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Notícias



Novidades LeYa para Junho

29 Mai, 2020

Novidades editoriais da Leya para o mês de Junho, entre elas, Em Todos os Sentidos, de Lídia Jorge (DOM QUIXOTE), Margarida Espantada, de Rodrigo Guedes de Carvalho (DOM QUIXOTE), Livro de Vozes e Sombras, de João de Melo (DOM QUIXOTE), Rua de Paris em Dia de Chuva, de Isabel Rio Novo (DOM QUIXOTE), O Último Verão de Klingsor, de Hermann Hesse (DOM QUIXOTE), Recordações do Futuro, de Siri Hustvedt (DOM QUIXOTE) e Furacão Hamilton - Nascido para Vencer, de Sérgio Veiga (OFICINA DO LIVRO).

Em Todos os Sentidos - (Crónicas)
Lídia Jorge
DOM QUIXOTE
Na introdução que abre este livro, Lídia Jorge define a crónica como uma homenagem ao deus que faz escorregar os grãos de areia, mirando-nos de soslaio. E acrescenta: «Como não podemos vencer o Tempo, escrevemos textos que o desafiam a que chamamos crónicas.»
Em Todos os Sentidos, conjunto de quarenta e uma crónicas que Lídia Jorge leu, ao longo de um ano, aos microfones da Rádio Pública, Antena 2, corresponde a essa definição – são crónicas que encaram de frente a fúria do mundo contemporâneo, interpretando os seus desafios, perigos e simulacros com um olhar crítico acutilante.
Mas a singularidade destas páginas de intervenção provém, sobretudo, do facto de a autora ser capaz de juntar no mesmo palco da reflexão o pensamento crítico sobre a realidade e o discurso subjectivo da memória íntima, com um olhar profundamente sentido. No interior deste livro, há páginas inesquecíveis sobre a vida humana.
Nas livrarias a 16 de Junho

Margarida Espantada
Rodrigo Guedes de Carvalho
DOM QUIXOTE
O novo romance de Rodrigo Guedes de Carvalho, que se segue a Jogos de Raiva, publicado em 2018, é assim descrito pelo próprio autor:
“Margarida Espantada é sobre família. Sobre irmãos. É sobre violência doméstica e doença mental. É um efeito dominó sobre a dor. A literatura é um jogo do avesso. Os bons romances são sempre sobre amor, e os melhores são os que fingem que não são. Não devemos recear livros duros. As histórias que mais nos prendem trazem uma catarse que nos carrega as mágoas, personagens que apresentam as suas semelhanças connosco. Gosto da ficção que é número arriscado de circo, com fogo e espadas, que nos faz chegar muito perto da queimadura que não vamos realmente sentir. Mas reconhecemos.”
Nas livrarias a 2 de Junho

Livro de Vozes e Sombras
João de Melo
DOM QUIXOTE
Cláudia Lourenço, jornalista, é enviada de Lisboa à ilha de São Miguel ao serviço do Quotidiano. Tem por missão entrevistar um conhecido ex-‑operacional da Frente de Libertação dos Açores e reaver a crónica do independentismo insular durante a Revolução. Depara-se-lhe um homem-‑mistério, voz e sombra do jogador, das suas verdades que mentem, das suas mentiras que dizem a verdade. Ela, que pertence à «geração seguinte», não parece ter memória histórica do país de então: vive no de agora, e o passado é um território longínquo, cuja narração flui no interior de um imaginário algo obscuro. A história da FLA (e a da FLAMA, na Madeira) comporta em si o «país de todos os regressos»: a Ditadura, o fim das guerras em África, a descolonização e o «retorno» à casa europeia pelos caminhos de volta, os mesmos que levaram as naus a perder-se nos mares da partida. O país que a si mesmo se descoloniza vibra na exaltação revolucionária. E é dos avanços e recuos dessa Revolução que nasce a tentação separatista do arquipélago.
Uma narrativa triangular cujos vértices e sequências assentam sobre Lisboa, África e Açores.
Nas livrarias a 30 de Junho

