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Notícias



Feira do Livro - Porto

24 Ago, 2023

Feira do Livro - Porto

Inauguração SEX 25 AGO, 17H
Curadoria: Jorge Sobrado e Rita Roque
Colaboração: Germano Silva e Helena Teixeira da Silva
A partir das memórias, epístolas e documentos de Germano Silva, mapeamos e contamos uma amizade de vida portuense, mais forte que a fraternidade, que juntou Manuel António Pina e Germano Silva, companheiros de armas feitas de palavras.

SEX 25 AGO - DOM 10 SET
CONCHA ACÚSTICA
EXPOSIÇÕES
INTERVENÇÃO MURAL - HOMENAGEM
COMO SE DESENHA UM SONHO
Leonor Violeta
Curadoria: Rita Roque
A casa como alicerce. Lugar onde se delineia e transforma o contorno do corpo. Onde as recordações se fragmentam, se acumulam, se distanciam, se reposicionam. Como se desenha um sonho?

Como se desenha uma casa
Primeiro abre-se a porta
por dentro sobre a tela imatura onde previamente
se escreveram palavras antigas: o cão, o jardim impresente,
a mãe para sempre morta.
Anoiteceu, apagamos a luz e, depois,
como uma foto que se guarda na carteira,
iluminam-se no quintal as flores da macieira
e, no papel de parede, agitam-se as recordações.
Protege-te delas, das recordações,
dos seus ócios, das suas conspirações;
usa cores morosas, tons mais-que-perfeitos:
o rosa para as lágrimas, o azul para os sonhos desfeitos.
Uma casa é as ruínas de uma casa,
uma coisa ameaçadora à espera de uma palavra;
desenha-a como quem embala um remorso,
com algum grau de abstracção e sem um plano rigoroso.

Manuel António Pina

SEX 25 AGO, 17H (DURAÇÃO: 45 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS À SEXTA
Com Clara Haddad
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Para crianças maiores de 3 anos
Nos Contos à Sexta, vamos ouvir contos do Líbano, de Portugal, do Brasil, da França, do México, enfim, do mundo... A narradora dá voz e corpo a diferentes narrativas. Porquê à sexta? Porque há contos que à sexta ganham vida e nos fazem sonhar acordados por mundos imaginários, conhecer personagens fascinantes e viver aventuras incríveis. Porque à sexta tudo é possível. Porque à sexta a imaginação não tem limites.

SEX 25 AGO, 19H (DURAÇÃO: 70 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
CONCERTOS
DAR CORDA À PALAVRA: Mafalda Veiga
Geografia Particular é o novo espetáculo de Mafalda Veiga e o nome do próximo EP a editar em breve. Neste concerto, Mafalda Veiga percorre o seu repertório, com um alinhamento que inclui a maior parte dos singles que têm marcado 35 anos de carreira, assim como temas que já não tocava ao vivo há muitos anos e as canções inéditas que integrarão o novo EP e que têm sido calorosamente recebidas pelo público. O espetáculo desenrola-se em três partes, tendo o primeiro bloco de canções início com "Esta Canção", o mais recente single editado em fevereiro, interpretado por Mafalda Veiga a solo. Os músicos convidados, que integram a sua banda habitual, João Gil e António Vasconcelos Dias, juntam-se para a acompanhar, numa segunda parte, que inclui alguns novos inéditos e outras canções que o público entoa entusiasticamente. O concerto termina com Mafalda Veiga, de novo a solo, em comunhão com a plateia. A música tem o poder de transportar as pessoas para um lugar, uma latitude, um destino com temperatura, cheiro, sensações, outras pessoas, “esse” lugar onde ela foi (e continua a ser) a banda sonora de alguma coisa única, especial e inesquecível. Uma viagem que parte do processo de pegar nas suas guitarras e nas suas canções, escritas em rascunhos que nem sempre guardou, passa pela procura do “tom” de cada um dos lugares onde as escreveu e que o público guarda em cada lugar seu.

Onze projetos desafiantes, distintivos, sonoridades improváveis ao serviço da celebração da palavra. Palavra dita, palavra falada, muitas vezes sussurrada, palavra cantada, palavra inquisidora, resistindo ao silêncio, ao tempo, à ausência, à ignorância, à ignomínia, à opressão. Só a palavra transtorna.

SEX 25 AGO, 21H (DURAÇÃO 1H)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PERFORMANCES
NESTE PRECISO TEMPO, NESTE PRECISO LUGAR: Ruído Vário
Canções com Pessoa
Por Ana Deus e Luca Argel
Várias são as vozes do poeta, juntá-las às nossas no coro.
Ouvir o ruído que resulta, cantar sobre ele. Buscar, entre seus sons de relógios, sinos, da chuva e das mesas no café ao lado,
um hálito de música. Impregná-lo nas palavras de Pessoa.

Luca Argel e Ana Deus concebem e montam, pela primeira vez, o espetáculo Ruído Vário, em 2017. Desta parceria surgem 15 canções inéditas, escritas quase todas sobre textos do Fernando Pessoa ortónimo. Ao vivo, as vozes de Ana e Luca transformam e atualizam a importância do gênio de Pessoa, passando por diversas de suas facetas, da solenidade trágica ao escárnio humorístico, sempre acompanhados pela guitarra e por ruídos e imagens projetadas que nos introduzem na atmosfera de cada um dos poemas.

O título de um poema de Manuel António Pina, retirado do seu livro Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (1999), afervora este ciclo performativo composto por sete sessões especiais.

SÁB 26 AGO, 11H-13H E 15H-17H
LAGO DOS CAVALINHOS
PARA TODA A FAMÍLIA
MINI PORTO BELO
Mercado onde os mais novos podem vender e comprar, trocar, mostrar e dar tudo e mais alguma coisa.

