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Santa Isabel de Portugal



Sinopse

A menina de Aragão coroada Rainha em terras Portuguesas

Porque se trata de venerar uma personalidade santa muito próxima de nós – padroeira da instituição académica a que pertencemos –, sentimo-nos na obrigação de manifestar não só a nossa veneração pela Rainha Santa Isabel, mas também de deixar expressa a nossa emoção por nos vermos a pisar a mesma terra que ela calcou e a subir algumas das ruas que ela calcorreou (o asfalto tornou-as negras, sim – mas também o hábito de Clarissa em que ela quis ser amortalha era dessa cor: para ela, sinal de humildade que era de identificação com os mais pobres). (…)
Com algum atrevimento, julgamos que não nos basta a figura que dela traçaram os que foram beneficiados pela bondade que ela transmitia e dela os aproximava, descobrindo nela o reflexo de Deus. Porque muito lhe queremos e porque sabemos que é indelével o traço que delineou o seu perfil de santidade e que este é único, queremos tributar-lhe também o nosso preito em análise discursiva, ousando delinear a sua imagem à nossa maneira, para integrar em traços próprios o seu exemplum de virtude, que, sendo virtude, é fortaleza de assumir as condições humanas e é benevolência para com as condições de muitos que a ela acorrem.

Extras

«Com efeito, lendo e relendo esta magnífica dissertação, não se encontra nela qualquer afirmação susceptível de ser contestada, nem, muito menos, qualquer deficiência de informação no estado actual da questão aí ventilada, isto é: quem executou a pintura isabelina exposta na sala da presidência, de que modo se integrou no património móvel da Academia e quais as suas características pictóricas ou imaginísticas.»
Artur Anselmo, ao tempo, presidente da Academia das Ciências de Lisboa

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