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Novidades editoriais Leya para Março

01 Mar, 2019

Novidades editoriais da LeYa para o mês de Março, entre elas, O Terceiro Vértice, de Fernando Pinto do Amaral (DOM QUIXOTE - POESIA); A Noite e o Riso, de Nuno Bragança (DOM QUIXOTE); O Fim da Solidão, de Benedict Wells (ASA); As Regras da Cortesia, de Amor Towles (DOM QUIXOTE); História de Uma Família Decente, de Rosa Ventrella (DOM QUIXOTE); O Sol da Meia-Noite, de Jo Nesbo (DOM QUIXOTE) e Palmeiras Bravas / Rio Velho, de William Faulkner (DOM QUIXOTE).

O Terceiro Vértice
Fernando Pinto do Amaral
DOM QUIXOTE - POESIA
Uma poesia que remete para o mundo actual e para as suas novas realidades. Poemas sobre a vida nocturna e os espaços de encontros e desencontros, onde o amor espreita e se perde. O quotidiano e as fugas à fria realidade, os sonhos e a esperança, a juventude e o envelhecimento, o telemóvel e as redes socias.
Com sonetos a lembrar Camões, e ainda com poemas de grande modernidade, este é um livro que percorre os três vértices de um triângulo: O Raio Azul, Paralelas Assimétricas e Peter Pan & Friends.
Nas livrarias a 12 de Março

A Noite e o Riso
Nuno Bragança
DOM QUIXOTE
Primeiro romance de Nuno Bragança, de quem se assinala, este ano, o 90.º aniversário do seu nascimento, A Noite e o Riso (1969) é uma obra incontornável, considerada decisiva para a modernidade literária portuguesa.
Um texto que alia a linguagem poética à experimentação formal, e uma certa dose de surrealismo às experiências do nouveau roman francês.
Como refere Manuel Gusmão no seu prefácio à 3.ª edição, este é um romance de crescimento e aprendizagem, que tem na ironia o seu «princípio construtor».
Nas livrarias a 12 de Março

O Fim da Solidão
Benedict Wells
ASA - Tradução de Paulo Rêgo
Jules Moreau tem onze anos quando os pais morrem num acidente de carro. Nessa noite, a sua infância termina. Segue-se a ida para um colégio interno, juntamente com os dois irmãos mais velhos. Pouco a pouco, os laços que os unem quebram-se. Jules isola-se, alimentando-se das suas memórias; Marty refugia-se ferozmente nos estudos; e Liz procura todas as formas de evasão possíveis para preencher o vazio. O único consolo do protagonista advém dos momentos que passa na companhia de uma menina ruiva chamada Alva. As duas crianças leem, ouvem música, partilham o silêncio das tardes no colégio. E nunca falam sobre si mesmas.
Quinze anos mais tarde, os irmãos afastaram-se irremediavelmente uns dos outros. Jules, que continua a reviver o passado interrompido, apenas encontra alento no sonho de se tornar escritor e na ânsia de reencontrar Alva. E quando, por uma vez, tudo parece subitamente possível, uma força invisível – talvez o destino – volta a intervir. O fim da história de Jules está ainda por acontecer.
Benedict Wells estará em Lisboa, de 25 a 27 de Março, para promover este romance, que chega às livrarias dia 26.

As Regras da Cortesia
Amor Towles
DOM QUIXOTE - Tradução de Tânia Ganho
Na última noite de 1937, Katey desliza deslumbrante por entre nuvens de fumo num clube de jazz em Greenwich Village. Tem três dólares na carteira e está empenhada em fazê-los render até ao amanhecer. Não será preciso. Porque na mesa ao lado senta-se Tinker, um jovem banqueiro, aconchegado num extraordinário sobretudo de caxemira. E aquele encontro, naquela noite, vai definir a vida de Katey, A remediada filha de emigrantes russos, que sobrevive a custo em Brooklyn, dirá ali adeus ao passado, e dará início a uma imparável escalada social.
As Regras da Cortesia é uma nostálgica revisitação da eufórica Nova Iorque dos anos 30 – uma cidade a recuperar da grande depressão com banhos de champanhe, festas e cocktails. Narrada em flashback por uma protagonista que recorda, décadas mais tarde, aquele amor da juventude.
Primeira obra de Amor Towles, revela um autor nascido já em plena maturidade estilística. Encontramos aqui a mesma escrita rendilhada, elegante e a mesma ternura na evocação de uma época de ouro – e de uma cidade e de uma mulher que se reinventam num tempo de promessas.
Nas livrarias a 26 de Março