SÁB 26 AGO, 11H (DURAÇÃO: 60 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
PARA TODA A FAMÍLIA
HERBÁRIO COMESTÍVEL
Por A Recoletora, com a herbalista Fernanda Botelho
Participação gratuita sujeita à lotação do espaço
Enquanto construímos o herbário de plantas silvestres comestíveis, sentimos os cheiros e as texturas, observamos as formas e as cores, e provamos os sabores únicos de cada uma delas. Com esta oficina vamos aprender a identificar a vegetação que se come e que nos cura e, sobretudo, vamos aprender a valorizá-la e a deixar de lhe chamar daninha!

SÁB 26 AGO, 11H30 (DURAÇÃO: 60 MIN.)
LAGO DOS CAVALINHOS
CONCERTOS
PORTA-JAZZ AO RELENTO: Themandus
Saxofone Alto, Ewi: Afonso Boucinha Silva
Bateria: Eduardo Carneiro Dias
Guitarra: Ricardo Alves
Voz-Off: Carlos Fonseca
Oficina Desenhar o Som: desenho a tinta-da-china
Assentes no ecletismo que o jazz sempre lhes proporcionou, Themandus percorre estéticas como drum'n'bass, ambient, eletrónica a fim de saciarem as suas necessidades musicais e, paralela ou paradoxalmente, as esfaimar. Em formato de trio – saxofone/EWI, bateria e guitarra – Afonso Boucinha Silva, Eduardo Carneiro Dias e Ricardo Alves exploram ideias composicionais que vão desde a música escrita à totalmente improvisada.

As manhãs de sábado são passadas ao ar livre com as sonoridades jazzísticas que, especialmente nesta edição, incluem uma componente lúdica dedicada às famílias. A oficina Desenhar o Som acompanha cada concerto e desafia os participantes a fazer uma representação visual a partir de uma apresentação musical ao vivo. De forma exploratória e sinestésica pretende-se unir música, escuta, perceção, reação e criação de imagens, tudo a decorrer ao mesmo tempo.

SÁB 26 AGO, 11H30 (DURAÇÃO: 50 MIN.)
TERREIRO DA BIBLIOTECA
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS ERRANTES
Com Carlos Marques
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Para crianças maiores de 3 anos
Contos Errantes é uma atividade que convida miúdos e graúdos a viajar pelo mundo das histórias, que misturam realidade e fantasia, que exploram diferentes culturas e tradições, que provocam a imaginação e a curiosidade. Cada sessão é conduzida por contadores profissionais diferentes. Carlos Marques, Rodolfo Castro e Jorge Serafim partilham o olhar, a voz e a arte de contar. Três mestres da palavra para quem os contos são como pássaros livres, que voam por onde querem, cantam o que sentem e surpreendem no desfecho.

SÁB 26 AGO, 11H30 (DURAÇÃO: 45 MIN.)
BIBLIOTECA – SALA UNICER
PARA BEBÉS
CUCU! DÁ, DÁ! Concerto de Música
Com Frenesim
Participação gratuita sujeita à lotação do espaço
Para Bebés dos 18 aos 36 meses
O convite é para brincar ao som do ingrediente secreto que une sons, ritmos, movimentos, dança e cor. Momentos de exploração artística, onde as experiências sensoriais despertam os sentidos dos petizes e dos seus acompanhantes.

SÁB 26 AGO, 15H (DURAÇÃO 45 MIN)
AVENIDA DAS TÍLIAS
HOMENAGEM
CERIMÓNIA DE ATRIBUIÇÃO DA TÍLIA DE HOMENAGEM

SÁB 26 AGO, 16H (DURAÇÃO 30 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HOMENAGEM
COMUNICAÇÃO
A PRESENÇA DO MISTÉRIO
Por Rui Lage
Na poesia de Manuel António Pina, o que realmente importa não é o que se conhece, mas o que não se pode conhecer: “é o que falta que fala”. Essa falta revela-se na linguagem, nas palavras. É a presença do mistério. Mas “o Mistério não pode ser ocultado nem revelado”: está fechado nas palavras. Viagem por algumas singularidades poéticas do homenageado, da filosofia à ciência, da física à metafísica, ancoradas no quotidiano, na casa, na infância, no amor e na morte.

Rui Lage (Porto, 1975) é Deputado à Assembleia da República e membro da Assembleia Municipal do Porto. Doutorado em Literaturas e Culturas Românicas pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, foi investigador, formador, docente do ensino artístico, professor universitário e assessor no Parlamento Europeu. É autor de vários livros de poesia, ficção, ensaio e antologias. A sua obra literária foi distinguida com o Prémio Literário da Fundação Inês de Castro, o Prémio Ruy Belo, o Prémio Revelação Agustina Bessa-Luís e o Prémio Autores da SPA. É ainda autor de ficção infantojuvenil, e, com Jorge Reis-Sá, responsável pela antologia Poemas Portugueses: Antologia da Poesia Portuguesa do Séc. XIII ao Séc. XXI (Porto Editora, 2009). Traduziu obras de Paul Auster, Pablo Neruda, Samuel Beckett e Carl Sagan. A sua obra está traduzida em diversas línguas. Em 2022, publicou a segunda edição do ensaio A Presença do Mistério, uma introdução à poesia de Manuel António Pina (Editora Exclamação).

SÁB 26 AGO, 16H30 (DURAÇÃO 60 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HOMENAGEM
CONVERSA
FALA-SE DE MAIS NESTES TEMPOS (INCLUSIVE CALA-SE)
Com Sousa Dias, Germano Silva e Renato Soeiro
Seleção de crónicas: Rui Lage
Moderação: Helena Teixeira da Silva
Leituras: Joana Mesquita
O filósofo Sousa Dias, o jornalista e historiador Germano Silva e o ativista e publicista Renato Soeiro, velhos amigos do homenageado, conversam sobre a dimensão interventiva, cívica e política de Manuel António Pina, com moderação da jornalista e autora Helena Teixeira da Silva e a leitura de uma seleção de crónicas publicadas no Jornal de Notícias.


