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Notícias



Novidades Bertrand para o mês de Abril

07 Abr, 2008

Conheça aqui as novidades da Bertrand para o mês de Abril.

VIAGEM POR ÁFRICA editado pela Bertrand

Este livro de Paul Theroux fala-nos de muitos lugares, das suas histórias, das suas gentes e culturas, de ambientes e sentimentos. Viagem por África é o relato de uma jornada apaixonante pelo Egipto, Sudão, Etiópia, Quénia, Uganda, Tanzânia, Malawi, Moçambique, Zimbabué e África do Sul.

Paul Theroux é uma referência na literatura de viagens. Os seus livros apaixonam os leitores e as suas viagens são descritas minuciosamente. Viagem por África, conta a jornada do consagrado autor por 10 países africanos, quase todos na África Oriental.
Ao longo do livro o autor relata-nos os seus encontros com escritores do Egipto e da África do Sul, com um ministro do Zimbabué, o primeiro-ministro do Uganda mas relata também os seus contactos com camionistas, lojistas indianos, economistas, intelectuais, militares ou meros colegas de viagem nos meios de transporte que utiliza ao longo do seu percurso.
Por caminhos de cabra, comboio, autocarro ou canoa, Paul Theroux viajou por algumas das mais belas paisagens da Terra. Contactou com os locais, reviu velhos amigos (o autor viveu no Uganda no princípio da independência do país e viajou pelos países limítrofes), deixou-se envolver pela sua cultura e mergulhou nos contrastes da África actual.
Com curiosidade e inteligência, o autor vai descobrindo ou redescobrindo uma África nova, diferente, apaixonante. Por isso, esta viagem é, em parte, uma viagem sentimental.

 

AS FILHAS SEM NOME

Desde a década de 1980 que milhares de chineses migram das pequenas aldeias para as grandes metrópoles em busca de uma vida melhor. É sobre este fenómeno e sobre o papel da mulher na sociedade chinesa que trata o mais recente romance de Xinran.

Da mesma autora de Mulheres da China e O Sol Cai no Tibete, As Filhas Sem Nome conta a história de três irmãs que abandonam a comunidade rural onde vivem para procurar trabalho e melhores condições de vida na grande cidade.

As irmãs Três, Cinco e Seis não têm grande cultura, mas uma coisa lhes foi incutida desde cedo: a mãe é uma fracassada porque não conseguiu dar à luz um filho varão e elas próprias mereceram apenas como nome um número.

«As mulheres, diz-lhes o pai, são como pauzinhos: facilmente quebráveis.» Não convencidas disso e profundamente magoadas, decidem então aventurar-se sem quaisquer meios, pela cidade de Nanjing onde acabam por se afirmar.

Enquanto Três contribui para o êxito de um pequeno restaurante, Cinco e Seis aprendem novos talentos respectivamente num Spa e numa livraria. Quando o dinheiro que ganham começa a chegar à aldeia natal, o pai é finalmente forçado a reconhecer que as filhas não são tão dispensáveis quanto lhes fazia crer.

Mais do que uma história comovente e cativante, As Filhas Sem Nome retrata uma China contemporânea em constante mutação vista através dos olhos de três irmãs ansiosas por deixarem a sua marca no mundo. Este romance conta não só uma história humana, como também a história de uma cidade.

 

Filho da Aurora encerra a série O Sangue dos Königsmark

Pleno de mistérios, aventura, amor e dramas. É assim o mais recente livro de Juliette Benzoni editado em Portugal pela Bertrand Editora. Filho da Aurora encerra a série O Sangue dos Königsmark, saga de uma família real alemã que foi protagonista de vários episódios importantes na História desta país.

Depois de Aurora, livro sobre a jovem condessa Aurora que viveu uma proibida paixão real, chega Filho da Aurora, o livro que encerra a série que encantou milhares de leitores em vários países. Magistralmente contada pelo discurso romanesco de Juliette Benzoni, o livro relata a determinação de Aurora pelo reconhecimento do seu filho pelo pai.

Não conseguindo que a paternidade de Maurício, filho bastardo do Rei da Polónia seja reconhecida e, a recalcar o seu amor por Augusto II, Aurora deixa-se mover por uma desmedida sede de vingança e jamais desiste da sua luta: dar o filho o lugar que este merece.


