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Novidades Leya para Agosto

22 Jul, 2022

Novidades editoriais do Grupo Leya para o mês de Agosto.

“Orgulhosamente Sós, A Diplomacia da Guerra 1962-1974”, de Bernardo Futscher Pereira (Dom Quixote)
Último volume da trilogia dedicada à história diplomática do Estado Novo do atual embaixador português em Marrocos, “Orgulhosamente Sós” apresenta uma narrativa coerente e integrada do período das guerras coloniais que conduziram ao 25 de abril. Após a explosão de violência ocorrida em 1961, descrita no anterior volume, “Crepúsculo do Colonialismo”, este volume debruça-se sobre o período entre 1962 e 1974 e descreve os esforços do regime para escapar ao isolamento internacional e encontrar os apoios indispensáveis ao seu esforço de guerra em três frentes, Angola, Moçambique e Guiné. Seguindo uma abordagem cronológica do conflito, coloca o foco na atividade diplomática do regime, mas integra também os aspetos mais relevantes das campanhas militares e da situação política prevalecente em Lisboa. A investigação original conduzida pelo autor, essencialmente no Arquivo Histórico e Diplomático do Ministério dos Negócios Estrangeiros, lança uma nova luz sobre diversos aspetos da atividade do Estado Novo neste período, tais como os debates ocorridos no seio do regime em 1962 após a queda de Goa, as negociações com os países africanos em Nova Iorque em 1963, o incentivo de Portugal à independência unilateral da Rodésia, os enormes esforços feitos por Salazar para cativar a África do Sul, que acabariam por conduzir à decisão de construir Cabora Bassa e posteriormente ao exercício Alcora, e a forma como se desenvolveram as relações com os estados negros limítrofes das províncias ultramarinas, designadamente a Zâmbia, o Malawi e o Zaire.” Bernardo Futscher Pereira estará em Lisboa na primeira semana de setembro e está disponível para entrevistas. “Orgulhosamente Sós” chega às livrarias a 6 de setembro, numa edição da Dom Quixote

Diário da República, Gerigonças, Pandemias. Invasões 2015-2022, de João Pereira Coutinho (Dom Quixote)
“O comentário político é sempre uma forma de ‘sociologia selvagem’. Ou, abreviando, de sociologia tout court. Vamos indo e vamos vendo, colhendo sinais aqui e ali, até surgir uma ‘opinião’ que, como diriam os Gregos, está sempre situada entre a sabedoria e a ignorância. Pelo meio, logicamente, introduzem-se os nossos amores e ódios, sem esquecer uma pitada de delírio.” É esta a receita que João Pereira Coutinho aplicou entre 2015 e 2022 para entender o país e o mundo nas várias crónicas e comentários que foi fazendo nos jornais e nas televisões. O resultado é uma viagem ao nosso passado recente – do terrorismo à «geringonça», da pandemia à invasão da Ucrânia – servida através de uma escrita “sulfurosa, ácida e insolente”. À venda a 23 de agosto.

1822: Das Américas Portuguesas ao Brasil, coordenação de Roberta Stumpf e Nuno Gonçalo Monteiro (Casa das Letras)
Oito olhares de historiadores portugueses e brasileiros sobre um processo que culminará na independência do Brasil, formalmente proclamada a 7 de setembro de 1822, pelo então príncipe regente D. Pedro I (IV de Portugal), o sucessor da Casa de Bragança, que a 12 de outubro será aclamado imperador no Rio de Janeiro. Mas que levanta várias perguntas: Quando se consumou a independência do Brasil: em 1822, ou em 1808, com a chegada da corte ao Rio de Janeiro? Como se pode explicar que o Brasil tenha nascido como uma monarquia constitucional no meio das recém-proclamadas repúblicas hispanas americanas? De que forma, nos planos político, ritual e simbólico, a legitimidade dinástica se combinou com o novo estatuto atribuído à nação nos dois lados do Atlântico? Qual o papel da imprensa e do publicismo nos anos de rutura? De que forma o liberalismo político pôde coexistir com a escravatura? Por que razão as diferentes capitanias do Brasil não se fragmentaram no processo de independência, como aconteceu nos territórios hispânicos vizinhos? Como surgiu a ideia de Brasil como uma unidade política e dos brasileiros como uma identidade e uma cidadania diferenciadas? Alain El Youssef | Andréa Slemian l Isabel Corrêa da Silva | Isabel Lustosa I Jorge M. Pedreira | Miguel Figueira de Faria I Nuno Gonçalo Monteiro | Roberta Stumpf são os historiadores que integram a coletânea. À venda a 23 de agosto.

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