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Notícias



Novidades editoriais Leya para Setembro

03 Set, 2019

Novidades editoriais da Leya para o mês de Setembro, entre elas, A Outra Margem do Mar, de António Lobo Antunes (DOM QUIXOTE); Os Cus de Judas (39.ª Edição) e Memória de Elefante (37.ª Edição) - Edições Comemorativas dos 40 anos de vida literária do autor -, de António Lobo Antunes (DOM QUIXOTE); Leva-me Contigo - Portugal a Pé pela Estrada Nacional 2, de Afonso Reis Cabral (DOM QUIXOTE); O Diabo foi Meu Padeiro, de Mário Lúcio Sousa (DOM QUIXOTE); Os Sonetos, de Manuel Alegre (DOM QUIXOTE); Quotidiano Instável - Crónicas (1968-1972), de Maria Teresa Horta (DOM QUIXOTE); O Coro da Desordem, de Nuno Júdice (DOM QUIXOTE); No Devagar Depressa dos Tempos, de Marcello Duarte Mathias (DOM QUIXOTE); O Vento Assobiando nas Gruas (7.ª Edição), de Lídia Jorge (DOM QUIXOTE); Augustus, de John Williams (DOM QUIXOTE); Sem Mentiras, de Robert Wilson (DOM QUIXOTE); Hotel Melancólico, de María Gainza (DOM QUIXOTE); José e os Seus Irmãos - O Jovem José, de Thomas Mann (DOM QUIXOTE); Demian (4.ª Edição), de Hermann Hesse (DOM QUIXOTE); Os Conspiradores, de Un-Su Kim (LUA DE PAPEL).

A Outra Margem do Mar
António Lobo Antunes
DOM QUIXOTE
Novo romance do autor.
Nas livrarias a 24 de Setembro


Os Cus de Judas - (39.ª Edição)
Memória de Elefante - (37.ª Edição)
António Lobo Antunes
DOM QUIXOTE
Edições comemorativas dos 40 anos de carreira literária de António Lobo Antunes, iniciada em 1979 com a publicação, precisamente, dos seus dois primeiros romances: Os Cus de Judas e Memória de Elefante.
Nas livrarias a 10 de Setembro



Leva-me Contigo - Portugal a Pé pela Estrada Nacional 2
Afonso Reis Cabral
DOM QUIXOTE
A Estrada Nacional 2, com os seus quase 739 quilómetros, é a maior de Portugal e uma das maiores do mundo. Atravessa Portugal de Chaves a Faro, numa linha contínua que não é feita só de asfalto. Estrada mítica e com identidade própria, é o mais belo caminho para conhecer as pessoas, as paisagens – o País, em suma.
O escritor Afonso Reis Cabral – autor dos romances O Meu Irmão (vencedor do Prémio LeYa) e Pão de Açúcar – decidiu percorrê-la a pé. Durante vinte e quatro dias, completamente sozinho, deixou que a estrada o guiasse: cruzou montanhas e planícies, mergulhou em rios, caminhou debaixo de tempestades e sob o sol ardente. Mas sobretudo parou para conversar com quem encontrava. No fim de cada dia, publicava na sua página de Facebook um diário escrito no telemóvel relatando os principais eventos da viagem. Com milhares de leitores, comentários e partilhas, os seus textos geraram grande entusiasmo. Agora em versão ampliada e ilustrada, eis em livro o diário do caminho.
Nas livrarias a 3 de Setembro



O Diabo foi Meu Padeiro
Mário Lúcio Sousa
DOM QUIXOTE
A Colónia Penal do Tarrafal, criada durante o Estado Novo na ilha de Santiago, em Cabo Verde, foi estreada em 1936 com centena e meia de prisioneiros políticos vindos da metrópole, que era preciso afastar, enfraquecer e usar como lição. Embora as condições em que ali viveram – esses e todos os outros que ali foram encarcerados – sejam conhecidas (quase sem água, privados de higiene, doentes e sujeitos a torturas várias), nada melhor do que ouvi-las da boca de quem as sofreu na pele ou assistiu de perto a esse sofrimento. Nos 45 anos do encerramento do campo de concentração, Mário Lúcio Sousa, nascido no Tarrafal, toma a voz de vários prisioneiros chamados Pedro e chegados em diferentes vagas de Portugal, da Guiné, de Angola e até de Cabo Verde.
E, ao relatar a história desta prisão terrível e de quem a foi dirigindo ao longo dos anos, o presente romance homenageia simultaneamente os que ali perderam a vida e os que sobreviveram ao horror e ainda os vários modos de falar uma língua que foi, tantas vezes, a que os tramou e a que os viria a salvar.
Nas livrarias a 17 de Setembro



