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Novidades Quetzal para Abril

06 Abr, 2017

Conheça aqui os lançamentos da Quetzal para o mês de Abril.

HOJE ESTARÁS COMIGO NO PARAÍSO de Bruno Vieira Amaral
Nas livrarias a 7 de abril.
A investigação do assassínio do primo como estratégia de recuperação da sua própria memória: a infância, a família, o bairro e as suas personagens, Angola antes da Independência e nos anos que se lhe seguiram, e a figura (ausente) do pai. Nessa busca mais ampla do tempo e do esquecimento são utilizados arquivos da imprensa da época, arquivos judiciais, testemunhos de amigos e familiares, e a literatura propriamente dita – como uma possibilidade
de verdade, sempre.



A CONTRALUZ de Rachel Cusk
Nas livrarias a 7 de abril.  Depois da sobreexposição da narradora dos livros anteriores, neste A Contraluz, primeiro volume de uma trilogia, a figura da narradora esbate-se até à quase invisibilidade. Uma mulher chega a Atenas no pico do verão e torna-se ouvinte de uma cadeia de narrativas, começando com as do homem que viajara ao seu lado no avião e o que ele conta de barcos desportivos e casamentos falhados. «Um romance letalmente inteligente», segundo o New York Times.



A BRECHA de João Pedro Porto
Nas livrarias a 21 de abril.
Em noite de exagerado temporal, um misterioso homem encoberto brota do chão de Sagres. Desmemoriado e desnorteado, segue pela costa Vicentina. Um outro, aborrecido com a banalidade do seu tempo, decide entrar pela brecha que se rompe pela parede do quarto, esperando recuperar coisas esquecidas, como a exploração, a descoberta e até mesmo a conquista. Haverá um vínculo crescentemente claro entre os heróis. Pela brecha viver-se-á uma epopeia.



SUCESSO de Martin Amis
Nas livrarias a 28 de abril.
Gregory Riding e Terry Service são irmãos e partilham um apartamento na cidade. Gregory é aristocrático, arrogante, bonito e sexualmente hiperativo. Terry tem um aspeto banal e sofre de baixa autoestima. Ambos destestam mulheres, tanto quanto se detestam um ao outro e a si próprios. Além da misoginia ligam-nos laços de ódio de classe e a rivalidade sexual. Uma dupla memória, como um espelho falso. Com Londres dos anos 1970 em pano de fundo.

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