loading gif
Loading...

Notícias



Novidades Leya para Novembro

02 Nov, 2021

Novidades editoriais da LeYa para o mês de Novembro, entre elas, Philip Roth - A Biografia, de Blake Bailey (DOM QUIXOTE); Duas Solidões, de Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa (DOM QUIXOTE); José e os Seus Irmãos IV - José, o Provedor, de Thomas Mann (DOM QUIXOTE); Ashenden, O Agente Britânico, de Somerset Maugham (ASA); As Se7e Estações da Democracia, de Maria João Avillez (DOM QUIXOTE); O Pirata das Flores, de Tiago Salazar (OFICINA DO LIVRO).

Philip Roth – A Biografia
Blake Bailey
DOM QUIXOTE - Tradução de Francisco Agarez
Durante dez anos, com garantias de independência e acesso total, Blake Bailey passou a pente fino o vasto arquivo pessoal de Philip Roth. Entrevistou amigos, amantes e colegas do escritor, e manteve com ele longas e exaustivas conversas de uma franqueza desconcertante. O resultado é um retrato inesquecível de um mestre americano e do panorama literário do pós-guerra.
Bailey revela-nos como Roth, nascido em Newark no seio de uma modesta família judaica, chegou ao topo da fama literária, como um catastrófico primeiro casamento quase lhe arruinou prematuramente a carreira e como se empenhou na divulgação das obras de escritores dissidentes dos países para lá da Cortina de Ferro. Ao mesmo tempo, mergulha nas amizades e rivalidades de Roth com Saul Bellow, John Updike e William Styron, entre outros, e revela as verdades da sua profusa vida amorosa, que culminou na relação de vinte e um anos com a atriz Claire Bloom.
Nas livrarias a 23 de Novembro

Duas Solidões - O Romance na América Latina - Prefácio de Pedro Mexia
Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa
DOM QUIXOTE - J. Teixeira de Aguilar
Em setembro de 1967, os jovens Gabriel García Márquez e Mario Vargas Llosa encontraram-se em Lima para discutir a literatura latino-americana. Em Duas Solidões estão frente a frente dois escritores, dois génios literários, duas maneiras diferentes de entender a literatura, dois temperamentos um tanto contraditórios, duas maneiras diferentes de narrar. Estes são os tempos em que o boom da literatura latino-americana se está a formar e em que ainda não tinha sido inventado um nome para o que hoje conhecemos como «realismo mágico» – mas para o qual García Márquez apresenta já uma explicação.
Além de páginas emocionantes de uma conversa sem igual, onde se fala com entusiasmo sobre literatura, o ofício de romancista e o processo criativo – especialmente o de Cem Anos de Solidão –, em Duas Solidões encontramos também textos de Juan Gabriel Vásquez, Luis Rodríguez Pastor, José Miguel Oviedo, Abelardo Sánchez León, Abelardo Oquendo e Ricardo González Vigil, que recordam esse diálogo inesquecível; encontramos ainda duas entrevistas com o escritor colombiano, uma seleção fotográfica e a reflexão que Llosa faz atualmente sobre a vida e a obra de Gabo.
Nas livrarias a 2 de Novembro

José e os Seus Irmãos IV - José, O Provedor
Thomas Mann
DOM QUIXOTE - Tradução de Gilda Lopes Encarnação
Thomas Mann considerou esta monumental narrativa da história bíblica de José a sua magnum opus. Concebeu-a em quatro partes – As Histórias de Jaacob, O Jovem José, José no Egito e José, o Provedor – como uma narrativa unificada, um «romance mitológico» da queda de José na escravidão e da sua ascensão a senhor do Egito. Baseado num profundo estudo da História, e utilizando detalhes pródigos e convincentes, Mann evoca o mundo mítico dos patriarcas e dos faraós, as antigas civilizações do Egito, da Mesopotâmia e da Palestina – com as suas divindades e rituais religiosos –, e a força universal do amor humano em toda a sua beleza, desespero, absurdo e dor. O resultado é uma brilhante amálgama de ironia, humor, emoção, perceção psicológica e grandeza épica.
Pela primeira vez traduzido diretamente do alemão, e respeitando as opções de Thomas Mann – como se pode constatar na grafia do nome Jaacob –, esta tradução notável da professora Gilda Lopes Encarnação revela a exuberante polifonia de antigas e modernas vozes do romance de Mann, uma música rica que é, ao mesmo tempo, elegante, rude e sublime.
Nas livrarias a 9 de Novembro

