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A Sibila



Agustina Bessa-Luís

Última edição: 2017
Edição original: 1953
Relógio D'água Editores

Sinopse

Prefácio de Gonçalo M. Tavares.

Surgido em 1954, o romance "A Sibila" confirmou Agustina Bessa-Luís como uma voz inovadora, em ruptura com as correntes literárias então predominantes.

Os seus livros estavam povoados de personagens que não se resumiam a estereótipos sociais, impelidas como eram pela caótica energia dos seres humanos.

O romance venceu em 1953 um concurso organizado pela editora Guimarães, com um júri formado por Vitorino Nemésio, Branquinho da Fonseca, Álvaro Lins e Tomás de Figueiredo. No ano seguinte receberia o Prémio Eça de Queiroz.

Eduardo Lourenço foi um dos que melhor entendeu o alcance da obra, escrevendo na revista Colóquio de Dezembro de 1963: «Foi há dez anos que o milagre, já anteriormente preparado, teve lugar na praça pública. Não há assim tantos que um verdadeiro não mereça ser glorificado como convém. O que Sibila e sua descendência significam não precisa de ser sublinhado por contraste. Mas esse mundo romanesco, pelo seu simples aparecimento, deslocou o centro da atenção literária.»

Comentários


A mostrar os últimos 20 comentários:

Altino Cardoso , 20/06/2019 11:43

Seria bom que houvesse sincronismo entre os louvores da moda e a compreensão da obra. A massa narrativa agustiniana não é facilmente levedável na receptividade mental dos leitores. Mas é no mistério desse desafio que reside a mais profunda fonte de sedução e adesão.

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