Os Sonetos
Manuel Alegre
DOM QUIXOTE
São frequentemente referidas três vertentes na poesia de Manuel Alegre: a lírica; a elegíaca e a épica.
Este volume mostra que o soneto repousa inequivocamente na forma lírica, que tendo as suas raízes na poesia popular foi evoluindo até à superior arte de Dante e Petrarca.
É ainda de sublinhar que esse veio popular também ressuma na poesia de Manuel Alegre, revestido porém de uma melodia que se aparta da original, sobrepujada pelos ritmos e cadência inconfundíveis do autor de Praça da Canção.
Porventura terá esta colecção de sonetos o que na obra poética de Manuel Alegre melhor o define como um poeta clássico aberto à modernidade.
Nas livrarias a 24 de Setembro



Quotidiano Instável - Crónicas (1968-1972)
Maria Teresa Horta
DOM QUIXOTE
Quotidiano Instável é o título da coluna publicada por Maria Teresa Horta no suplemento «Literatura & Arte» do jornal A Capital, entre 1968 e 1972.
Inicialmente concebida como um espaço de crónica, a coluna assumiu progressivamente um carácter ficcional, especialmente notório no formato de livro que agora é editado.
A belíssima prosa poética de Maria Teresa Horta acaba assim por ser lida como uma unidade ficcional, a prenunciar o primeiro romance da escritora, Ambas as Mãos sobre o Corpo, que Eduardo Prado Coelho incensou como uma obra-prima.
Nas livrarias a 17 de Setembro



O Coro da Desordem
Nuno Júdice
DOM QUIXOTE
Depois de O Mito de Europa (Prémio Sá de Miranda 2019) o novo livro de Nuno Júdice, O Coro da Desordem, mantém o poema de amplo fôlego combinado com poemas narrativos, quase pequenas histórias, e outros de natureza lírica em que o amor é tratado a partir de grandes poetas, de Hölderlin a Rilke, numa actualização do tema.
De novo, uma obra que recupera a alta tradição poética renovando-a e subvertendo-a na linha de uma poética que se projecta para além de Portugal e da Europa.
Nas livrarias a 10 de Setembro



No Devagar Depressa dos Tempos
Marcello Duarte Mathias
DOM QUIXOTE
Antologia do que de mais relevante Marcello Duarte Mathias escreveu nos seus Diários. Uma compilação de textos descritos com humor e perspicácia e que nos revelam as riquíssimas vivências de um diplomata e os seus encontros com figuras importantes ao longo da sua carreira.
Como diz Paula Morão, autora do Posfácio da obra: “Trata-se de uma das mais consistentes obras da literatura autobiográfica em português de sempre.”
Nas livrarias a 17 de Setembro



O Vento Assobiando nas Gruas ( 7.ª Edição)
Lídia Jorge
DOM QUIXOTE
O Vento Assobiando nas Gruas é um livro ancorado sobre dois mundos – um mundo contemporâneo, envolvido com a transformação acelerada da Terra, movido pelo instinto selvagem de futuro, e um outro mais antigo, onde a história de uma velha fábrica se cruza com a sorte de uma família numerosa, recém-chegada de África. Dois mundos à primeira vista irreconciliáveis e, no entanto, a aproximá-los, por obra do acaso, caminha desde a primeira página a figura de Milene Leandro, a rapariga singular para quem tudo nasce pela primeira vez e que, na simplicidade do seu juízo, acabará por obrigar os outros à revelação de si mesmos.
Figura central, é precisamente através das mãos de Milene que o leitor entra na primeira página, e é ainda com ela que encerra a última, depois de ter conhecido a expensas suas o caso de um amor, de um crime e de um silêncio para sempre selado. Por isso mesmo, o seu olhar desprevenido sobre a vida, o bem e o mal, assim como a avaliação que faz deste mundo, constituem a verdadeira matéria orgânica que constrói este livro.
Nas livrarias a 10 de Setembro



Augustus
John Williams
DOM QUIXOTE - Tradução de Ana Saldanha
É um idílico fim de dia. Em Apolónia, Octávio goza com os amigos a calma que precede a tempestade. Porque em breve chegará um emissário de Roma – Júlio César foi assassinado.
Octávio tem 19 anos. Frágil, enfermiço, lê a carta e afasta-se. Carre­ga o peso de um nome, o de César, que em testamento fez dele herdeiro e sucessor. A partir de agora, o jovem que um dia será aclamado Impe­rador Augusto tem os senadores romanos como inimigos mortais.
A notícia da morte de César é-nos narrada no diário de um dos seus amigos. É apenas um fragmento da História, ao qual John Williams, com a minúcia de um artífice, junta outros: cartas, biografias, memórias ou até éditos de personagens como Marco António, Cleópatra, Cícero ou Estrabão. Lentamente o retrato ganha contornos, ilumina-se. Sem nunca ouvirmos as palavras de Octávio – essas estão reservadas para o fim do romance –, assistimos à criação do mito.
Livro vencedor do National Book Award.
Nas livrarias a 30 de Setembro



