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Notícias



Novidades Âncora Editora para Maio

11 Mai, 2016

Conheça aqui as novidades da Âncora Editora para o mês de Maio.

Iberografias 31 – Diálogos (Trans)fronteiriços, Patrimónios, Territórios, Culturas
Coordenação: Rui Jacinto e Valentín Cabero Diéguez

ISBN: 978 972 780 543 3
Código: 41 031
Colecção: CEI
N.º páginas: 476
1.ª Edição: Abril de 2016

O Centro de Estudos Ibéricos é uma associação transfronteiriça sem fins lucrativos, constituído pela Câmara Municipal da Guarda, Universidade de Coimbra, Universidade de Salamanca e Instituto Politécnico da Guarda. A ideia partiu do ensaísta Eduardo Lourenço na sessão solene comemorativa do Oitavo Centenário do Foral da Guarda, em 1999, tendo em vista a criação de um Centro de Estudos que contribuísse para um renovado conhecimento das diversas culturas da Península e para o estudo da Civilização Ibérica como um todo. Criado formalmente em Maio de 2001, o CEI tem vindo a afirmar-se como pólo privilegiado de encontro, reflexão, estudo e divulgação de temas comuns e afins a Portugal e Espanha, com especial incidência na região transfronteiriça.

 

Capitães do Fim… do Quarto Império
Autor: António Inácio Nogueira

ISBN: 978 972 780 545 7
Código: 31 010
Colecção: Guerra Colonial
N.º páginas: 368
1.ª Edição: Abril de 2016

Sinopse: Como interpretação dos factos — e até dos documentos — tornou-se lugar-comum dizer-se que a História é escrita pelos vencedores. Talvez seja mais correcto afirmar que ela é escrita maioritariamente pela classe dominante em que os vencedores se transformaram. A ser verdadeira esta acepção, a História das guerras no Ultramar português tem sido escrita pela classe dominante (militar) que triunfou na revolução de 25 de Abril de 1974, representada pelos oficiais do quadro permanente que dominaram o Conselho da Revolução durante dez anos. Já era mais que tempo de dar à estampa a versão de alguém que viveu e sofreu os últimos dias do quarto império português no olho do furacão, os Capitães do Fim… É ainda cedo, muito cedo, para juízos históricos definitivos. Aliás, qualquer pessoa atenta sabe que em História o que hoje parece definitivo será amanhã denunciado como falsa interpretação de documentos e acontecimentos. O autor tem a esperança de ter dado com “Capitães do Fim… do Quarto Império” algum contributo para que os juízos se possam fazer com um mais completo conhecimento dos factos que decorreram na África portuguesa entre 1961 e 1975. Perdeu-se o quarto império, mas ganhou-se a democracia, a liberdade e o fim da guerra.
António Inácio Nogueira nasceu em Coimbra, em Março de 1943. É licenciado em Ciências Físico-Químicas, mestre em Ciências da Educação e doutor em Sociologia. Foi professor do Ensino Secundário e do Ensino Superior. Foi formador de formadores de metodologias e práticas ligadas à Educação Permanente e à Educação de Adultos. Desenvolveu projectos incidentes em práticas pedagógicas não formais e informais de âmbito socioeducativo e cultural. Cumpriu o Serviço Militar Obrigatório na Guiné e em Angola. Foi Comandante da Companhia de Cavalaria n.º 3487. No campo editorial destaca-se a publicação de artigos em revistas e jornais de âmbito internacional, nacional e regional. É autor e co-autor de diversos livros, nomeadamente: Primeiro Congresso Nacional de Educação de Adultos, 1980; Química Analítica, 1983; Formar Hoje Educar Amanhã, 1990; Formação Contínua de Professores. Um Estudo. Um Roteiro, 1990; Para Uma Educação Permanente à Roda da Vida, 1997; Cavaleiros do Maiombe, 2004; Santa Cruz: Um Café Com História, 2007; No Colo da Memória se Escreveu Amoreiras do Mondego, 2009..



