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António Barroso Cruz


1962

Biografia

António Barroso Cruz nasce em Lisboa em Janeiro de 1962. Em 1984 licencia-se em Turismo, “causa” a que tem dedicado a maior parte do seu tempo e através da qual tem conseguido concretizar muitos dos seus sonhos. Com experiências em quase todos os sectores desta área, regista vivências profissionais e residenciais no Brasil e República Dominicana. Apaixonado pela arte de representar, participa em diversos programas de televisão (como actor, apresentador e autor), em novelas, teatro, óperas levadas à cena no Teatro Nacional de São Carlos e Teatro Baltazar Dias, e é, por diversas vezes, chamado para participar em “spots” publicitários. Em 1985 inicia o seu trajecto literário com colaborações esporádicas no jornal Correio da Manhã. Mais tarde, e também esporádicamente, colabora com a revista Evasões e o jornal Publituris. Em 2000 decide responder, uma vez mais, ao apelo das ilhas escolhendo a Madeira como “um lugar com qualidade de vida”. Depois da publicação de “Lugares” em 2003, de “Momentos” e “Histórias da minha filha” em 2005, de “Intimidades” e “Vidas (e pedaços do mundo)” e “Sopa de Letras” em 2006, o autor apresenta uma nova faceta do seu trajecto literário com um livro de contos sob o título “Personagens (ir)reais para contos inventados”, lançado em 2007. Ainda em 2007, e com a colaboração de cinco escolas do concelho de Machico, publica mais um lindissímo livro infantil, "A estrela do céu que caiu no mar". Já em 2008, no final do mês de Fevereiro, dá-se a publicação de "Palavras (O)usadas", livro de poemas que se vê, de imediato, coroado de sucesso.

No final do mês de Setembro de 2008, o autor volta às crónicas, publicando o saboroso livro "Crónicas da Sexta". Uma viagem pelo mundo como só ele sabe interpretar e descrever. O seu quarto título infantil, "O Vendedor de sonhos", é dado à estampa no final do mês de Novembro, revelando-se desde logo como mais um sucesso de literatura para crianças.

Em Junho de 2009 o espólio literário madeirense (e não só), é enriquecido com aquele que é reconhecido como o seu melhor livro até hoje: "Santos Pecados e contos do (im)possível" e uma obra inédita na Madeira (e pouco trabalhada em Portugal), um livro de Haiku intitulado "Poesia minimalista".

Desde o ano de 2006 que deambula incasavelmente pelas escolas da Madeira, e algumas do continente, para contar sonhos à pequenada e ajudá-las a melhor perceberem o universo das palavras e dos livros que as abraçam.

Participa permanentemente em projectos vários como o "Baú de leitura", as "Histórias a várias mãos", semanas culturais, dias de autor e feiras do livro
é entre o final de 2007 e o decorrer do ano de 2008, que António Barroso Cruz desbrava um novo caminho no seu percurso de experiências e públicos reconhecimentos: o de letrista para canções, sejam infantis ou outras, participando com algumas delas em vários concursos.

António Barroso Cruz marca ainda presença em várias antologias poéticas publicadas em Portugal, Itália e Brasil, tendo sido galardoado pelas edições Clube Amigos das Letras (São Paulo), na categoria de Consagrados e premiado pelas Edições Arnaldo Giraldo (São Paulo) como vencedor na área da Poesia entre mais de 2500 trabalhos de concorrentes de doze países. Recebe uma Menção Honrosa no V Concurso Literário de Santa Maria Maior em 2007 e, em 2008, na VI edição do mesmo concurso arrecada o 2º lugar.

Inicia a sua colaboração com o semanário Tribuna da Madeira no ano de 2001 e com a revista Saber em 2003. Colabora desde 2006 com a Revista Origens, da Casa da Cultura de Santa Cruz. E com a revista "fnc" desde 2007. Em 2008 "desmascara-se" como "Anarquista Cultural", coluna de opinião que tem lugar semanalmente no Diário Cidade. Em 2009, e no mesmo diário, passa a assinar a rubrica "Pecados Capitais". É actualmente membro da Sociedade Portuguesa de Autores.



Livros escritos por António Barroso Cruz





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