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Notícias



Novidades editoriais Leya para Junho

28 Mai, 2019

Novidades editoriais da Leya para o mês de Junho, entre elas, Jaguar, de António Carlos Cortez (DOM QUIXOTE - POESIA); Persona, de Eduardo Pitta (DOM QUIXOTE); O Livro Branco, de Han Kang (DOM QUIXOTE); O Combate, de Norman Mailer (DOM QUIXOTE); Olga, de Bernhard Schlink (ASA); As Mais Belas Histórias, de Hermann Hesse (DOM QUIXOTE) e Peónia, de Pearl S. Buck (DOM QUIXOTE).

Jaguar
António Carlos Cortez
DOM QUIXOTE - POESIA
Constituído por 48 poemas em prosa, Jaguar é o novo livro de António Carlos Cortez. O jaguar é o animal que interpreta a História e confronta Humatan, o inventor da gramática.
O fim da linguagem, a música de Philip Glass, a poesia de Jim Morrison, e o sangue de Ian Curtis e de Zodiac. A guerra, teatro do mundo, o Vietname, David Bowie, Curtis LeMay, Jaguar é também uma homenagem à literatura, a Fiama e às visões de Rimbaud.
O cristal e a chama da poesia, eis o que António Carlos Cortez procura edificar com este novo livro.
Nas livrarias a 11 de Junho

 

Persona
Eduardo Pitta
DOM QUIXOTE
Versão moderna de uma educação sentimental, Persona, que agora é pela primeira vez editado pela Dom Quixote, estabelece o confronto entre as exigências do corpo, a normatividade social e o policiamento do Estado durante os anos que precederam a descolonização.
Uma ficção-documento sobre uma realidade pouco abordada, cruel e surpreendente.
Nas livrarias a 11 de Junho

 

O Livro Branco
Han Kang
DOM QUIXOTE - Tradução de Maria do Carmo Figueira
O Livro Branco é uma meditação sobre a cor, que começa com uma simples lista de coisas brancas: a neve, o sal, a espuma das ondas, o papel, o arroz, os cabelos dos velhos, as cobertas em que a mãe da autora embrulhou a primeira filha, que nasceu prematura, muitos anos antes de existir este livro. É também uma reflexão sobre o luto, o renascimento e a tenacidade do espírito humano e uma investigação sobre a beleza, a fragilidade e a estranheza da vida: se, por exemplo, a sua irmã tivesse sobrevivido, teria Han Kang chegado a nascer? Poderíamos nós ler a sua história tão tocante?
O mais autobiográfico e simultaneamente experimental livro de Han Kang até ao momento: uma pequena obra-prima inesquecível, a dor transformada em promessa pela mão de uma grande escritora contemporânea.
Nas livrarias a 11 de Junho

 

O Combate
Norman Mailer
DOM QUIXOTE - Tradução de Francisco Agarez
Em 1975, no Campeonato Mundial de Boxe de Pesos-Pesados disputado em Kinshasa, Zaire, Muhammad Ali encontrou-se com George Foreman no ringue. O génio de Foreman assentava no silêncio, na serenidade e na astúcia. Nunca tinha sido derrotado. As mãos eram o seu instrumento, e «ele mantinha-as dentro dos bolsos como um caçador guarda a sua espingarda no respetivo estojo de veludo». Juntos, os dois homens fizeram da história do boxe um encontro explosivo de duas mentes brilhantes, duas vontades de ferro e dois egos colossais.
Pela primeira vez editado em Portugal
Nas livrarias a 25 de Junho

 

Olga
Bernhard Schlink
ASA - Tradução de Paulo Rêgo
Na viragem do século XIX, Olga vive com a avó numa aldeia a leste do império alemão. Órfã e habituada a uma vida dura, tem no inquieto Herbert o seu único com­panheiro de brincadeiras. Herbert é oriundo de uma família abastada e tem o seu futuro planeado há muito; nele não se inclui uma mulher sem berço e sem meios.
No entanto, os dois apaixonam-se e resistem, alimen­tando a ligação em encontros secretos e desesperados. Até que Herbert decide tomar as rédeas do seu destino num ato de insubordinação que, mais uma vez, não inclui Olga. Vítima da febre expansionista alemã, o jovem decide partir à aventura – primeiro em África e depois numa expedição ao Pólo Norte, da qual não regressará.
O tempo passa, mas Olga nunca para de escrever a Herbert, no Ártico, vertendo sobre o papel o seu amor e a sua fúria pelo sacrifício feito em nome da pátria.
Anos mais tarde, Olga conta a sua história. É a história de uma mulher forte, apaixonada e em colisão com os preconceitos do seu tempo.
Nas livrarias a 11 de Junho

 

As Mais Belas Histórias
Hermann Hesse
DOM QUIXOTE - Tradução de Monika Weissler com a colaboração de António Nabarrete
Romancista, autor de Siddhartha, Prémio Nobel da Literatura, Hermann Hesse é comummente reconhecido como um retratista dos conflitos interiores do indivíduo e do seu confronto com as regras sociais. No entanto, semelhante retrato tende a fazer esquecer que, enquanto contista, género que dominou com mestria, foi igualmente um explorador dos labirintos do maravilhoso.
Nesta seleção de treze contos, viajamos pelos prodígios da infância, da memória, do sonho e da imaginação. As Mais Belas Histórias é um convite para reencontrar o mundo fascinante de um dos maiores escritores do século XX.
Nas livrarias a 4 de Junho

 

Peónia
Pearl S. Buck
DOM QUIXOTE - Tradução de Cristina Rodriguez e Artur Guerra
China, década de 1850. Peónia, uma criança chinesa, é vendida como serva a uma família judia rica de Kaifeng. Os judeus viveram durante centenas de anos nessa região do país mas, em meados do século xix, a assimilação começou a afetar a sua comunidade. Peónia e o filho da família, David, crescem juntos e, quando se apaixonam um pelo outro, irão enfrentar uma forte oposição de todos os lados. A tradição proíbe o seu casamento, e a família já tem em mente a filha de um rabino para mulher de David. Entretanto, Peónia tem também um conflito interior para resolver – o confronto entre o seu amor por David e a devoção à família adotiva.
Baseado em factos históricos, Peónia é um romance há muito celebrado pelo tratamento subtil e imparcial das tradições em colisão.
Uma história envolvente sobre amor, identidade e a tragédia e a beleza que se encontram na interseção de duas culturas díspares.
Nas livrarias a 4 de Junho

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