General Pires Veloso – Democrata e Patriota
Autor: AA.VV.

ISBN: 978 972 780 546 4
Código: 6 041
Colecção: Pessoas
N.º páginas: 208
1.ª Edição: Abril de 2016

Sinopse: A Tertúlia do Porto, grupo de amigos do Major-General António Elísio Capelo Pires Veloso, que com ele regularmente partilhavam convívio, decidiu manter viva a sua memória recolhendo depoimentos de admiradores e reunindo-os neste livro. Os testemunhos relatam a personalidade multifacetada do General, quer na vida militar quer na civil.
Apreciava a música, particularmente a clássica, e a boa literatura. Defendeu a educação, a saúde, a democracia, e ao terminar a carreira militar dedicou-se à agricultura. Dotado de lúcida inteligência, intuitivo, corajoso, determinado, disciplinado e disciplinador, leal e altruísta, tinha um forte sentido de justiça, como demonstrou em momentos difíceis da vida nacional, não só no continente mas no ultramar português.

Excerto do Prólogo.

 

O Homem que Inventa Setembros
Autor: João Miranda

ISBN: 978 972 780 547 1
Código: 16 006
Colecção: Holograma
N.º páginas: 260
1.ª Edição: Abril de 2016

Sinopse: É um livro que se lê como uma viagem, não sendo um livro de viagens. Um ajuste de contas, isso sem dúvida – com o passado para onde regressa, numa “bicicleta que era verde e voava” e onde reencontrará (sendo nós sua testemunha) saudades do que tem culpa de ter saudades. Recordações de um Portugal salazarista e beato. De uma vida previsível e bolorenta. Da ausência de expectativas. Da impossibilidade de qualquer esperança. A única Esperança em Setembros é a criada que, não por acaso, lhe dá a notícia da morte do avô, o primeiro fim da sua vida, a que lhe permitiu imaginar que os corpos iam para o céu no dorso de gansos. Há personagens/pessoas inesquecíveis nesta viagem. Figuras que se cruzam connosco e nos impressionam como se não tivessem existido, como se tivessem saído de um romance de Saramago (a quem Miranda homenageia no encontro com o bêbado guardião dos meses). A Carminho e os croquetes que deitava elegantemente ao chão; a menina de olhos verdes, que o narrador nunca mais viu depois de a ter visto; o cão preto no corredor, pesadelo da sua infância que o marcará até ao fim; a mãe estendida sobre a cama, vestida de um negro desconhecido; o Chico Propaganda que era do reviralho (“conspirava na sombra e reunia na sua alfaiataria tertúlias de oposicionistas que fumavam cigarros sem filtro e traçavam estratégias de combates que nunca travariam”).
Luís Osório,
Do Prefácio



Cadernos de Santiago I
Organização: José de Sainz-Trueva, Ana Margarida Falcão, Irene Lucília Andrade,
Leonor Martins Coelho e Thierry Proença dos Santos.

ISBN: 978 972 780 548 8
Código: 40 005
Colecção: Universos
N.º páginas: 464
1.ª Edição: Maio de 2016

Sinopse: Um grupo de amigos, que em habitual e ameno convívio relembrava as antologias Ilha, decidiu dar continuidade e abertura ao projecto iniciado pelo falecido poeta e dinamizador cultural José António Gonçalves. O objectivo era divulgar a poesia de autores do Arquipélago da Madeira, já experientes ou a iniciar-se na arte poética e, eventualmente, a obra poética de autores da Macaronésia. Seguiu-se a ideia de introduzir pequenas notas biográficas e, ainda, breves notas de leitura redigidas por académicos, críticos, jornalistas e poetas, que complementassem a mostra dos poemas. A denominação de Cadernos de Santiago foi aprovada pelos organizadores, por aludir ao Forte de Santiago, local onde surgiu a ideia destes cadernos e, sobretudo, porque presta homenagem a São Tiago Menor, padroeiro da cidade do Funchal. Na sequência desta colectânea, é intenção dos responsáveis dar lugar, por um lado, a outros poetas que não participaram neste número por questões de limitação editorial e, por outro, a trabalhos de jovens autores, o que deverá surgir em futuros volumes. Eis, pois, o primeiro volume destes Cadernos de Santiago, com todo o entusiasmo e gosto pela poesia insular, dado à estampa e à consideração dos leitores.