Sem Mentiras
Robert Wilson
DOM QUIXOTE - Tradução de Jorge Pereirinha Pires
O multimilionário e político brasileiro Iago Melo sabe o que quer e como consegui-lo. Sem quaisquer escrúpulos. Quando, apesar de todas as precauções, a sua filha Sabrina é sequestrada, ele contrata formalmente um negociador, mas nos bastidores continua a jogar o seu perigoso jogo, mesmo pondo em risco a vida da própria filha. Porque um Iago Melo não pode mostrar fraqueza.
Felizmente para Sabrina, ele não contou com a perícia de Charles Boxer, o especialista em sequestros vindo da Europa, que irá fazer tudo para a libertar – mesmo contra a vontade do seu cliente. O que Boxer não sabe é que está profundamente envolvido numa densa rede de política e vingança. E que, no final, a sua dolorosa história pessoal irá desempenhar um importante papel...
Nas livrarias a 30 de Setembro



Hotel Melancólico
María Gainza
DOM QUIXOTE - Tradução de Artur Lopes Cardoso
Cansado de a ver desocupada, o tio da narradora arranja-lhe um emprego num banco para trabalhar com uma avaliadora de obras de arte. Mas, contra todas as expectativas, o ofício torna-se absolutamente fascinante para ela, não só pelas incríveis descobertas que faz sobre falsificações, mas sobretudo pelas histórias secretas que a chefe acaba por lhe contar, uma das quais é a do Hotel Melancólico, onde viviam artistas que copiavam quadros para ganhar a vida e por onde passou a misteriosa Negra, figura central deste romance, que se especializara em falsificar a obra de Mariette Lydis, que fazia retratos da alta-sociedade de Buenos Aires. Um belo dia, porém, a chefe estranhamente não aparece para trabalhar e o mais certo é que lhe tenha acontecido algo de grave; mas, se assim for, como continuar a viver sem saber o fim de todas aquelas histórias que ficaram a meio?
Depois do internacionalmente aplaudido O Nervo Ótico, este Hotel Melancólico é, de novo, um romance sobre a relação entre a arte e a vida, mas também sobre o engano e a manipulação, sobre a realidade e a ficção, sobre o vivido e o contado.
Nas livrarias a 30 de Setembro



José e os Seus Irmãos (II) - O Jovem José
Thomas Mann
DOM QUIXOTE - Tradução de Gilda Lopes Encarnação
Thomas Mann considerou esta monumental história bíblica de José como a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes – As Histórias de Jaacob, O Jovem José, José no Egito e José, o Provedor – como uma narrativa unificada, um «romance mitológico» da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina – com as suas divindades e rituais religiosos –, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
Pela primeira vez traduzido diretamente do alemão, e respeitando as opções de Thomas Mann – como se pode constatar na grafia do nome Jaacob –, esta tradução notável da professora Gilda Lopes Encarnação revela a exuberante polifonia de antigas e modernas vozes do romance de Mann, uma música rica que é, ao mesmo tempo, elegante, rude e sublime.
Nas livrarias a 24 de Setembro



Demian - (4.ª Edição)
Hermann Hesse
DOM QUIXOTE - Tradução de Isabel de Almeida e Sousa
Esta é a história da juventude de Emil Sinclair, desde a infância até a maturidade. Sinclair é um jovem criado num lar burguês, cuja existência é marcada pelo confronto entre dois mundos: o mundo da ilusão (relacionado com o conceito hindu de Maya) e o mundo real, o mundo da verdade espiritual. Tendo crescido no que ele chama «mundo luminoso», sente-se atraído para um reino proibido, mas sedutor, de pequenos delitos e desafios, e vive atormentado pela falta de respostas às questões que tem sobre si próprio e o que o rodeia. Quando conhece Max Demian, um colega de escola precoce e carismático, Sinclair irá revoltar-se contra os ideais superficiais do mundo das aparências e, finalmente, despertar para a consciência de si mesmo.
Publicado em 1919, Demian foi de imediato aclamado pela crítica, e obteve um enorme sucesso junto daqueles que procuravam respostas no meio das devastadoras consequências da I Guerra Mundial.
Uma brilhante viagem psicológica pela mão de um dos escritores e pensadores mais influentes do século xx.
Nas livrarias a 3 de Setembro



Os Conspiradores
Un-Su Kim
LUA DE PAPEL - Tradução de Carmo Vasconcelos Romão
Reseng tem o velho general na mira da sua espingarda. Basta-lhe apertar o gatilho. Mas hesita.
Talvez porque o sol se esteja a pôr. Ou porque a visão da sua vítima, a regar as flores do jardim, o faça hesitar. Ou talvez porque, aos 32 anos, e depois de 15 como assassino contratado, sinta um inesperado vazio. Poisa portanto a arma. O sol, entretanto, já se pôs. Reseng deita-se à espera de um novo dia. Então matará o general. Ou talvez não. Porque o velho lhe aparece inesperadamente ao cair da noite. E convida-o para um chá.
Os Conspiradores deram a conhecer ao Ocidente o premiado autor coreano Un-su Kim, que deixou a crítica tão rendida como desconcertada. Surgiram as comparações, falou-se muito em Camus, em Murakami e até em Don DeLillo. Mas se nas referências literárias não foi encontrado um denominador comum, sempre que se frisava o fulgor cinematográfico da obra, o nome evocado era o mesmo: Quentin Tarantino.
Nas livrarias a 30 de Setembro

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