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Ah, Os Dias Felizes, Não Eu



Sinopse

(…) Entre filosofia e pintura, a imagem - elemento essencial na obra beckettiana - parece ser construída a partir da exploração sistemática do "poder profanatório da linguagem como meio puro", ou seja: ao multiplicar os estados do texto, escrevendo e traduzindo a sua própria escrita, Beckett cria um espaço de emancipação da linguagem relativamente ao seu fim - a comunicação -, tornando-a inoperacional, experimentando novos usos possíveis, fazendo novas experiências com a palavra.
(Do Prefácio de Alexandra Moreira da Silva)

(…) Não Eu é, simultaneamente, uma das mais radicais experiências cénicas de Samuel Beckett e uma das mais inesquecíveis experiências de qualquer espectador que tenha conseguido aproveitar a oportunidade de assistir à representação destes "dramatículos" do escritor.
(Do Prefácio de Paulo Eduardo de Carvalho)

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