Ashenden - O Agente Britânico
Somerset Maugham
ASA - Tradução de Elsa T.S. Vieira
Quando a Primeira Guerra Mundial rebentou, em 1914, W. Somerset Maugham viajou para a Suíça com o pretexto de terminar uma peça de tea­tro. Na realidade, fora destacado pelos serviços secretos britânicos para rea­lizar uma missão de espionagem. Escritor famoso, cosmopolita e poliglota, Maugham apreciava o lado inesperado, romântico e ridículo da vida, caracterís­ticas que faziam dele o espião perfeito. Sob o disfarce da sua profissão, viajou livremente pela Europa e participou em inúmeras missões.
Ao escrever Ashenden – O Agente Britânico, Somerset Maugham relata de forma ficcionada esse período exuberante, tenso e fascinante da sua vida. O agente Ashenden é o seu alter ego e segue um percurso quase idêntico ao seu, repleto de situações perigosas, decisões difíceis e personagens insólitas, como a velha governanta de um príncipe egípcio, um mexicano calvo e um encantador inglês com uma paixão por flores.
Nas livrarias a 16 de Novembro

As Se7e Estações da Democracia
Maria João Avillez
DOM QUIXOTE
«Maria João Avillez escolheu sete intelectuais para ir à procura da resposta – um para cada estação. Os sete estão distribuídos pelas três gerações políticas do regime – os que começam a fazer política antes da revolução, os que se formam na transição revolucionária e os que fazem carreira depois da consolidação democrática; representam as principais correntes políticas – dois são de direita, três centristas, dois sociais-democratas; todos fizeram política e só um nunca quis ocupar o seu lugar nas instituições democráticas – a lista inclui dois antigos primeiros-ministros, um ex-vice-primeiro ministro, dois antigos deputados europeus e o presidente da República; todos conheceram pessoalmente e têm relações próprias com os titulares da sua estação – um reclama uma relação fraterna; dois assumem uma relação filial; outros dois preferem uma distância crítica; e dois ainda são herdeiros ou, pelo menos, não recusam esse estatuto.»
Do Prefácio, de Carlos Gaspar
Nas livrarias a 16 de Novembro

O Pirata das Flores
Tiago Salazar
OFICINA DO LIVRO
António de Freitas, um jovem aluno do seminário de Angra nascido na ilha das Flores poucos anos antes do dealbar do século xix, decide abdicar da vida monástica e embarcar, em 1810, numa viagem rumo aos longínquos mares da China, onde sonha fazer-se rico. Para companheiro de fortuna e infortúnios, desencaminha um rapaz que com ele estudara na Terceira, também sem vocação beata mas com apreço pela leitura e talento para a escrita, que é na verdade quem há-de contar a sua história.
Depois de inúmeras peripécias e confrontos, numa sucessão de episódios de autêntica pirataria nos vários navios em que são engajados, o par instala-se então em Macau, acabando António de Freitas por dedicar-se ao tráfico de ópio – na época, um negócio regularizado –, enquanto o seu amigo se entrega doidamente ao vício. Nas Flores, restará um dia um vistoso túmulo de tíbias cruzadas e caveira e um mosteiro cuja elevação está rodeada de mistério e que, volvidos quase duzentos anos, continua a marcar a paisagem da Fajãzinha. E no Oriente, rodeado de prazeres, o narrador destas aventuras vai-se deixando enlevar.
Nas livrarias a 9 de Novembro

Comente esta notícia


Ainda não existem comentários para esta notícia.

Voltar

Faça o login na sua conta do Portal