 

Tantas Pessoas a Discordar Dentro dum Peito
Autor: José Carlos Teixeira

ISBN: 978 972 780 550 1
Código: 16 067
Colecção: Holograma
N.º páginas: 138
1.ª Edição: Maio de 2016

Sinopse: Tantas Pessoas a Discordar Dentro dum Peito narra a história de Marcelo, um professor de história e filosofia, dividido entre o presente e o passado, entre os sentimentos que lhe despertam as mulheres por quem se apaixonou, Mónica, com quem passa longos períodos num pequeno porto, Mariana, com quem vive na cidade e Raquel, mãe dos seus filhos e a mais antiga memória de si, de quem se divorciou, as histórias do que nunca soube acerca delas e de outros a quem de alguma forma amou, contadas a várias vozes, e ainda do que todos ignoram acerca dele e que ele próprio rememora. A solidão, a perda, as memórias caladas, a impotência dos seres humanos perante o determinismo dos genes e o acaso mas também a solidariedade e a amizade, vão-se revelando à medida que as diferentes personagens, entre as quais os seus amigos, Alberto, um homossexual, Lucas, um padre socialista, o doutor Francisco, um médico que o ama como um filho, e Gerardo, um jovem sem família, e as suas vidas presentes e passadas, vão surgindo em torno de Marcelo, cujo tempo e sentir atravessam toda a narrativa, sendo o pilar central e aglutinador desta construção e cujo destino, bem como o daqueles que com ele convivem, se vai definindo a pouco e pouco.

José Carlos Teixeira nasceu e vive em Lisboa. É médico. Em 2003 publicou um livro de poemas intitulado “O Voo Interdito para o Sol” (Hugin Editores).



O Impromptu de Versalhes
Molière

ISBN: 978 989 8349 41 5
Código: BDM1040
N.º páginas: 48

O Impromptu foi a primeira peça representada por Molière e sua trupe em Versalhes, perante Louis XIV. Corria o ano de 1663 e o jovem ator/dramaturgo/encenador acabava de entrar finalmente nas boas graças do rei. Aqui, sob a alta proteção do monarca, Molière arrisca inovar e adota para a ocasião, de maneira radical, o dispositivo da peça dentro da peça, representando-se a si mesmo e aos atores da sua companhia na situação de ter que ensaiar algo que ainda não existe e que, ver-se-á no final, jamais existirá.

 

A Constituição
Autor: Mickael de Oliveira

ISBN: 978 989 8349 42 2
Código: BDM1041
N.º páginas: 84

Sinopse: Em A Constituição, Ágata Pinho, Miguel Moreira, Pedro Lacerda e Paulo Pinto são os heróis de uma nova sociedade, convidados a escrever uma nova Constituição, sendo que nenhum deles tem experiência na matéria. Propõem-se assim à redação da Constituição mais moderna do mundo ao debate para descobria a melhor forma de condensar nesse «supertexto» as ideias que vão regular, libertar, oprimir e emancipar um certo futuro, apostando numa revisão total do estado e das suas funções. O espetáculo procura elaborar uma reconstituição fiel dos momentos mais importantes, nos quais os atores tomaram decisões políticas fulcrais para criar a Constituição perfeita para uma comunidade imperfeita. A Constituição integra uma tetralogia dedicada à reflexão em torno das questões políticas, filosóficas, públicas e privadas que orientam a nossa sociedade: No(s) Revolution(s) (2015), A Constituição (2016), Sócrates tem que morrer e A Sauna..

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