Com Filho da Aurora, a autora regressa aos bastidores e aos segredos da vida dos reis e cria novas histórias dentro da História. Através de uma mistura sólida de documentação verídica, intrigas, peripécias e suspense, o livro que encerra a série O Sangue dos Königsmark promete não defraudar as expectativas.

Juliette Benzoni é autora de uma vasta obra, consagrada ao romance histórico, tendo-se destacado pela beleza da sua narrativa histórica, sustentada pela pesquisa e rigor documental. Obras publicadas em mais de 40 países reflectem o seu sucesso enquanto escritora.

 

Knojo

Mais do que explicar o funcionamento do corpo humano, Knojo, da autoria de Sylvia Branzei, responde de forma prática e divertida às questões mais inconvenientes sobre a biologia humana.

Com ilustrações sugestivas e descomplexadas, linguagem simples, clara e objectiva, o livro apresenta uma nova forma, mais leve e original, de abordar temas como o vómito, o ranho, a flatulência, a remela e o acne, entre outros. Por tudo isto é igualmente uma excelente ferramenta de trabalho para professores e educadores.

Editado com o apoio do Pavilhão do Conhecimento, Knojo tem tudo para fazer as delícias de miúdos e graúdos. Ainda para mais porque vem com um vale de desconto para um ingresso neste espaço, onde até 24 de Agosto estará patente a exposição itinerante com o mesmo nome.

Até lá, é pois possível contactar com algumas das inconfundíveis personagens do livro enquanto se descobrem curiosidades verdadeiramente nojentas sobre o funcionamento do corpo humano.

Depois, dos EUA, onde fez enorme sucesso, Portugal foi o país escolhido para o início da digressão europeia da exposição Knojo. Mais de 145 mil pessoas, entre crianças e adultos, já tiveram contacto com a ciência das coisas mesmo nojentas.

 

O Dragão Renascido

Depois do enorme sucesso de O Olho do Mundo e de A Grande Caçada, editados em 2007, O Dragão Renascido é o título do livro que vem dar seguimento às aventuras de Rand Al’Thor, e os seus companheiros, protagonistas da série A Roda do Tempo.

Com mais de 12 milhões de livros vendidos nos EUA, Robert Jordan é um fenómeno incontestável de culto da fantasia épica. A série que criou há já mais de uma década continua a conquistar fãs e deliciar os leitores, que num ápice devoram os seus livros, e que os levou a criar um sítio chamado the wheeloftime.

A Roda do Tempo mais do que uma saga sobre lutas, combates ou guerras, foca-se sobretudo nas pessoas, nos seus sentimentos, as suas acções e as suas angústias. Em O Dragão Renascido, Robert Jordan dá seguimento à viagem fascinante dos vários protagonistas da história.


Neste terceiro livro, o autor elegido pelo New York Times como «o herdeiro que chegou para dominar o mundo que Tolkien começou a revelar», continua a apostar num enredo complexo, em personagens fortes, entre a normalidade e o trágico, em inesperadas revelações e, claro, em aventuras surpreendentes.

Mas se nos livros anteriores o enredo apresentado foi sob o ponto de vista da personagem principal, Al’Thor, em O Dragão Renascido a narrativa é sobretudo feita da perspectiva não só dos seus amigos como de todos aqueles que estão juntos na luta contra o Mal e que o ajudam a ter coragem para assumir e consolidar o papel a que foi destinado.

Continuam bem patentes, como é apanágio desta série, os valores da responsabilidade, do dever e da honra. Falecido em Setembro de 2006 após doença prolongada, o autor dá seguimento a uma das mais aclamadas sagas de fantasia da actualidade.

O primeiro volume foi publicado em 1990 e apesar de a série ter sido concebida inicialmente como uma trilogia, o autor decidiu dar novos rumos ao enredo principal da história e deu origem a uma obra de magnitude épica, consistindo em 12 volumes.

 

 

O RAPAZ RELÂMPAGO PROMETE SURPREENDER

Para Bill Bryson, as lojas e os cinemas eram diferentes, mesmo muito diferentes! e sobretudo melhores - na década de 1950. Esta e outras opiniões fazem parte das suas memórias de infância, tema deste livro.

Autor consagrado, Bill Bryson dispensa apresentações. Os seus livros de viagens são um sucesso em todo o mundo. A sua escrita é inconfundível: sempre repleta do seu humor sarcástico e mordaz, ironia e rara perspicácia.