SÁB 26 AGO, 17H (DURAÇÃO 80 MIN.)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
OFICINAS INFANTOJUVENIS
ENCONTROS COM OFICINA
MAS COMO É QUE NASCEM OS LIVROS? Por exemplo uma rosa
Com Madalena Matoso
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Para crianças a partir dos 6 anos
Podemos organizar as coisas do mundo de diferentes maneiras. Animais, minerais, vegetais… Coisas frias ou coisas quentes. Coisas visíveis e coisas invisíveis. Coisas minúsculas ou coisas gigantes. Coisas que existem e coisas que não existem. Coisas aquáticas, aéreas e terrestres... Nesta atividade, vamos fazer um livro com as nossas coleções de coisas. Criar as nossas categorias favoritas e escolher o que entra em cada coleção. A partir do livro Por exemplo, uma rosa, uma edição do Planeta Tangerina.

SÁB 26 AGO, 17H30 (DURAÇÃO 60 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HOMENAGEM
CONVERSA
PENSAR DE PERNAS PARA O AR É UMA GRANDE MANEIRA DE PENSAR
Com Pedro Eiras, Sara Reis da Silva e Álvaro Magalhães
Moderação: Francisco Topa
Na senda de A. A. Milne e Lewis Carol, desde o pioneiro O País das Pessoas de Pernas Para o Ar (1973) até à História do Sábio Fechado na Sua Biblioteca (2009), o autor fez implodir os estereótipos da nossa literatura infantojuvenil, virando-a de pernas para o ar e desbravando o caminho para uma nova geração de escritores. Conversa com passagem pelo seu único romance, Os Papéis de K.

26 AGO, 21H (DURAÇÃO 60MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CINEMA
MANUEL ANTÓNIO PINA E O CINEMA: Se a Memória existe (1999) + As Casas não Morrem (2014)
Conversa com Inês Fonseca Santos e João Botelho
Moderação: António M. Costa
Se a Memória Existe
João Botelho
Portugal (1999), 25min.

O 25 de Abril, 25 anos depois, visto por alguns dos seus principais protagonistas. Conta com a participação de Vasco Gonçalves, Otelo Saraiva de Carvalho, Matos Gomes e Sanches Osório. A história desenrola-se em volta de uma menina, a quem estes vão emprestar a memória de Abril.

As Casas Não Morrem
Inês Fonseca Santos e Pedro Macedo
Portugal (2014), 18min.

Há uma história muito bonita que o Manuel António Pina gostava de contar, ele que preferia regressar a partir; ele que repetia histórias como quem regressa a casa (…)
Disse-me, então, o Pina: "(...) o regresso a casa concreto, de uma viagem concreta, de um tempo concreto e de circunstâncias concretas, acaba por ter as formas que, em diferentes textos – penso eu, que também reflito sobre isso –, assumem esses sentimentos, o que é explicável talvez em termos ensaísticos ou lógicos ou psicológicos... Sei lá... Ou psicanalíticos ou o diabo que os carregue... São formas, só formas para o regresso concreto: chegar de avião a casa, começar a circular de avião aqui pelo Porto, aproximarmo-nos do aeroporto... Ainda por cima, os aviões passam aqui por cima da minha casa, desta casa, para aterrarem no aeroporto em Pedras Rubras. Vemos a casa lá em baixo, depois chegamos, entramos em casa e vemos os móveis, os animais reconhecem-nos, até os próprios móveis nos reconhecem... São formas de dizer a mesma coisa, formas que assume o regresso, em cada poema concreto ou em cada texto concreto, mesmo nas crónicas. No fundo, o que se quer dizer é: «Não te afastes de mais de ti». Só até usares metade das tuas forças para depois teres metade para regressar. E nunca te afastes assim tanto que deixes de ver a cor do teu telhado. Há um poema assim..."
Até onde me é dado saber isso, estou seguro de que o que escrevo há-de certamente ter (…) influências do cinema. Não só porque vejo muito cinema mas porque sou feito, mesmo se contrafeito, também de algum do cinema que vi (e se calhar até de todo o cinema que vi…) e porque julgo que escrevo justamente com essa matéria, a matéria de que sou feito. […] Algumas das mais fundas experiências minhas (algumas das assim chamadas minhas “circunstâncias”) aconteceram em salas de cinema.
Manuel António Pina

Apesar de apenas ter escrito dois poemas “inspirados” em filmes, parafraseando Pessoa, a poesia de Pina “pensa e sente por imagens”. O olhar e os reflexos, a luz e a sombra, a memória, o movimento, a montagem criam uma espécie de “consanguinidade e familiaridade” da sua poesia com o cinema. E depois há as crónicas, magníficas, onde Pina muitas vezes falava dos filmes de que, citando Borges, “era feito”.

DOM 27 AGO, 11H30 (DURAÇÃO: 50 MIN.)
TERREIRO DA BIBLIOTECA
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS ERRANTES
Com Carlos Marques
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Para crianças maiores de 3 anos
Contos Errantes é uma atividade que convida miúdos e graúdos a viajar pelo mundo das histórias, que misturam realidade e fantasia, que exploram diferentes culturas e tradições, que provocam a imaginação e a curiosidade. Cada sessão é conduzida por contadores profissionais diferentes. Carlos Marques, Rodolfo Castro e Jorge Serafim partilham o olhar, a voz e a arte de contar. Três mestres da palavra para quem os contos são como pássaros livres, que voam por onde querem, cantam o que sentem e surpreendem no desfecho.

