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Notícias



Novidades LeYa para Julho

30 Jun, 2020

Novidades editoriais da Leya para o mês de Julho, entre elas, As Sílabas de Amália, de Manuel Alegre (DOM QUIXOTE), Regresso a Um Cenário Campestre, de Nuno Júdice (DOM QUIXOTE), Os Pássaros Cantam em Grego - Diário 3, de Rita Ferro (DOM QUIXOTE), O Lugar das Coisas Perdidas, de Susana Piedade (OFICINA DO LIVRO), Sempre Estrangeira, de Claudia Durastanti (DOM QUIXOTE) e Ponto Zero, de Jorn Lier Horst e Thomas Enger (DOM QUIXOTE).

As Sílabas de Amália
Manuel Alegre
DOM QUIXOTE
(Poesia)
Um livro que é um tributo de Manuel Alegre ao centenário de Amália Rodrigues. Nele estão incluídos os poemas do autor que a fadista cantou e, para lá desses, dois poemas inéditos dedicados a Amália, entre eles, o que dá nome ao livro – As Sílabas de Amália.
Além de dois textos em prosa e de vários outros poemas sobre o fado. A maioria dos quais nunca antes publicados.
É também um testemunho da relação de convívio e amizade de Manuel Alegre com Amália Rodrigues e com Alain Oulman.
Um livro que será igualmente publicado em formato de audiolivro lido pelo próprio poeta.
Nas livrarias a 21 de Julho

Regresso a um Cenário Campestre
Nuno Júdice
DOM QUIXOTE
(Poesia)
Regresso a um Cenário Campestre é um livro que começou a ser escrito nos últimos meses de 2019 e terminou na transição da epidemia para a pandemia, já em 2020. É um trabalho sobre as transformações resultantes da época que vivemos, em que se inclui uma sátira ao politicamente correcto e ao apagamento ou revisão da História. Os temas do amor e da natureza estão igualmente presentes na linha de livros anteriores, seguindo o jogo entre memória e imagem que é dominante na fase mais recente da poética de Nuno Júdice.
Nas livrarias a 14 de Julho

Os Pássaros Cantam em Grego - Diário 3
Rita Ferro
DOM QUIXOTE
Não é só a escrita de Rita Ferro que é imprevisível, a sua vida é um constante renovar de cenários e de forças. Quando a imaginávamos a viver serenamente na casa onde escreveu os diários anteriores, Veneza Pode Esperar e Só Se Morre Uma Vez, troca as voltas ao destino e desafia-se de novo: vende o apartamento, faz as malas e regressa ao campo, desta vez ao berço dos seus bisavós maternos. Aparentemente, perde tudo o que tinha conseguido: a proximidade da família, dos amigos, dos programas culturais, dos desafios profissionais e dos apoios urbanos. O que perde e ganha? Quanto vale agora, sem os expedientes e as distracções da cidade? Tem 65 anos e vive sozinha – conseguirá manter a chama, a alegria, o arroubo criador? E como ficou a sua relação com o amor?
A par dos romances que tem publicado, a escritora mantém a tradição de partilhar com os leitores a sua cronologia pessoal, através de diários que são também a sua forma de analisar os avanços e retrocessos do seu trajecto, as pulsões e contradições da sua alma.
Os Pássaros Cantam em Grego é o terceiro volume do seu diário.
Nas livrarias a 14 de Julho

O Lugar das Coisas Perdidas
Susana Piedade
OFICINA DO LIVRO
Numa pacata vila de província, uma criança desaparece misteriosamente a caminho da escola, deixando a mãe em estado de choque e os vizinhos incrédulos e alvoroçados.
No início, todos se oferecem para ajudar Mariana a encontrar a filha, mas, como sempre acontece nos meios pequenos, as intrigas, os medos e as desconfianças acabam por desenterrar histórias do passado e segredos que se julgavam a salvo, desencantando um culpado em cada esquina.
O caso torna-se ainda mais enigmático quando, na manhã em que a Alice sumiu, quase todos os que lhe eram próximos tiveram, curiosamente, atitudes estranhas, pelo que, entre tantos rostos conhecidos, talvez ninguém esteja, afinal, completamente inocente. E o pior é que a única pessoa que assistiu a tudo é também a única que não o poderá contar.
Num romance trepidante que mantém o suspense até à última página, Susana Piedade – finalista do Prémio LeYa com o romance As Histórias Que não Se Contam – regressa ao tema
da perda e da culpa, oferecendo-nos uma história profunda e surpreendente, na qual quase nada é o que parece.
Nas livrarias a 14 de Julho

Sempre Estrangeira
Claudia Durastanti
DOM QUIXOTE - Tradução de Vasco Gato
A primeira pergunta que lhe fazem sempre é como aprendeu a falar e, logo a seguir, em que língua sonha. Filha de pai e mãe surdos que se separaram pouco depois de terem os filhos – e sempre recusaram a vitimização, opondo ao isolamento do silêncio um carácter extrema­mente combativo e passional –, a protagonista deste livro viveu uma infância verdadeiramente febril, sempre a andar de um lado para o ou­tro – de Brooklyn, em Nova Iorque, para Basilicata, uma aldeiazinha em Itália – e da mãe para o pai; mas, tal como uma planta obstinada, foi capaz de criar raízes em todo o lado e, já adulta, acabou por repli­car este comportamento migratório, fosse por causa dos estudos, da emancipação, do inescapável amor. Sempre Estrangeira é a história de uma educação sentimental contem­porânea, desorientada pelo passado e pela consciência das diferenças físicas, das distinções sociais, da pertença a um lugar. Parte memória, parte narrativa culta e romanesca, é uma viagem fascinante em busca da auto-afirmação, na qual a geografia, a arte e a linguagem são simul­taneamente armas de revolta e de redenção.
Finalista do Prémio Strega
Nas livrarias a 28 de Julho

Ponto Zero
Jørn Lier Horst & Thomas Enger
DOM QUIXOTE - Tradução de João Reis
Oslo, 2018. A célebre ex-corredora de longa distância Sonja Nordstrøm não chega a aparecer para o lançamento da sua polémica autobiografia, Para sempre Número Um. Quando, nesse mesmo dia, a obstinada jornalista de celebridades Emma Ramm procura Nordstrøm em sua casa, encontra a porta aberta e sinais de luta no interior. E, estranhamente, um dorsal com o número «um» colado no meio do ecrã da televisão da sala.
O detetive Alexander Blix é nomeado para liderar a investigação do desaparecimento da atleta, porém ele carrega ainda as cicatrizes emocionais de uma situação de refém ocorrida há muito tempo, quando abateu o pai de uma menina de cinco anos. Vestígios de Nordstrøm começam a aparecer em diversos locais inesperados, mas o momento e a maneira como as pistas são descobertas parece ter sido cuidadosamente calculado.
Farão parte de um plano maior que ele ainda não está a conseguir ver?
Primeiro livro de uma série escrita a quatro mãos por dois dos maiores autores de policiais nórdicos.
Nas livrarias a 21 de Julho

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