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Notícias



Novidades Edições Colibri para Julho

06 Jul, 2018

Conheça aqui as principais novidades das Edições Colibri para o mês de Julho.

Comenda com Gente – Fotobiografia de uma Aldeia Alentejana
Autor: Jorge Branco

“(…) Retrato antropológico, ‘Comenda com Gente’ é uma história de muitas vidas, de uma comunidade, de vizinhos. Será apreciado na sua terra. Mas esta parte da história das histórias de Portugal merecia ser conhecida e reconhecida em todas as partes, é assim que se faz um destino colectivo que sabe a sua memória.”
FRANCISCO LOUÇÃ, in Prefácio



Eclética - IV – Antologia da Lusofonia, que inclui vários géneros literários – 60 Autores
Coord. Lit.: Ângelo Rodrigues e Célia Cadete

Obrigado aos autores que participam neste volume IV da antologia da Lusofonia que inclui – deliberadamente – vários géneros literários. Bem hajam pela partilha e pela coragem de se exporem como escritores, como poetas, contistas, cronistas, ficcionistas, ensaístas… como, e acima de tudo, humanistas e mulheres e homens de cultura.
Em nosso entender, estamos perante um projeto e um conceito literário único, inovador, diferenciado e ousado.
Continuamos a desejar que seja uma “obra de culto” e que, pela qualidade intrínseca da mesma, possa, volume a volume, perdurar pelo tempo fora em busca da Eternidade, da Sabedoria, da Serenidade e de todas as perfeições…
Louvamos – uma vez mais – a coragem e a ousadia de sonharem e concretizarem connosco esta vossa/nossa aventura literária.
Contamos também convosco nos próximos projetos literários.
Um grande abraço a todos!
Célia Cadete e Ângelo Rodrigues (coordenadores literários, julho de 2018)



Guerras do Alecrim e Mangerona – Música de António Teixeira e libreto de Antônio José da Silva
Transcrição e organização: Márcio Páscoa

Guerras do Alecrim e Mangerona estreou-se no Teatro do Bairro Alto em 1737 e desde então frequentou o repertório de diversos teatros luso-brasileiros pelas décadas seguintes, alcançando o século XIX. O texto, dividido em duas partes, foi publicado desde o primeiro momento, ganhando reedições, sobretudo inserido na compilação de obras de Antonio José da Silva, chamada Teatro Cômico Portuguez. A música nunca havia sido publicada até o momento, mas tudo indica que manteve-se em uso por todo o século XVIII, ao menos, embora com alterações pontuais. O sucesso para a longevidade de texto e música reside seguramente no sólido domínio do metier a que se devotaram os dois artistas e na habilidade com que abordaram criticamente e de modo muito bem humorado a sociedade luso-brasileira urbana de seu tempo. Esta é, até o presente momento, a ópera mais antiga em língua portuguesa, cuja música chegou até nossos dias, embora não tenha sido a primeira da parceria dos dois Antonios. Bastaram a eles cinco anos, entre 1733 e 1738, para escrever ao menos sete espetáculos juntos e com elas entrar para a história, antes da Inquisição ter interrompido a vida do Judeu e assim a parceria do Antonio brasileiro e do Antonio português, mas não a obra, porque como advertira Semicúpio: "... que se ponha silêncio nesta matéria, sob pena de serem assuntos de minuetes e andarem por bocas de poetas, que é pior que pelas boca do mundo" (Parte 2, Cena VII).

Investigação, Educação e Desenvolvimento – Revisitar o Pensamento de Teresa Ambrósio
Editores: Mariana Gaio Alves; Elisabete Xavier Gomes; António Domingos e José Manuel Matos

Este livro junta dez capítulos, escritos por dezasseis autores unidos em torno do património intelectual e cívico de Teresa Ambrósio (1937-2006). Para um universitário, não há melhor homenagem do que esta: reconhecer o seu percurso de vida, recordar as suas ideias, continuar o seu caminho de conhecimento. Teresa Ambrósio deixa uma marca muito importante nas políticas educativas, na vida universitária e na reflexão sobre educação, como se percebe nestes textos, que juntam temas de investigação e de formação, de ciência e de acção pública.
A metamorfose da escola exige um pensamento lúcido e convicções seguras. Essa lucidez e segurança estão bem presentes em Teresa Ambrósio.
É outro o tempo em que vivemos, mas sem princípios claros andaremos ao sabor dos ventos, a correr atrás de modas, de novidades passageiras, e não conseguiremos que a educação cumpra o seu papel no futuro.
ANTÓNIO NÓVOA, prefácio

A ideia deste livro surgiu em 2016 num momento de balanço das atividades da Unidade de Investigação Educação e Desenvolvimento (UIED) fundada por Teresa Ambrósio e no ano em que se completaram dez anos sobre o seu falecimento. Os autores dos capítulos são (ou foram) membros da UIED e o desafio que a todos se colocou foi o de revisitar os textos e posicionamentos de Teresa Ambrósio, identificando o modo como o seu pensamento vem influenciando o trabalho docente e investigativo de cada um, reconhecendo no presente e projetando para o futuro temas, problemáticas e modos de abordagem que caracterizam o pensamento da primeira coordenadora da UIED.
MARIANA GAIO ALVES, nota de abertura

Muitos dos contributos e narrativas testemunhais que integram este livro emergem, enquanto práticas de reflexão em diferentes circunstâncias e muito diversificados contextos, mas sempre (re)significando um pensamento em trânsito, uma ideia em expansão que procuramos reescrever, honrando o texto inicial de Teresa Ambrósio que desde o início nos desafia, nos incita e nos percorre. Na multiplicidade de formatos e de linguagens, trata-se de um tributo que nos religa ao seu legado, celebrando neste ritual de encontro e de permanência, o reconhecimento das mudanças através das quais nos vamos (trans)formando e a gratidão pelos desafios intelectuais que o seu pensamento, por ser sem tempo, nos ilumina e, por ser com tempo, nos abriga e acalenta.
IDÁLIA SÁ-CHAVES, posfácio

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