade de saber que tempo, afinal, vivemos, nós, quis António Ferra fazer do seu discurso, não um efeito de estilo, mas um processo de comunicação poética concretamente dirigido à consciência de si, que o mesmo é dizer: à consciência do tempo que somos: «(...) tudo isso está perdido dentro de mim», entenda-se: « (..) mas com uma nostalgia tramada (...)»     VERGÍLIO ALBERTO VIEIRA

 

MONTPARNASSE
Até ao esgotamento das horas
de VASCO DE CASTRO

Apresentação do livro
15 ABRIL | 3.ª feira | 19h00 | SINTRA
RESTAURANTE O ZÉ (Av. N.ª Sra. da Esperança, 190 - Fontanelas - Sintra)
Apresentação da obra pelo Dr. BEJA SANTOS

Nesta obra o autor descreve a experiência excessiva de um local eleito e de uma época singular – Montparnasse, anos 60 –, os rigores do exílio e a música permanente da «festa móvel», as sedes e fraternidades pícaras de uma fauna bizarra, delirante, patética e as entradas pela noite parnassiana dentro, até ao esgotamento das horas.

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