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Poema e Poesia de António Osório

Amor
António Osório

Cada Segundo

Não desejo a indigência, 
a serenidade 
dos lugares desertados: 
desejo que cada segundo 
quando amo 
                         explodisse 
e fosse a terra 
em sua expansão 
durante a primeira noite, 
a gestante, 
do mundo. 

António Osório, in 'O Lugar do Amor'

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