DOM 27 AGO, 11H30 (DURAÇÃO: 45 MIN.)
BIBLIOTECA – SALA UNICER
PARA BEBÉS
CUCU! DÁ, DÁ! Concerto de Música
Com Frenesim
Participação gratuita sujeita à lotação do espaço
Para Bebés dos 18 aos 36 meses
O convite é para brincar ao som do ingrediente secreto que une sons, ritmos, movimentos, dança e cor. Momentos de exploração artística, onde as experiências sensoriais despertam os sentidos dos petizes e dos seus acompanhantes.

DOM 27 AGO, 15H (DURAÇÃO 60 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HOMENAGEM
CINEMA
Um sítio onde pousar a cabeça (2011)
Autor: Alberto Serra
Realizador: Ricardo Espírito Santo
Neste documentário, Manuel António Pina revela-se na primeira pessoa, com testemunhos de amigos, familiares e especialistas da sua obra. Desvenda-se o "universo Pina" através de uma narrativa audiovisual que abarca a poesia, crónica, a literatura para crianças e o teatro.

DOM 27 AGO, 16H (DURAÇÃO ATÉ 120 MIN.)
BIBLIOCARRO – JARDIM DO PALÁCIO DE CRISTAL
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINAS
LER COM OS OUVIDOS, ESCREVER COM DESENHOS
Com Mariana, A Miserável
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Para crianças a partir dos 6 anos
Vamos construir uma égua imaginada. Após a leitura do conto Égua Branca de Eugénio de Andrade, imaginando um final alternativo para a história, no qual cada um dos participantes seria escolhido para ser o tutor da égua, o exercício será idealizar como seria ela e dar-lhe vida através do desenho e construção em papel recortado.

DOM 27 AGO, 16H (DURAÇÃO ATÉ 120 MIN.)
BIBLIOCARRO – JARDIM DO PALÁCIO DE CRISTAL
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINAS
LER COM OS OUVIDOS, ESCREVER COM DESENHOS
Com Mariana, A Miserável
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Para crianças a partir dos 6 anos
Vamos construir uma égua imaginada. Após a leitura do conto Égua Branca de Eugénio de Andrade, imaginando um final alternativo para a história, no qual cada um dos participantes seria escolhido para ser o tutor da égua, o exercício será idealizar como seria ela e dar-lhe vida através do desenho e construção em papel recortado.

DOM 27 AGO, 16H30 (DURAÇÃO 60 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HOMENAGEM
CONVERSA
COMO TEATRO PARA ADULTOS, MAS MELHOR
Com João Luiz, Maria João Reynaud e João Botelho
Moderação: Suzana Ralha
A aventura iniciada com O Maior Intelectual do Mundo (1978), “em tempos propícios aos sonhos”, frutificou no mais inovador conjunto de peças teatrais para o público infantojuvenil do nosso país, todas elas escritas para o Teatro do Pé de Vento, de João Luiz e Maria João Reynaud. Conversa com a dupla e com o realizador João Botelho, autor do grafismo e das ilustrações dos primeiros livros de Pina, moderada por Suzana Ralha, diretora do grupo Os Gambozinos, outro fruto de uma colaboração com o homenageado.


DOM 27 AGO, 17H (DURAÇÃO: 50 MIN.)
BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PARA TODA A FAMÍLIA
O PÁSSARO DA CABEÇA
Pelo Teatro Pé de Vento
Participação gratuita sujeita à lotação do espaço
Um poema é uma coisa sem importância.
R. Queneau
Como se fosse possível voltar atrás no tempo… Talvez isso possa acontecer levando agora à cena alguns dos primeiros textos que Manuel António Pina escreveu para o Pé de Vento, logo no início da parceria com a Pé de Vento e que deram origem a O Pássaro da Cabeça (1983), um dos mais belos livros que o poeta nos deixou.

DOM 27 AGO, 17H30
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HOMENAGEM
Conversa
PORQUÊ A POESIA E NÃO OUTRA COISA QUALQUER?
Com Rosa Maria Martelo, António Guerreiro e Rita Basílio
Seleção de poemas: Rui Lage
Moderação: Inês Fonseca Santos
Leituras: Mariana Guarda
Da desconfiança do real a uma “metafísica do quotidiano”, dos impasses pós-modernistas à sabedoria pré-moderna, da melancolia doméstica às “grandes questões”, a obra poética do homenageado permanece um objeto à parte na poesia portuguesa dos últimos cinquenta anos. Não gerou epígonos nem deixou descendência. Poetas, ensaístas e investigadores conversam sobre “o mistério da poesia” de Manuel António Pina.


DOM 27 AGO, 19H (DURAÇÃO: 70 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
CONCERTOS
DAR CORDA À PALAVRA: Ruge
É mais recente projeto de Rodrigo Guedes de Carvalho com Daniela Onís e Ruben Alves. Um encontro de poesia e música no cruzamento entre a palavra escrita, cantada e falada. RUGE é um espectáculo sobre o amor e tudo em volta. É sobre paixão e revolta. Nasceu da paixão pelas palavras, que se juntaram em frases. Depois cresceram e tornaram-se uma urgência para ser dita e escutada. O microfone colocou-se junto ao coração. Depois veio a música e deram as mãos. Há dramas e desabafos, e riso mal escondido nas ironias. Sem nenhum medo de mostrar emoções, RUGE é uma narrativa de poemas e canções sobre todos nós.

Onze projetos desafiantes, distintivos, sonoridades improváveis ao serviço da celebração da palavra. Palavra dita, palavra falada, muitas vezes sussurrada, palavra cantada, palavra inquisidora, resistindo ao silêncio, ao tempo, à ausência, à ignorância, à ignomínia, à opressão. Só a palavra transtorna.