Rua de Paris em Dia de Chuva
Isabel Rio Novo
DOM QUIXOTE
Na capital francesa, vivem-se tempos de profundas transformações, com a abertura dos grandes bulevares e o despertar de uma nova corrente artísti­ca, o Impressionismo, que irá alterar o olhar dos indivíduos sobre a arte e o mundo. Mas que história de amor à distância poderão experimentar o prota­gonista deste romance – um diletante chamado Gustave Caillebotte, amigo e mecenas de pintores como Monet e Renoir e, afinal, ele próprio um artista de primeira linha – e a sua Autora, que há anos persegue a história deste milio­nário triste e decide agora escrever sobre ela? E que papel desempenha nessa relação a enigmática Helena, uma professora de história da arte que parece saber tudo sobre Caillebotte?
Combinando o impulso histórico com a tentação do fantástico, Isabel Rio Novo – duas vezes finalista do Prémio LeYa – oferece-nos com Rua de Paris em Dia de Chuva uma peça literária fascinante acerca do poder da arte, que a confirma como uma das vozes mais relevantes da ficção portuguesa contemporânea.
Nas livrarias a 24 de Março

O Último Verão de Klingsor
Hermann Hesse
DOM QUIXOTE - Tradução de Patrícia Lara
Escrito pouco depois do fim da Grande Guerra, O Último Verão de Klingsor relata a história de um famoso pintor, Klingsor, que vive uma explosão final de criatividade no último verão da sua vida.
Pintor expressionista orientado pela emoção, a entrega de Klingsor à arte é total pois considera que esta corporiza a essência da vida.
Amante dos extremos, opõe-se violentamente à moderação e à mediocridade. Não gosta de planear nada com antecedência pois não acredita no amanhã e vive cada dia como se fosse o último. Na vida tem apenas dois pontos centrais de interesse em que é bem-sucedido: criar arte e amar.
Como Demian, Siddhartha, Goldmund e Joseph Knecht, Klingsor não é uma personagem vulgar. Atingiu um patamar de sucesso fora do comum na arte que escolheu e trabalha intensamente para manter esse nível. E, tal como outros heróis dos livros de Hesse, luta por trilhar o seu percurso individual e único para atingir o fim que se propõe na vida.
Nas livrarias a 30 de Junho

Recordações do Futuro
Siri Hustvedt
DOM QUIXOTE - Tradução de Tânia Ganho
Com 23 anos e o objetivo de escrever um livro, S. H. troca o interior rural dos Estados Unidos por um esquálido apartamento na exuberante Nova Iorque dos anos 70. Todos os dias, para combater a solidão e a fome, a rapariga parte à descoberta da cidade, que na época é suja e perigosa e repleta de aventuras. Tem como única companhia os heróis literários da sua adolescência – Dom Quixote e Tristram Shandy – e a voz de uma vizinha, Lucy Brite, que todas as noites lhe chega através da parede da sala, entoando um triste cântico e monólogos bizarros, que S. H. aponta num diário. A misteriosa Lucy rapidamente se torna uma obsessão.
Quarenta anos depois, a reputada escritora S. H. encontra o seu velho diário e o rascunho de um romance inacabado. Justapondo os diver­sos textos, ela cria um diálogo entre os seus diferentes «eus» ao longo das décadas, num jogo que transforma a narradora – e o leitor – numa espécie de Sherlock Holmes (S.H.) em busca da verdade possível entre a memória e a imaginação.
Nas livrarias a 23 de Junho

Furacão Hamilton - Nascido para Vencer
Sérgio Veiga
OFICINA DO LIVRO
Dos primeiros tempos nas pistas de karting em que chegou a ser vítima de bullying, por ser o único miúdo negro a competir, ao dominador incontestado da era híbrida da F1, com cinco títulos nas últimas seis épocas, Lewis Hamilton tem sido um batalhador incansável. Filho de um ferroviário britânico ultrapassou a hostilidade dos primeiros anos falando apenas em pista e impondo o seu talento inato para ir abrindo as portas até ao sonho da F1. E, lá chegado, tomou de assalto a mais difícil disciplina do desporto automóvel, sendo campeão do Mundo logo no segundo ano!
A história da ascensão de Hamilton na F1 é recheada de episódios surpreendentes, muitos deles desconhecidos, apesar de ser um dos desportistas mais mediáticos do Mundo. A sua evolução desde que começou a correr, aos 8 anos, quer como piloto quer como pessoa, é uma autêntica lição de permanente reinvenção, alimentada por uma grande humildade e forte espírito de autocrítica. Assim se construiu um hexacampeão de F1 que mostra viver um período de grande paz interior... o que o torna ainda mais perigoso para os seus jovens adversários!
Nas livrarias a 16 de Junho

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