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Poema e Poesia de Manuel Maria Barbosa du Bocage

Amor
Manuel Maria Barbosa du Bocage

Por esta Solidão, que não Consente

Por esta solidão, que não consente 
Nem do sol, nem da lua a claridade, 
Ralado o peito pela saudade 
Dou mil gemidos a Marília ausente: 

De seus crimes a mancha inda recente 
Lava Amor, e triunfa da verdade; 
A beleza, apesar da falsidade, 
Me ocupa o coração, me ocupa a mente: 

Lembram-me aqueles olhos tentadores, 
Aquelas mãos, aquele riso, aquela 
Boca suave, que respira amores... 

Ah! Trazei-me, ilusões, a ingrata, a bela! 
Pintai-me vós, oh sonhos, entre as flores 
Suspirando outra vez nos braços dela! 

Em 'Rimas'

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