DOM 27 AGO, 21H (DURAÇÃO 2H)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CINEMA
MANUEL ANTÓNIO PINA E O CINEMA: Pedro O Louco (1965)
Apresentação por António M. Costa
Pedro O Louco
Jean-Luc Godard
França/Itália (1965), 1h45min

No dia em que Ferdinand perde o emprego reencontra Marianne, uma jovem que um dia amou. Cansado da sua existência, decide recomeçar a sua vida com ela. Mas a viagem romântica, depressa se torna numa trama de paixão, perseguição e violência.

Até onde me é dado saber isso, estou seguro de que o que escrevo há-de certamente ter (…) influências do cinema. Não só porque vejo muito cinema mas porque sou feito, mesmo se contrafeito, também de algum do cinema que vi (e se calhar até de todo o cinema que vi…) e porque julgo que escrevo justamente com essa matéria, a matéria de que sou feito. […] Algumas das mais fundas experiências minhas (algumas das assim chamadas minhas “circunstâncias”) aconteceram em salas de cinema.
Manuel António Pina
Apesar de apenas ter escrito dois poemas “inspirados” em filmes, parafraseando Pessoa, a poesia de Pina “pensa e sente por imagens”. O olhar e os reflexos, a luz e a sombra, a memória, o movimento, a montagem criam uma espécie de “consanguinidade e familiaridade” da sua poesia com o cinema. E depois há as crónicas, magníficas, onde Pina muitas vezes falava dos filmes de que, citando Borges, “era feito”.

SEG 28 AGO, 15H (DURAÇÃO 50 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CONVERSAS
TODA A BIOGRAFIA É UM ROMANCE: Manuel António Pina
Por Álvaro Magalhães
Moderação: Rui Couceiro

Uma epígrafe de Mário Cláudio serve de motor a este ciclo de conversas estimuladas pelo editor e escritor Rui Couceiro. Os convidados falarão sobre as biografias de Manuel António Pina, Luiz Pacheco, Mota Pinto, Fernando Pessoa, Herberto Helder, Natália Correia e Manoel de Oliveira, das quais são autores.

SEG 28 AGO, 17H (DURAÇÃO: 40 MIN.)
BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS CRIATIVOS: O dia em que me tornei um pássaro, de Ingrid Chabbert, Guridi
Com Helena Vieira, Mónica Santos e Verónica Magalhães
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Experiências de escuta para crianças maiores de 3 anos
Será verdade que ganhamos asas quando nos apaixonamos? O que é estar apaixonado?

SEG 28 AGO, 18H (DURAÇÃO 50 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PERFORMANCES
Leitura Encenada
NESTE PRECISO TEMPO, NESTE PRECISO LUGAR: O homem e a sombra
Autor: Jaime Rocha
Leitura: Paulo Campos dos Reis
Nós nunca pertencemos a sítio nenhum, somos seres de passagem. Nessa situação de passagem há algo que fica, nem que seja uma sombra, e precisamos desesperadamente dessa sombra. Quando não a temos naturalmente, temos de a construir.
Manuel António Pina

SEG 28 AGO, 21H (DURAÇÃO 2H)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CINEMA
MANUEL ANTÓNIO PINA E O CINEMA: O Atalante (1934)
Apresentação por António M. Costa
O Atalante
Jean Vigo
França (1934), 1h28min

A história de Jean (Jean Dasté), o capitão da barcaça O Atalante, e de Juliette (Dita Parlo). Os dois casam-se e Juliette vai viver para o barco de Jean. Algum tempo depois, Juliette começa a dar alguns sinais de cansaço, por viver enclausurada e cercada
pelas águas do rio. Quando chegam a Paris, Juliette decide dar uma escapadela à cidade, para conhecer a vida noturna. Furioso, Jean resolve partir sem ela, mas as saudades levam-no à depressão. É então que o excêntrico Pai Jules (Michel Simon), um amigo de Jean que também vive no barco, regressa a Paris para tentar encontrar Juliette.

Até onde me é dado saber isso, estou seguro de que o que escrevo há-de certamente ter (…) influências do cinema. Não só porque vejo muito cinema mas porque sou feito, mesmo se contrafeito, também de algum do cinema que vi (e se calhar até de todo o cinema que vi…) e porque julgo que escrevo justamente com essa matéria, a matéria de que sou feito. […] Algumas das mais fundas experiências minhas (algumas das assim chamadas minhas “circunstâncias”) aconteceram em salas de cinema.
Manuel António Pina

Apesar de apenas ter escrito dois poemas “inspirados” em filmes, parafraseando Pessoa, a poesia de Pina “pensa e sente por imagens”. O olhar e os reflexos, a luz e a sombra, a memória, o movimento, a montagem criam uma espécie de “consanguinidade e familiaridade” da sua poesia com o cinema. E depois há as crónicas, magníficas, onde Pina muitas vezes falava dos filmes de que, citando Borges, “era feito”.

TER 29 AGO A QUI 31 AGO, 14H30 (DURAÇÃO: 3H)
BIBLIOTECA – SALA UNICER
OFICINAS INFANTOJUVENIS
LABORATÓRIO DE CINEMA DE ANIMAÇÃO
A POESIA É UMA ANIMAÇÃO
Com Anilupa
Participação gratuita, mediante inscrição (12 participantes)
ATIVIDADE ESGOTADA
Para maiores de 10 anos
Nesta oficina, os participantes terão a oportunidade de realizar um pequeno filme de carácter experimental, com o objetivo de construir uma narrativa que permita ir ao encontro do imaginário poético de António Pina e, ao mesmo tempo, seja um pretexto para a exploração de várias técnicas plásticas e de animação de imagem.

O Anilupa é um estúdio de cinema de animação criado em 1990 pela Associação de Ludotecas do Porto. Este estúdio tem como principal objetivo, criar oportunidades a pessoas não profissionais de cinema, como crianças, jovens e adultos, na realização de filmes em técnica de cinema de animação.

