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Sinopse

Quero que leves contigo um prisioneiro, o mantenhas oculto no mais distante e inacessível dos teus oásis e guardes silêncio eterno sobre quem é e quem to confiou.De El-Rei Sebastião não há notícia certa desde Agosto de 1578, altura em que, moço cavaleiro, impetuosamente se internou na chusma dos árabes e berberes norte-africanos que combatiam, em Alcácer-Quibir, e desapareceu.Segundo reza a História, desapareceu.De acordo com a lenda, desapareceu… mas não morreu. Voltaria a Portugal, numa manhã de nevoeiro, para expulsar o tio, Filipe de Espanha, que se apoderara do seu trono.O Rei Amado situa o desaparecimento de El-rei Desejado numa complicada trama e maquinações de interesses cruzados de potências europeias do último quartel do século XVI: de Filipe de Espanha ao papa Clemente VIII, dos reis mouros que o venceram às repúblicas italianas.Seguindo o estilo de Os Três Mosqueteiros ou O Conde de Monte Cristo, Alberto Vázquez-Figueroa aproveita as lacunas de informação que rodeiam certos factos históricos, em que algumas personagens operaram feitos que entraram parcelarmente na lenda, e oferece-nos um retrato de um rei que foi amado pelo seu povo como nenhum outro soberano o foi.

Comentários


A mostrar os últimos 20 comentários:

Maria Moreira , 03/08/2008 10:55

A forma da escrita espanhola difere bastante da portuguesa. Sinceramente, salvo raras excepções, prefiro os autores portugueses. De qualquer forma, li e gostei do livro.
Partindo do facto do desaparecimento de El Rei D. Sebastião, aquele jovem rei, este autor acentua e compõe a história à volta da sua sobrevivência a Alcácer-Quibir. Engenhoso e, porque não? Convincente!

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