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Novidades Saída de Emergência para Março 2011
Conheça aqui as novidades da Saída de Emergência para o mês de Março.
Ler mais sobre «Novidades Saída de Emergência para Março 2011»Lançamentos Civilização para Março
Conheça os lançamentos da Civilização para o mês de Março.
Ler mais sobre «Lançamentos Civilização para Março»Novidades Casa das Letras para Março
Conheça aqui as novidades da Casa das Letras para o mês de Março.
Ler mais sobre «Novidades Casa das Letras para Março»“Não vos subestimeis uns aos outros” – última Mesa emociona e surpreende
Com poesia, histórias, gargalhadas e muita emoção realizou-se, esta tarde, a última Mesa da 12ª edição do Correntes d’Escritas. Yvette Centeno, Luis Sepúlveda, Manuel Rui, Mário Delgado Aparaín, António Victorino d’Almeida e Onésimo Teotónio Almeida lembraram, se é que alguma vez foi esquecida, a magia deste Encontro e a vontade de voltar, sempre. A plateia, que preencheu todos os espaços vazios do Auditório Municipal, sentando-se nas cadeiras, no chão ou ouvindo de pé, com cada um dos intervenientes viveu emoções distintas, tão depressa passando do riso, à reflexão, à comoção e à indignação.
Ler mais sobre «“Não vos subestimeis uns aos outros” – última Mesa emociona e surpreende»Escritores unânimes na última mesa do dia: “A obra que faço é minha”
“A obra que faço é minha”, d’ O livro do sapateiro, de Pedro Tamen, foi o ponto de partida para a 7ª mesa que contou com a participação de Álvaro Magalhães, David Machado, Francisco Duarte Mangas, João Manuel Ribeiro e Vergílio Alberto Vieira e moderação de Ivo Machado.
Ler mais sobre «Escritores unânimes na última mesa do dia: “A obra que faço é minha” »Oito livros e três revistas apresentadas ontem à noite
Na segunda noite do Correntes d’Escritas, oito livros e três revistas de literatura foram apresentadas ao público no Hotel Axis Vermar.
A minha arte é uma espécie de pacto”. 3ª mesa reuniu diferentes países
“Bem-vindos à melhor mesa desta edição do Correntes d’Escritas”, anunciou Rui Zink, o moderador de, “A minha arte é uma espécie de pacto”, frase de um poema de José Tolentino Mendonça, retirado do livro O Viajante sem Sono. A frase serviu de “mote, e não tema”, como referiu o moderador, para esta 3ª Mesa.
Ler mais sobre «A minha arte é uma espécie de pacto”. 3ª mesa reuniu diferentes países»Passado, presente e futuro debatidos na 1ª Mesa
“Falta futuro a quem tem no presente as ambições/ passadas”. O verso é de Armando Silva Carvalho, autor de uma das obras finalistas do Prémio Literário Casino da Póvoa, e serviu de ponto de partida para a 1ª mesa do 12º Correntes de Escritas que decorreu esta tarde, no Auditório Municipal.
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