TER 29 A QUI 31 AGO, 15H (DURAÇÃO: 2H)
CAPELA DE CARLOS ALBERTO
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA
ESCREVER TAMBÉM SE TREINA: Poesia
Com Inês Morão Dias
Participação gratuita, mediante inscrição (12 participantes)
Inscrição através de formulário disponível AQUI
Para maiores de 12 anos
A escrita pode ser entendida como uma matéria plástica, que se pode exercitar e moldar, e a poesia como um espaço de experimentação. Nos três dias da oficina, a partir de leituras e de exercícios práticos, pretende-se explorar: o uso da imagem na imaginação; o som e a sonoridade como forma; a experiência do espaço pelo texto; e a possibilidade de simular posições e modos de olhar.

SEG 29 AGO, 15H (DURAÇÃO 50 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CONVERSAS
TODA A BIOGRAFIA É UM ROMANCE: Luiz Pacheco, Mota Pinto, Fernando Pessoa, Herberto Helder
Por João Pedro George


TER 29 AGO, 15H (DURAÇÃO: 1H40)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINAS DE CRIAÇÃO NARRATIVA E POÉTICA SÓ COM IMAGENS
ILUSTRAR É ILUMINAR
Com Mafalda Milhões
Participação gratuita, sujeita a inscrição / 15 participantes
Para crianças a partir dos 6 anos
Inscrição através de formulário disponível AQUI
A ilustração de Mafalda Milhões expressa bem a sua personalidade e ideias. É uma ilustradora de causas. As suas imagens são de quem mastiga palavras e lê o mundo. Para ela ler também é ouvir, ser, estar e sentir.

TER 29 AGO, 17H (DURAÇÃO: 40 MIN.)
BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS CRIATIVOS: O país das pessoas de pernas para o ar, de Manuel António Pina
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Experiências de escuta para crianças maiores de 3 anos
E se, de repente, tivesses de comer com os pés e caminhar com as mãos?

TER 29 AGO, 18H (DURAÇÃO 40 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HUMOR
O LENTO E INCENDIÁRIO CAMINHO DO HUMOR: Nem a Poesia Morre Nem a Gente Janta

Por Rui Spranger, Isaque Ferreira e Renato Filipe Cardoso
O Colectivo RIR apresenta um novo espetáculo de stand-up poetry, percorrendo, numa viagem fantasmagórica, poemas e textos de autores que nem morrem nem saem de cima. Uma espécie de clube dos poemas mortos, que nos recordam que devemos viver cada dia como se fosse o último, porque eventualmente acabamos por acertar no dia. Venerável público, a morte fica-vos bem, sobretudo com gargalhadas de caixão à cova e sem paz à vossa alma. Vai ser de morrer a RIR.

A poesia autêntica não poderia escapar à ação do humor que é, na definição de Breton, “o princípio da subversão da linguagem”, uma “revolta superior do espírito”. O humor questiona a própria legitimidade do mundo. O subtil humor em muitos momentos da obra de Manuel António Pina inflama esta série de quatro apresentações improváveis e contundentes.
Poesia e comédia em pé. E, depois disto tudo, um hálito a eternidade.

TER 29 AGO, 21H (DURAÇÃO 2H)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CINEMA
MANUEL ANTÓNIO PINA E O CINEMA: A sombra e o caçador (1955)
Apresentação por António M. Costa
A Sombra do Caçador
Charles Laughton
EUA (1955), 1h33min

“ (…) o ameaçador perfil de Robert Mitchum a cavalo, recortado contra o céu; o rio turbando-se de súbito ante a presença próxima do Mal; Lillian Gish protegendo as crianças com a grande espingarda e a sua pequenina voz cantando na noite contra o medo…” [Manuel António Pina]

Até onde me é dado saber isso, estou seguro de que o que escrevo há-de certamente ter (…) influências do cinema. Não só porque vejo muito cinema mas porque sou feito, mesmo se contrafeito, também de algum do cinema que vi (e se calhar até de todo o cinema que vi…) e porque julgo que escrevo justamente com essa matéria, a matéria de que sou feito. […] Algumas das mais fundas experiências minhas (algumas das assim chamadas minhas “circunstâncias”) aconteceram em salas de cinema.
Manuel António Pina
Apesar de apenas ter escrito dois poemas “inspirados” em filmes, parafraseando Pessoa, a poesia de Pina “pensa e sente por imagens”. O olhar e os reflexos, a luz e a sombra, a memória, o movimento, a montagem criam uma espécie de “consanguinidade e familiaridade” da sua poesia com o cinema. E depois há as crónicas, magníficas, onde Pina muitas vezes falava dos filmes de que, citando Borges, “era feito”.

QUA 30 AGO, 15H (DURAÇÃO: 1H30)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINAS DE CRIAÇÃO NARRATIVA E POÉTICA SÓ COM IMAGENS
ILUSTRAR É ILUMINAR
Com Constança Araújo Amador
Participação gratuita, sujeita a inscrição / 15 participantes
Para crianças a partir dos 6 anos
Inscrição através de formulário disponível AQUI
A ilustradora desenvolve a sua prática artística entre o desenho e a pintura, Expõe desde 2006 e desenvolve o seu trabalho de ilustração para livros, jornais e revistas, montras e murais, a partir da sua relação com a Natureza e da Poesia Contemporânea Portuguesa, onde nos leva numa viagem da palavra à mancha de aguarela.

QUA 30 AGO, 15H (DURAÇÃO 50 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CONVERSAS
TODA A BIOGRAFIA É UM ROMANCE: Natália Correia
Por Filipa Martins

Uma epígrafe de Mário Cláudio serve de motor a este ciclo de conversas estimuladas pelo editor e escritor Rui Couceiro. Os convidados falarão sobre as biografias de Manuel António Pina, Luiz Pacheco, Mota Pinto, Fernando Pessoa, Herberto Helder, Natália Correia e Manoel de Oliveira, das quais são autores.

