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Notícias



Novidades Quetzal para o início do ano

05 Jan, 2022

É com a evocação das coisas simples, as que nos trazem satisfação & plenitude, que a Quetzal saúda 2022. Fá-lo pela mão de Dan Kieran e Tom Hodginkson, autores de O Livro dos Prazeres Inúteis, que abre o programa a 20 de janeiro. Guiados pelos melhores e e pela promessa de leituras mais estimulantes. Para abrir, Jorge Luis Borges, Roberto Bolaño e Susan Sontag, a braços com alguns dos mais aclamados autores portugueses. A tão aguardada biografia de Fernando Pessoa, um monumento construído por Richard Zenith, chega em maio, num ano em que contamos com vozes novas e diversas, como a estreia de João Pedro Vala, a experiência de Patrícia Müller e o regresso de Álvaro Laborinho Lúcio. Pelo prazer de ler. 

Janeiro

Renascer – Diários e Apontamentos 1947-1963  Susan Sontag

Esta primeira seleção dos diários e apontamentos de Susan Sontag inicia-se com entradas dos anos da adolescência, em 1947, atravessa os anos da universidade, as primeiras experiências na escrita, a sua formação sexual e emocional; e acaba em 1963, quando Sontag era já plena participante e observadora da vida intelectual e artística da cidade de Nova Iorque. Nas livrarias a 13 de janeiro.

O Livro de Areia  Jorge Luis Borges [Reedição com nova capa]

Publicado em 1975, esta é a derradeira coletânea de contos de Borges. Um   volume imprevisível e ao mesmo tempo monstruoso: o livro de areia, que tomará o tempo e a memória do leitor para sempre. Nas livrarias a 13 de janeiro.

O Livro dos Prazeres Inúteis Dan Kieran & Tom Hodgkinson

Um antídoto contra a vertigem de trabalho e velocidade. Um belo compêndio para quem acha que perde demasiado tempo a perder tempo de vida. São as coisas simples, imateriais ou não, acessíveis a todos: contemplar nuvens, tomar um banho, dormir uma sesta, passear na praia, desenhar mapas, ler poemas, subir às árvores, deambular pelas ruínas, pescar, ver o granizo a estatelar-se no passeio ou assobiar. Este livro ajuda a reencontrar as coisas mais simples da vida. Nas livrarias a 20 de janeiro.

 

Fevereiro

Grande Turismo João Pedro Vala

Um Salinger português. É assim João Pedro Vala, uma voz nova, cheia de frescura, humor e personagens urbanas irresistíveis, que se estreia na Quetzal com Grande Turismo, um romance com suicidas desajeitados, russos de gola alta e pessoas a dormir em salas de cinema.

Chamadas Telefónicas Roberto Bolaño

Ernest Hemingway dizia que um bom conto deve ser como um icebergue: o que se vê é sempre menos do que aquilo que se mantém oculto debaixo de água e que é o que dá intensidade, mistério, força e significado ao que flutua à superfície. Os contos deste livro de Roberto Bolaño cumprem cabalmente esta premissa. Mistérios que remetem para outros mistérios, para outros escritores, para outras histórias, para filmes – para a nossa vida.

«Um dos autores mais influentes e respeitados da sua geração. Ao mesmo tempo divertido e, de certo modo, intensamente aterrador.» John Banville

As Sombras de Uma Azinheira Álvaro Laborinho Lúcio

Não é uma madrugada como as outras, aquela em que vai nascer o primeiro filho – ou a primeira filha – de Maria Antónia e João Aurélio: é a que muitos esperavam e agora começa a tomar forma nas movimentações das tropas pelas ruas de Lisboa e do Porto. Haverá um antes e um depois desta «manhã inicial», em que nasce a criança e renasce um país de um longo período de trevas. Álvaro Laborinho Lúcio escreve o romance que retrata Portugal nos quarenta e cinco anos que antecederam o 25 de Abril e nos quarenta e cinco anos que se seguiram à revolução.

A Rainha e a Bastarda Patrícia Müller

Depois de Uma Senhora Nunca, Patrícia Müller regressa com um novo romance histórico entretanto adaptado para série de televisão, em estreia na RTP (com Maria João Bastos, Soraia Chaves, Filipe Duarte, Albano Jerónimo, Carlotto Cotta — e participação especial de Rodrigo Santoro). Uma história de guerra civil, conspiração, morte e filhos bastardos, com Isabel – «a Rainha Santa» – como figura central, num Portugal de 1320. Veremos que não era apenas a Rainha Santa das histórias bem-comportadas. Preparemo-nos, que há surpresas.

 

Março

Não se Privem David Khayat

Fenómeno de vendas em França, David Khayat é diretor de oncologia do hospital La Pitié-Salpêtrière, e responsável pelo plano nacional francês contra o cancro. Não se Privem propõe um regresso à «arte de viver» contra o «mau ambiente» criado pelo abuso da ditadura médica e dos gurus das dietas e regras nutricionais: é necessário procurar uma ligação (que existe na natureza) entre a alegria de viver e o bom senso que faz da nossa vida um acontecimento agradável. Na roleta russa da vida, é necessário sermos sensatos, equilibrados — e, sim, beber vinho e comer batatas fritas.

«Denunciando uma sociedade higienista, assente sobre a culpa, Khayat convida-nos à desculpabilização. Este livro, cheio de conselhos úteis, faz tão bem!» Le Parisien

Melancolia em Tempos de Incerteza Joke Hermsen

Será mesmo necessário abdicar da melancolia, tratando-a como doença, ou ela é um pilar da civilização e uma forma de nos relacionarmos com o mundo e a natureza? Com a ajuda de pensadores como Hannah Arendt, Ernst Bloch e Lou Andreas-Salomé, a filósofa Joke Hermsen investiga as circunstâncias em que o ser humano é tocado pela melancolia para estabelecer uma nova relação, de criatividade e esperança, com o mundo e consigo mesmo.

Biografia do Silêncio Pablo d’Ors

Um breve ensaio sobre a meditação e a sua importância na nossa vida. Basta um ano de meditação perseverante para chegarmos à conclusão de que podemos viver de outra forma. Pablo d’Ors demonstra que esta prática abre brechas na estrutura da nossa personalidade, de forma que, da velha personalidade, acabe por nascer uma nova.

Um Casamento Americano Tayari Jones

Lido e recomendado por Barack Obama e Oprah Winfrey, Um Casamento Americano, da norte-americana Tayari Jones é também o romance vencedor do Women’s Prize for Fiction 2019. Uma história que tem como protagonistas Roy Othaniel Hamilton e Celestial Gloriana Davenport, casados há pouco mais de um ano. Um dia, durante uma visita aos pais de Roy, a porta do quarto de motel em que se tinham hospedado é arrombada e Roy é preso, acusado de violação.  Mas está inocente. Celestial sabe-o e os leitores também. Roy é condenado a 12 anos de prisão. A segunda parte do livro é epistolar: ele preso, ela em liberdade. Passados cinco anos, Roy ganha um recurso e é libertado. Na terceira parte do livro (cheia de acontecimentos) veremos como tudo mudou e como o passado não pode ser desfeito.

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