História de Uma Família Decente
Rosa Ventrella
DOM QUIXOTE - J. Teixeira de Aguilar
Sul de Itália, anos 80. Os verões em Bari velha são passados entre os becos de lajes brancas, onde as crianças se perseguem pelas curvas de um labirinto de ruelas, no meio dos aromas dos lençóis estendidos em arames e dos molhos saborosos.
Maria, de doze anos, cresce aqui com os dois irmãos mais velhos. É uma menina pequena e morena, com feições selvagens que a tornam diferente das outras crianças – uma boca grande e dois olhos quase orientais que brilham como pequenos buracos –, e uma certa maneira de ser hostil e insolente que lhe valeu a alcunha «Malacarne». Vive numa terra sem tempo, num bairro onde os abusos são sofridos e infligidos, e de onde é muito difícil escapar. No entanto, Maria não está disposta a submeter-se a normas que não respeita. O seu único apoio é Michele, o filho mais novo do clã Senzasagne, a gente mais decadente de Bari velha. Apesar da hostilidade entre as suas famílias, entre ambos surge uma amizade delicada, quase fraternal, que o tempo converte em amor. Um amor que, embora impossível, os preserva do rancor do resto do mundo.
Nas livrarias a 19 de Março

O Sol da Meia-Noite
Jo Nesbo
DOM QUIXOTE - Tradução de Ricardo Gonçalves
Jon sai do autocarro a meio da noite, num canto inóspito da Noruega, algures no planalto de Finnmark, tão a norte que o Sol nunca se põe. É ali que espera poder refugiar-se, junto do povo da Lapónia, até traçar uma estratégia para escapar ao Pescador. Até àquele momento, limitara-se a improvisar, pois temia que qualquer plano fosse descortinado pelo seu perseguidor. Mas não duvida de que, mais cedo ou mais tarde, o encontrarão.
Escondido numa cabana no meio da floresta, tudo o que separa Jon do seu destino é Lea e o filho, Knut. Lea ofereceu-lhe uma arma para se defender, uma cabana onde dormir e, mais importante do que isso, uma razão pela qual lutar contra o seu fatal destino. Mas à medida que o tempo passa, Jon percebe que os homens do Pescador se aproximam e é urgente encontrar uma saída.
Nas livrarias a 31 de Março

Palmeiras Bravas - Rio Velho
William Faulkner
DOM QUIXOTE - Tradução de Jorge de Sena (Palmeiras Bravas) e Ana Maria Chaves (Rio Velho)
Neste romance intenso e belo, Faulkner entrelaça duas absorventes narrativas, cada uma iluminando a outra com grande subtileza.
Na primeira, Palmeiras Bravas, uma mulher abandona marido e filhos para embarcar com o amante numa arrebatada fuga para o deserto da paixão ilícita, deixando para trás as responsabilidades da maternidade e de uma vida respeitável.
A segunda, Rio Velho, conta-nos a história de sobrevivência de um condenado que foge da prisão e que, enfrentando a grande cheia de 1927 do rio Mississípi, arrisca a sua liberdade para resgatar uma mulher grávida prestes a dar à luz.
A partir destas duas histórias – que o autor organizou em capítulos alternados –, Faulkner compõe uma sinfonia de libertação e condenação, sobrevivência e auto-sacrifício.
Um romance engenhoso e inovador, com uma prosa de suster a respiração, em que todas as páginas estão impregnadas com a presença física do Sul imaginário de Faulkner.
Nas livrarias a 19 de Março

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