QUA 30 AGO, 17H (DURAÇÃO: 40 MIN.)
BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS CRIATIVOS: Eu vou cuidar de ti, de Maria Loretta Giraldo e Nicoletta Bertelle
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Experiências de escuta para crianças maiores de 3 anos
Cuidas de mim e eu cuido de ti… Descobre o que pode acontecer se cuidares de uma pequena semente.

QUA 30 AGO, 18H (DURAÇÃO 30 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
PERFORMANCES
NESTE PRECISO TEMPO, NESTE PRECISO LUGAR: E Hoje, é um Esquilo?
Por Sónia Baptista
E hoje, é um esquilo? nasceu como uma conferência/performance num contexto académico de reflexão sobre a prática artística como investigação filosófica e poética e vice-versa.
Três ações comuns, Ler, Caminhar e Escrever, transformam-se em atos poéticos com alicerces na história pessoal e na memória de um passado mais recente mas com ecos de um reviver proustiano.

O título de um poema de Manuel António Pina, retirado do seu livro Nenhuma Palavra e Nenhuma Lembrança (1999), afervora este ciclo performativo composto por sete sessões especiais.

QUA 30 AGO, 19H (DURAÇÃO: 70 MIN.)
CONCHA ACÚSTICA
CONCERTOS
DAR CORDA À PALAVRA: Yosune
É uma cantautora venezuelana residente em Portugal editou o seu primeiro single em nome próprio intitulado Azul em 2021 pela Seivabruta.org. Compõe com o seu Cuatro (instrumento tradicional Venezuelano) e incorpora na sua música tons e sonoridades sul americanas e folk music. Yosune já actuou em espaços como o Coliseu do Porto/Quintas de Leitura, no âmbitos das celebrações do 90º aniversário do Rivoli, festival Artes à Vila, Castelo de Porto de Mós e Ourém, Theatro Circo, Casa Cultura Setúbal, teatro municipal da Guarda, entre outras salas míticas. Tem vindo a apresentar seu novo trabalho, ‘Madre Tierra’, ao vivo, onde conta e canta histórias inspiradas na música latino-americana, no folk e na canção de autor.

Onze projetos desafiantes, distintivos, sonoridades improváveis ao serviço da celebração da palavra. Palavra dita, palavra falada, muitas vezes sussurrada, palavra cantada, palavra inquisidora, resistindo ao silêncio, ao tempo, à ausência, à ignorância, à ignomínia, à opressão. Só a palavra transtorna.

QUA 30 AGO, 21H (DURAÇÃO 45 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HUMOR
O LENTO E INCENDIÁRIO CAMINHO DO HUMOR: Uma grande Fantochada - Luísa Todi e Napoleão, uma tragédia em teatro de fantoches

Por Hugo van der Ding
Depois da mais bem-sucedida carreira internacional de uma artista portuguesa — que a levou de Setúbal a Paris, de Paris a Turim e de Turim à corte de Catarina a Grande da Rússia — a cantora lírica Luísa Todi, rica e famosa, volta à pátria, instalando-se na cidade do Porto. Bem que se lixou, à grande e à francesa. Apanhada nas malhas das invasões de Napoleão, perdeu tudo quanto em termos tão vagarosos e largos alcançou. E só não perdeu a cabeça porque a tinha agarrada ao corpo, como já lhe vaticinava a mãe desde miúda. É esta trágica sorte do rouxinol de Setúbal que Hugo van der Ding recria num teatro musicado de fantoches.

A poesia autêntica não poderia escapar à ação do humor que é, na definição de Breton, “o princípio da subversão da linguagem”, uma “revolta superior do espírito”. O humor questiona a própria legitimidade do mundo. O subtil humor em muitos momentos da obra de Manuel António Pina inflama esta série de quatro apresentações improváveis e contundentes.
Poesia e comédia em pé. E, depois disto tudo, um hálito a eternidade.

QUI 31 AGO, 15H (DURAÇÃO 50 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CONVERSAS
TODA A BIOGRAFIA É UM ROMANCE: Manoel de Oliveira
Por Paulo José Miranda
Paulo José Miranda licenciou-se em Filosofia. Em 1999, e já a residir em Istambul, na Turquia, tornou-se também o primeiro vencedor do Prémio José Saramago, com a novela Natureza Morta. Mais tarde, viveu também em Macau e no Brasil, escrevendo poesia, ficção, teatro e ensaio. Em 2015, recebeu o Prémio Autores, da Sociedade Portuguesa de Autores, pelo livro de poesia Exercícios de Humano, e regressou a Portugal, começando pouco depois a trabalhar na biografia de Manoel de Oliveira, A Morte não É Prioritária.
Uma epígrafe de Mário Cláudio serve de motor a este ciclo de conversas estimuladas pelo editor e escritor Rui Couceiro. Os convidados falarão sobre as biografias de Manuel António Pina, Luiz Pacheco, Mota Pinto, Fernando Pessoa, Herberto Helder, Natália Correia e Manoel de Oliveira, das quais são autores.

QUI 31 AGO, 15H (DURAÇÃO: 1H30)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINAS DE CRIAÇÃO NARRATIVA E POÉTICA SÓ COM IMAGENS
ILUSTRAR É ILUMINAR
Com Mafalda Milhões
Participação gratuita, sujeita a inscrição / 15 participantes
Para crianças a partir dos 6 anos
Inscrição através de formulário disponível AQUI
A ilustração de Mafalda Milhões expressa bem a sua personalidade e ideias. É uma ilustradora de causas. As suas imagens são de quem mastiga palavras e lê o mundo. Para ela ler também é ouvir, ser, estar e sentir.

