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Novidades BABEL para Maio
13 Mai, 2014
Conheça aqui as novidades da BABEL para o mês de Maio.
T. S. ELIOT E EZRA POUND
uma tentativa de aproximação às suas vidas e às suas obras
de Fernando Guedes
Este volume é constituído por quatro textos sobre dois dos mais significativos poetas da literatura inglesa do século XX.
- T. S. Eliot
The Waste Land — oitenta anos depois
T. S. Eliot — The Waste Land e depois
- Ezra Pound
Uma aproximação a Ezra Pound e ao seu processo de criação poética
Uma tentativa de leitura de Os Cantos de Ezra Pound
Entre 1908 e 1910 partiram dos Estados Unidos para a Europa dois jovens intelectuais que se haviam de tornar, cada um à sua maneira, nos dois mais notáveis poetas anglo-americanos do século xx. O mais velho, nascido em 1885, utilizou sempre o escândalo social como forma de estar na vida. Chamava-se Ezra Pound. O segundo, Thomas Stern Eliot, era já a imagem que ainda podemos ter do gentleman inglês, apesar de nascido no Missuri (em 1888), educado na Nova Inglaterra e aluno de Harvard.
A ideia de Europa no pensamento português
de Martim de Albuquerque
Num momento em que a construcção da União Europeia mostra a fragilidade das suas fundações e exibe fendas graves, levando a falar, mais uma vez, da agonia da Europa, recordar o percurso da ideia europeia e do respectivo sentimento ao longo da História pode servir de tema de meditação para o presente, percepcionando interrogações e problemas que se colocaram no decorrer dos tempos, mas também acentuando aspectos e continuidades alicerçantes. É isso, quanto a Portugal, que se passa aqui em revista. Os materiais recolhidos neste livro contêm avisos, mas evidenciam, por igual, permanências essenciais que constituem património imaterial plurissecular e integram a nossa própria identidade. Fazem parte do nosso ser.
Esta obra inclui como Apêndice o ensaio «Os Estados Unidos da Europa», por Carlos Lemonnier, versão portuguesa de Magalhães Lima.
Do Paraíso
para uma teoria da salvação na era da globalização
de Ivo Lima Carmo
Vencedor do Prémio Revelação APE, na categoria de Ensaio Literário
Nesta empolgante sociedade de consumo em que vivemos, desapossada de utopias políticas e de paraísos nostálgicos, que esperanças redentoras ou que narrativas felizes são ainda verosímeis? Se tomarmos a sério as solicitações dos prospectos turísticos encontraremos ali um vasto campo hermenêutico sobre a salvação individual e a bem-aventurança das almas. Se, pelo contrário, formos da opinião que a retórica e o simulacro desses paraísos conduzem apenas à mistificação voluntária, então teremos de reflectir sobre tal potência ficcional, que não só parece absolutamente necessária ao homem contemporâneo, como constitui por si mesma o mais próspero negócio mundial. Nesta sociedade global partilhada por valores comuns, um paradigma se apresenta: enquanto ainda se debate, não sem acesa polémica, a legitimidade de falar em "fim da história", o turismo simplesmente toma-o como axioma. Nesse novo paradigma não se espera do "Homo sapiens" que participe da história, mas que disfrute ludicamente dela.
Um ensaio surpreendente, uma reflexão sobre a sociedade de consumo que vê o Turismo como o novo Paraíso.