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Poema e Poesia de Manuel Maria Barbosa du Bocage

Levando um velho avarento 
Uma pedrada no olho, 
Põe-se-lhe no mesmo instante 
Tamanho como um repolho. 

Certo, doutor, não das dúzias, 
Mas sim do médico perfeito, 
Dez moedas lhe pedia 
Para o livrar do defeito. 

"Dez moedas! (diz o avaro) 
Meu sangue não desperdiço: 
Dez moedas por um olho! 
O outro eu dou por isso." 

em "Poesias várias"

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