QUI 31 AGO, 15H30
LAGO DOS CAVALINHOS
CONVERSAS
APRESENTAÇÃO DE PROJETO
PORTO LITERÁRIO
Por Rui Moreira e Cristina Soares
O projeto Porto Literário é uma iniciativa do jornal PÚBLICO, com o apoio e acompanhamento técnico do Museu e Bibliotecas Municipais do Porto, que tem por objetivo produzir e distribuir uma coleção de conteúdos e roteiros dedicados à cultura literária do Porto, através de um mapeamento e storytelling local dos seus principais autores e obras, das suas casas, topónimos, estatuária e locais emblemáticos, assim como de alfarrabistas, livrarias e cafés literários, contribuindo para a valorização do património literário do Porto e para um reforço do seu posicionamento cultural e artístico de marketing territorial.

QUI 31 AGO, 16H30 (DURAÇÃO 45 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
CONVERSAS
TERRIVELMENTE TEIMO EM ADORAR A LIBERDADE LIVRE: Afonso Cruz
Moderação: Inês Fonseca Santos
É escritor, ilustrador, cineasta e músico da banda The Soaked Lamb. Frequentou lugares como a António Arroio, as Belas-Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países. Recebeu vários prémios e distinções nas diversas áreas em que trabalha, vive no campo e gosta de cerveja. Os seus livros estão publicados em vários países.

Uma afirmação-sangue de Rimbaud ilumina este ciclo de conversas com fulgentes artífices da palavra. Autores de gerações diferentes falam sobre a sua obra, as suas referências literárias, o sabor do texto, a chama da escrita, o perfume exótico da palavra. Conversas inflamadas pela escritora e jornalista Inês Fonseca Santos.

QUI 31 AG, 16H30 (DURAÇÃO 30 MIN)
CONCHA ACÚSTICA
RECITAIS DE POESIA
ECOS DA BIBLIOTECA SONORA
Leituras: Cecília Monção, Clara Cunha, Conceição Sousa, Gabriela Cunha, Helena Lopes, Isabel Perry, Joana Barbedo, José Manuel Carvalho, Maria de Fátima Candeias, Maria Dolores Costa, Maria Filomena Santos, Maria João Coutinho, Mónica Pinto, Paula Abrunhosa, Pedro Baranita, Rosário Sottomayor, Rui Carreira e Sara Silva
Coordenação: Nuno Preto, Colectivo Espaço Invisível
Momentos performativos a partir de leituras de Agustina, Eugénio, Junqueiro e Pina, realizadas por voluntários e utentes da Biblioteca Sonora.

QUI 31 AGO (DURAÇÃO 30 MIN)
SALA DE MULTIMÉDIA DA BIBLIOTECA
CONVERSAS
A VOZ COMO LETRA
Com Joana Barbedo e Cecília Monção
Moderação: Marta Bernardes
Conversas com os voluntários e utentes da Biblioteca Sonora do Porto, em torno da experiência da leitura para ser ouvida e da escuta dos livros.

QUI 31 AGO, 17H (DURAÇÃO: 40 MIN.)
BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
SESSÕES DE CONTOS
CONTOS CRIATIVOS: O bando, de Gemma Koomen
Participação gratuita, sujeita à lotação do espaço
Experiências de escuta para crianças maiores de 3 anos
Hoje, vamos conhecer uma guardiã das árvores, entrar no seu esconderijo secreto e partir numa aventura pelo mundo da amizade. Queres, também tu, ser um guardião de árvores?

QUI 31 AGO, 18H (DURAÇÃO 45 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
APRESENTAÇÃO DE EDIÇÕES
A POESIA É FEITA CONTRA TODOS: Lila Tiago
Moderação: Teresa Coutinho
Canta e faz as letras do Fado Bicha, um projeto musical ativista que criou com João Caçador. Subvertendo a regra heteronormativa presente no fado tradicional, a sua intervenção foca-se na representatividade da comunidade LGBTI e estende-se a temáticas como o colonialismo, racismo, feminismo e os direitos dos animais.

“A poesia é feita contra todos, e por um só; de cada vez, um e só.” O título de um artigo de Herberto Helder, escrito em 1974 na folheca cultural q.b. “& etc”, será o ponto de partida para quatro conversas fulminantes com destacadas figuras da cultura portuguesa. Conversas impulsionadas por Teresa Coutinho, atriz, dramaturga e coordenadora do projeto Clube dos Poetas Vivos.

QUI 31 AGO, 21H (DURAÇÃO 40 MIN)
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
HUMOR
POESIA DE ENTRETENIMENTO CIENTÍFICO
O LENTO E INCENDIÁRIO CAMINHO DO HUMOR: Salada de Trutas
Por O CoPo (Paulo Condessa e Nuno Moura)
2 poetas, 2 bocas, 4 braços e outras tantas pernas, a dizer poemas em coro sincronizado, contornando os incontornáveis Cesarinys, Adílias, Pinas, e outras trutas do mesmo calibre. É muita truta, senhores! E senhoras, claro.

A poesia autêntica não poderia escapar à ação do humor que é, na definição de Breton, “o princípio da subversão da linguagem”, uma “revolta superior do espírito”. O humor questiona a própria legitimidade do mundo. O subtil humor em muitos momentos da obra de Manuel António Pina inflama esta série de quatro apresentações improváveis e contundentes.
Poesia e comédia em pé. E, depois disto tudo, um hálito a eternidade.

SEX 01 SET, 15H (DURAÇÃO: 1H30)
SALA INFANTOJUVENIL DA BIBLIOTECA MUNICIPAL ALMEIDA GARRETT
OFICINAS INFANTOJUVENIS
OFICINAS DE CRIAÇÃO NARRATIVA E POÉTICA SÓ COM IMAGENS
ILUSTRAR É ILUMINAR
Com Constança Araújo Amador
Participação gratuita, sujeita a inscrição / 15 participantes
Para crianças a partir dos 6 anos
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