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Sinopse

“Em Duo Mundi é-nos franqueada a porta para um universo onde o acto da escrita é da responsabilidade simultânea de dois personagens: duas personificações da inspiração e de uma justiça cega que impõe regras sobre quanto vai sendo relatado. Despertados a inventiva, a conspiração, a aspiração humana do conhecimento, o labirinto em que os homens se cruzam, sem reconhecerem a marca sobre a realidade pela qual são responsáveis. Somos confrontados com o encontro inesperado de um jovem, assassinado numa noite assombrada de 1976, em plena Serra de Sintra, com o seu algoz. Gabriel dita a sua sentença de vítima, impondo no Mãos, ou Alfredo, a pena e missão de escrever a história que une ambos, numa teia que remonta a 1942, época em que Alfredo já mantinha uma relação conspirativa, contra o regime de um Portugal oprimido, com o seu íntimo inglês, o senhor Smith. Por entre as memórias de uma infância imaginativa e pobre, que tinha sido a de Gabriel num lugar transmontano aonde fora abandonado pela mãe, as suas aventuras em Campo de Ourique e no Príncipe Real, já em Lisboa, e os encontros clandestinos de Alfredo e Smith em Sintra, o destino dos personagens – com espaço para o convívio de Gabriel com o seu próprio coveiro, numa alusão à fronteira invisível entre vida e morte e aos arquétipos da imortalidade – propõe-nos uma realidade onde se confrontam a clausura e a liberdade, o amor e o ódio. Lugares tão improváveis como o Solar das Luzes, em Sintra, a aldeia de Dues Eigreijas, o Cemitério do Lumiar ou a Praia das Almas, são palcos onde os actores se confrontam e o leitor é enredado. Imaginação ou heresia? – a resposta pode ser-nos dada pelos sentimentos que esta história desperte.”

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