No livro que agora se edita em Portugal, não há dramas, não existem factos extraordinários, nada para além de uma bonita recordação de uma infância absolutamente normal. Mas há histórias hilariantes que envolvem cães e explosivos caseiros. Há relatos da vida familiar e dos colegas de escola. E há muitas saudades de um tempo que não volta a não ser na memória. O tempo que Bill Bryson viveu em Des Moines, no Iowa, entre 1950 e 1960.

«No geral tive uma infância bastante boa. Os meus pais eram pacientes, gentis e aproximadamente normais. Não me acorrentavam na cave. Não me tratavam por “Aquilo”. Nasci rapaz e deixaram que assim permanecesse. Tal como verão, certa vez a minha mãe mandou-me para a escola de calças curtas de menina mas, de resto, a minha educação foi isenta de traumas.», citação de O Rapaz Relâmpago.

Desengane-se quem pensa que se trata apenas e só de um livro de memórias. E se assim for, será sempre um livro de memória colectiva. Quem não tem saudades dos livros de banda desenhada, tão populares nessa época?

Uma viagem inesquecível no tempo é o que sugere A Vida e as Aventuras do Rapaz Relâmpago.

 

O REINO DAS MULHERES – O Último Matriarcado

Ricardo Coler, médico, fotógrafo e jornalista, viveu dois meses no seio da comunidade Mosuo, na China. De tão enriquecedora e surpreendente experiência nasceu o livro O Reino das Mulheres: o retrato de uma viagem ao último matriarcado puro do mundo.

Como será uma sociedade em que mandam as mulheres? Ricardo Coler viajou até Loshui, província de Yunnan, para descobrir. E ficou a saber que na comunidade Mosuo, com cerca de 25.000 habitantes, são as mulheres quem tem o papel principal. Em tudo.

O relato desta experiência, fotografias incluídas, está n’ O Reino das Mulheres. Mais do que um livro de histórias, é um livro que nos transporta para uma nova realidade e nos faz pensar.

Distribuída por um punhado de aldeias que se dedicam basicamente à agricultura, a sociedade matriarcal dos Mosuo é provavelmente o lugar com maior concentração de poder nas mãos das mulheres.

Consideradas mais aptas, são elas quem gere o dinheiro, são delas as propriedades e só as suas filhas as podem herdar, perpetuam-se os seus apelidos, são da sua responsabilidade as tarefas mais importantes da comunidade, entre elas manter viva a chama do sexo.

Ricardo Coler revela-nos também que, nesta sociedade, a sexualidade e a família podem seguir vias separadas e que o casamento não é a única, sem sequer a mais importante, das instituições familiares. O matrimónio não existe, nem existem os maridos.
Também o valor atribuído ao dinheiro e à violência difere muito do nosso. Os Mosuo rejeitam qualquer tipo de violência e vivem em perfeita harmonia com a natureza. É destas realidades que nos fala o livro de Coler.
“Aqui, sobre o tabuleiro, as peças estão distribuídas de outra forma. Homens e mulheres posicionam-se em posições distintas daquelas a que estamos habituados. Elas têm todas e cada uma das prerrogativas enquanto que eles carecem das mínimas. É uma variante do jogo, um guião diferente para a drama-comédia-tragédia dos sexos”, reflecte o autor no seu livro.
Pela análise ao papel das mulheres e dos homens, ao conceito de família, passando pela sexualidade, pelo trabalho e pela política, O Reino das Mulheres resulta assim numa interessante reflexão para a sociedade ocidental.
Será que os papéis que assumimos e o carácter das nossas relações familiares, sexuais, laborais são naturais, adquiridos ou impostos?

 

PORTUGAL tem nova edição

Da autoria do historiador e professor catedrático jubilado, José Mattoso, Portugal é um livro que fala por si. Imagens que apresentam novas perspectivas do nosso país acompanhadas de pequenas legendas bastam para fazer deste álbum uma obra de referência.

Senhor de uma colecção de fotografias que retratam o nosso país de norte a sul, Portugal é um livro com alma.

Nas suas páginas há fotografias de monumentos nacionais, há fotografias fortes de simples paisagens, há fotografias de portugueses nas lides agrícolas e em tradições ancestrais.

Retrato fiel de um país com uma riqueza paisagística, cultural e arquitectónica inesgotável, Portugal dá a conhecer desde a Romaria da Senhora da Agonia, em, Viana do Castelo, às afamadas praias do Sul.

Com edição trilingue, Portugal é mais do que um mero álbum, é uma obra de referência, de um autor consagrado. E isto diz tudo.

 

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