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Uma Solidão Demasiado Ruidosa



Sinopse

Uma Solidão Demasiado Ruidosa (1976) é a história do velho Haňta, que, por ofício, prensa e destrói livros no subsolo de Praga, e que, por amor, salva dessa hecatombe os mais belos achados em pilhas de papel: textos de Kant, Hegel, Camus, Novalis e Lao-Tsé, todos eles condenados à destruição pelas autoridades. Até que, um dia, o progresso quer aniquilar com mais eficácia as páginas que Haňta insiste em resgatar da sua obsoleta prensa. Censurada e publicada em samizdat, Uma Solidão Demasiado Ruidosa tornou-se uma obra de culto sobre a indestrutibilidade da memória e da palavra e o seu poder redentor em tempos bárbaros. Bohumil Hrabal confessou ter vivido apenas para escrever este livro.

Extras

«Um livro que deve ser resgatado da letal indiferença que mata a literatura mais eficazmente do que as máquinas mais sofisticadas.» New York Times 

Comentários


A mostrar os últimos 20 comentários:

Manuela , 20/11/2019 14:55

Uma leitura imperdível!
Há páginas de grandes romances que são grandes páginas de poesia:
é isso o que acontece no caso de Bohumil Hrabal,
que foi além de escritor, também poeta.
“Quando meu olho pousa em um livro real e olha a palavra impressa,
o que ele vê são pensamentos descarnados voando pelos ares,
deslizando no ar, vivendo do ar, voltando para o ar,
pois, no fim, tudo é ar”.
(Bohumil Hrabal, Uma solidao demasiado ruidosa)

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