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Sinopse

O ritmo e elegância de A Ordem prenderá os leitores desde o princípio até a um fim de cortar a respiração. É um romance de amizade e fé num mundo perigoso e repleto de incertezas. É a mais recente constatação de que Daniel Silva é o melhor escritor de suspense internacional da sua geração.

Gabriel Allon está a passar umas discretas e muito necessárias férias familiares em Veneza. O seu sossego é interrompido quando o papa Paulo VII morre de forma inesperada e o leal secretário pessoal do Santo Padre, o arcebispo Luigi Donati, chama Gabriel a Roma.

Mil milhões de católicos foram informados de que a morte do papa se ficou a dever a um ataque cardíaco. Contudo, Donati tem duas boas razões para pensar que o Sumo Pontífice foi assassinado.

A primeira é o estranho desaparecimento do guarda suíço que nessa noite estava de serviço nos aposentos pontifícios.

A segunda, a carta que o Santo Padre estava a escrever nas suas derradeiras horas de vida uma carta dirigida a Gabriel.
«Enquanto pesquisava no Arquivo Secreto do Vaticano, deparei-me com um livro absolutamente notável»

O livro em questão é um Evangelho há muito suprimido, um Evangelho que questiona a precisão da imagem dada pelo Novo Testamento de um dos acontecimentos mais prodigiosos da história da Humanidade.

Por essa razão, a Ordem de Santa Helena uma obscura sociedade católica com ligações à extrema-direita europeia não se deterá perante nada para evitar que caia nas mãos de Gabriel.

Em paralelo, conspiram para se apropriarem do trono de São Pedro. E isso é apenas a ponta do icebergue.

À medida que, em Roma, os cardeais se vão reunindo para o conclave, Gabriel embrenha-se numa investigação desesperada para reunir provas da conspiração da Ordem e para encontrar o Evangelho há muito desaparecido que poderia pôr termo a dois mil anos de ódio mortal.

 

Comentários


A mostrar os últimos 20 comentários:

Marcos Jansen , 20/05/2021 14:49

Não foi um bom momento de Daniel Silva. O livro não é ruim, mas foi o menos bom que li do autor. É um tema controverso e áspero. Um complô da extrema direita europeia, O aparecimento e o roubo de um livro, entendido como escrito por Pôncio Pilatos, depois de lavar suas mãos e, como se fosse pouco, a morte do Papa do dia, amigo de Gabriel Allon, o espião judeu, agora chefe dos serviços secretos de Israel. É muito para um livro ser divertido. Há pessoas interessantes, como o Secretário do Papa, Arcebispo Luigi Donati e também amigo de Gabriel, nem deixar de destacar sua bela e elegante namoradinha, diretora de um Museu importante em Roma. Intrigas fazem parte do dia a dia do Vaticano e sobejam na obra.
Como disse, pelo padrão Daniel Silva é fraco, mas não se deve deixar de ler.

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Avaliações

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