Loading...

Poema e Poesia de Fernando Namora

Uma casa navega no tempo 
como um barco subindo o rio 
Por fim sem marinhagem por fim sem mastreação. 
Por fim ancorada nas janelas exorbitadas 
onde as luzes são paisagens lunares 
e o silêncio tem um perfil negro. 
Por fim ancorada nas abordagens sem presas. 

Ancorada a vedes: abrigo de cães. 

Em 'Nome Para Uma Casa'

Voltar

Faça o login na sua conta do Portal

Subscreva a Newsletter do Portal da Literatura

e receba os destaques e as novidades no seu e-mail.